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13.07.2017 | CRéDITO - por Federarroz

Banco do Brasil concede alongamento dos custeios para produtores de arroz

Arrozeiros que tiverem vencimentos em julho e agosto com poderão pagar nos meses de setembro e outubro

O governo federal atendeu pedido da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) em relação ao alongamento dos custeios com vencimento nos meses de julho e agosto aos produtores de arroz do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Com isso, os produtores que acessaram crédito pelo Banco do Brasil, que engloba parcela considerável dos orizicultores, poderão pagar os vencimentos nos meses de setembro e outubro. Caso o mercado não melhore liquidez, há a possibilidade de ocorrer novo alongamento.

Na avaliação do presidente da entidade, Henrique Dornelles, o alongamento vem em boa hora, em tempo dos produtores se reorganizarem para realizarem o faturamento mais tarde e assim poderem desfrutar de maior demanda e cotações mais valorizadas. "Isto deverá dar um alívio aos produtores que poderão faturar seu produto a preços remuneradores no mesmo momento em que indústrias de fora do Rio Grande do Sul passam a buscar arroz aqui no Estado aumentando a demanda", ressalta.

Na última semana, o vice-presidente da Federarroz, Alexandre Velho, fez a defesa da medida junto à Câmara de Crédito, Seguro e Comercialização, organizada pelo Ministério da Agricultura, mostrando a necessidade de uma medida urgente para os produtores que estão com a situação de risco. Informou que o custo de produção chegava a R$ 44,00 e preços médios de R$ 40,21, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), e que os arrozeiros não poderiam pagar os vencimentos com os patamares abaixo do custo de produção.

A Federarroz recomenda que se em 30 dias o mercado ganhar liquidez, os produtores realizem os seus faturamentos. “O objetivo é evitar o acúmulo de prestações em setembro e outubro e com isso ocorrer uma frustração, ou seja, está nas mãos dos produtores a melhora e a manutenção da liquidez, ofertando o produto à medida que for propício o faturamento e fazendo o pagamento aos bancos. Está nas mãos dos produtores a melhora e a manutenção da liquidez”, explica Dornelles.

O presidente da Federarroz ressaltou o trabalho do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, e sua equipe, e do ministro Blairo Maggi, que estenderam a mão para a orizicultura entendendo que estes produtores estão com dificuldades de comercialização e de atingirem preços remuneradores. O Ministério da Agricultura fez uma peregrinação junto aos órgãos competentes com o objetivo de atender ao pleito da Federarroz. O deputado federal Luiz Carlos Heinze também trabalhou e foi personagem determinante. "Hoje existe uma responsabilidade fiscal muito forte no Brasil, instalada pelo atual governo, acerca do Ministério da Fazenda, Banco Central e do próprio Ministério da Agricultura, na busca de justificativas plausíveis na tomada de decisão, avaliações consistentes para se tomar atitude correta e responsável, nesse caso, pelo alongamento dos custeios", salienta.

A Federarroz seguirá trabalhando com outros bancos para que tenham a mesma atitude do Banco do Brasil para retirar esta pressão da oferta, originada na colheita e que ainda faz efeito no mercado. Dornelles enfatiza que a entidade ainda argumenta que para os produtores somente é um alívio, que pensem bem o planejamento para a próxima safra. "Tudo indica que teremos uma próxima safra ainda com dificuldades, pela seletividade de crédito que deverá prosseguir, grandes industrias estocadas pelo denominado financiamento safra e também pela recessão que o país vive", explica.




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comentários (5)

13/07/2017 - Edereson Diehl ( - AC)
UÉ, não era pra novembro e dezembro, as entidades politicas ficaram com medo q subisse demais o preco do arroz ou estão precisando de dinheiro , q não podem esperar muito. Na verdade vai ser um teste, se o preco reagir tudo bem, senão então adiam pra novembro.Sds.
13/07/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Reles tese minha, mas o arroz poderá chegar aos 45 liquidos somente em novembro esse ano !!! O cartel está entupido de arroz ainda... Estao se comprando um pouco aqui outro lado... Estão cuidando quem são os vassalos que irão se atrever a plantar esse ano, para depois colocar os reservas a plantar nas areas que sobraram!!! Depois falam pelos bastidores que falta profissionalismo aos produtores... Concordo em parte!!! Se o negócio está ruim não vejo motivo para que os produtores se alastrem aumentando area, deixando de reduzir custos e controlar as lavouras como deveriam!!! Não adianta já falei plantar mais, colher mais se as despesas só aumentam e correm livres sem que haja eficiência, planejamento, organizaçao e controle nos empreendimentos. É muito melhor plantar 100 quadras e ter lucro do que 200 quadras e tomar tufo!!! Abram o olho pessoal. Nao façam EGF... Plantem com recursos proprios... Abandonem bancos e agiotas!!! Parem de trabalhar para os Mecenas!!! Livrem-se da Escravidão !!!
14/07/2017 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Muito engraçado. Se eu no vencimento das parcelas que tenho para pagamento dos financiamentos para ampliação da empresa, compra de caminhão, enfardadeira, embalagens, etc., não tiver dinheiro, meu nome vai pro SERASA.
Vou ter que mudar de profissão !!!!!!
14/07/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
Seu Antônio Paulo , queria ver você estar recebendo menos pelo Fardo que o custo de produção se você não iria querer prorrogar os financiamentos , mas pera aí , claro não tem como ter prejuízo é só passe a conta pro produtor , diminuindo o preço e inventando tabelas absurdas .
Agora eu te pergunto Antônio Paulo , para quem nós passamos a conta ?
Vamos pedir para Petrobrás baixar o diesel , vamos pedir prós fornecedora de insumos baixarem os preços , para os bancos e agiotas baixarem os juros ?
Essa é a diferença , a Indústria do arroz é arcaica em vez de agregar valor e aumentar a produtividade preferem criar práticas de cartel inventando tabelas unilaterais e montando estruturas de armazenagem para internar o arroz e controlar o preço .
15/07/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Realmente seu Antonio... Por isso nao entendo pq o pessoal se atreve a plantar... o Pessoal fica esperando e se a coisa ou conta nao nao fecha ficam esperabdo pelo governo prorrogar dividas !!! Milagres!!! O sr. tem toda razao!!! E por isso que eu sempre lutei... Mas o pessoal nao entende...

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