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20.04.2017 | MERCADO - por Cepea/Esalq

Retração vendedora limita quedas de preços no correr de abril

Segundo pesquisadores do Cepea, alguns produtores não estão ativos no spot, já que estão concentrados nas colheitas, seja de arroz ou de soja

O preço do arroz em casca no Rio Grande do Sul tem registrado novas quedas ao longo de abril, mas menos intensas em relação às verificadas em março, refletindo a retração de parte dos orizicultores. Nessa terça-feira, 18, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, fechou a R$ 38,85/saca de 50 kg, leve baixa de 0,26% sobre a terça anterior e de 2,6% na parcial do mês – ante o forte recuo de 15,3% no acumulado de março. Segundo pesquisadores do Cepea, alguns produtores não estão ativos no spot, já que estão concentrados nas colheitas, seja de arroz ou de soja.

A alternância de dias de sol e chuva tem ocasionado lentidão às atividades, além de gerar preocupação quanto à qualidade dos grãos. Apenas parte dos vendedores consultados pelo Cepea, com necessidade de “fazer caixa” para cumprir com gastos de lavouras, é que ofertaram alguns lotes. Do lado comprador, poucas indústrias mostram interesse em novas aquisições, com algumas trabalhando com estoques já formados. Além de atrapalhar a colheita, as chuvas ocorridas no início da semana anterior prejudicaram os carregamentos.




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comentários (21)

20/04/2017 - Schmidt Schmidt (Massaranduba - SC)
URBANO ALIMENTOS PATROCINANDO TIME DE FUTEBOL SAO PAULO.
TÁ SOBRANDO A COISA TA FICANDO BOA...........
20/04/2017 - Eugenio Rodrigues Gomes (São Borja - RS)
é patrocínio de time de futebol, compra de carrões importado, tudo nas custas do produtor...
20/04/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Em janeiro ou fevereiro alguem comentou aqui que o arroz cairia de 50 para 39 na safra... Pois bem que nos digam que tudo isso nao eh uma grande combinacao? Ou como e que o pessoal da industria ja sabia qual seria o preco durante a safra????????.... E obvio que os precos nao vao disparar como aconteceu logo apos a colheita porque no ano passado a safra foi um verdadeiro desastre... Dolar subindo... Exportacoes aumentando. Os CPRs ja entregaram seu produto... De agora em diante talvez o cenario mude. Lentamente, mas mude.
22/04/2017 - Enio Andrade (Porto Alegre - RS)
Bom dia
Chegou na savarauto Mercedes de São Paulo uma lamborguini no valor de 1.750.000,00 reais. Alguém adivinha se é de produtor ou algum dono de indústria? Se quiserem mandem o zap que tenho a nota fiscal. Lamentável mesmo.abracos
22/04/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
Já repararam que é só cair bem o preço do arroz e os nossos comentaristas dá industria desaparecem , quando sobe eles entram em desespero e começam a vir aqui nesse site postar comentários sempre no sentido que vai cair , que não vai se sustentar , sempre torcendo contra a soja na várzea e sempre torcendo para o arroz baixar.
Depois eles​ ficam com aquele papo que o preço alto do arroz é bom para todos pois a margem deles é sobre o casca e etc......
Agora com a nova marreta que o cartel se reuniu e combinou eles aumentaram sua margem em mais 5% , esse são nossos parceiros que agora estão rindo a toa e nem aparecem mais aqui para choramingar.
22/04/2017 - antonio carlos garcia rodrigues (camaqua - RS)
A Culpa é do Produtor.....Plantem sem Banco...Armazenem seu Arroz....Se Capitalizem....Construam Silos....Vendam acima do Preço de Custo......Diminuam Area...Não esperem nada da Industria... Pronto....Só os Fortes vão Sobreviver...
22/04/2017 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Uma duvida ....

Porque os produtores de arroz não montam sua própria industria de arroz ???
Assim poderão patrocinar times de futebol e andar de Lambo ......

Porem cuidado, pois é preciso muita competência para tocar uma industria não é igual jogar um saco de semente na terra e esperar 120 dias para colher ... e falando nisso porque as cooperativas tocadas por agricultores estão todas quebradas ????? excesso de competência ???
22/04/2017 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Uma duvida ....

Porque os produtores de arroz não montam sua própria indústria de beneficiamento ???
Assim poderão, também, patrocinar times de futebol e andar de Lambo ....

Porem cuidado, pois é preciso muita competência para tocar uma indústria, não é igual jogar um saco de semente na terra e esperar por 120 dias para colher .... e falando nisso porque as cooperativas dirigidas por agricultores estão todas quebradas ????? excesso de competência ??? ou incompetência ?????
22/04/2017 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
Inegavelmente tenho que concordar com o conterrâneo, e posso acrescentar mais um item a ser levado em conta pelos produtores, como 65 % dos produtores são arrendatários, existe uma necessidade premente dos valores dos arrendamentos serem negociados, pois estão em patamares demasiadamente altos.
Outra questão a ser repensada, são as áreas de risco de enchentes e áreas impróprias para plantio, inférteis e de difícil irrigação.
Está mais do que na hora de uma reflexão profunda por parte do produtor.
22/04/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
Seu Antônio , certamente se eu tivesse dinheiro para plantar uma lavoura sem banco com o alto desembolso que necessita por hectare certamente eu aplicaria em um fundo de renda fixa e não arriscaria meu capital , agora se os bancos finaciassem os produtores para que eles comprassem todos seus insumos sem ter que recorrer as indústrias essas não receberiam esse monte de arroz na safra e teriam que concorrer entre si para adquirirem o arroz junto aos produtores.
É o sistema que está errado onde o produtor ao longo dos anos veio se descapitalizando e se endividando ao ponto que as próprias indústrias entraram financiando pois se deram conta que não teria mais produto no mercado.
E os produtores com dividas a pagar com empregados com maquinários e estrutura não tem alternativa e acabam recorrendo as indústrias e entrando nesse sistema perverso dá cadeia onde só um lado ganha.
23/04/2017 - Enio Andrade (Porto Alegre - RS)
Bom dia senhor Antonio Carlos. Sou produtor, planto financiado pela indústria e não tenho silo. Vou ter que concordar com o senhor. Não tenho escolha. Só os grandes sobreviverão. Abraços
23/04/2017 - Elton Machado (Pelotas - RS)
É pessoal, infelizmente, esse ano, o próximo elo da cadeia produtiva chegou muito perto do objetivo que achava ser inalcançável ... vários produtores vão quebrar e outros tantos vão parar de plantar. Hoje mais de 90% das lavouras só dão prejuízo e a produção é extremamente técnica, hoje, o padeiro, o açougueiro o farmacêutico, enfim ... empresários bem sucedidos e capitalizados no seu negócio, que enterraram seu capital no barro, esses não voltam a plantar, nem esses nem seus descendentes ... o filtro finalmente se tornou eficaz tal qual uma planta se torna resistente quando as dosagens do veneno aplicado não a mata mas sim a torna imune gerando um problema de dimensões imensuráveis... agora, desse ano para frente, o cenário será outro .... aguardemos ....
23/04/2017 - jairo belmonte fraga (Nova Santa Rita - RS)
culpado é o produtor ,entopem a industria de arroz e querem preço,os industriais estão rindo a toa com o arroz barato de vocês,vão construir silos pra serem donos do arroz de vocês,e pararem de ferrar os outros!
23/04/2017 - jairo belmonte fraga (Nova Santa Rita - RS)
9 anos atras eu tinha limite de credito para uma colheitadeira,optei por um silo,foi o melhor negocio que eu já fiz, ano passado quem tinha arroz na industria tava vendendo a 46 eu tava vendendo a 54, ano que vem termino de pagar!
24/04/2017 - Jose Nei Telesca Barbosa (Pelotas - RS)
Gostei que está mudando a análise que está sendo feita da situação-problema do arroz, embora ainda tenha muito previsão, futurologia, olho no lucro dos outros etc. Vejamos: -
1) O Sr. Fernando estimulando os produtores a colocar a sua própria “indústria” de arroz (que na verdade não é indústria, é um engenho e segundo tenho dito, ainda faz parte da produção) apenas temos que mudar nossa forma de enxergar, assim como mudaram tantas outras coisas. Ele alerta muito bem que tem que ter competência para se estabelecer com um engenho, mas pode associar-se a outros, terceirizar etc. Também fazer a lavoura exige competência e o produtor faz uma boa lavoura e seguramente será um bom vendedor ( o IRGA pode treiná-lo também).
2) O Sr. Antonio Carlos faz orientações importantes, mas não precisamos atribuir culpa a ninguém e entendo que os “fracos” também podem sobreviver em associações, cooperativas ou integrações ganha-ganha.
3) O Sr. Carlos toca em um ponto crucial, que nunca tinha visto alguém mencionar e tenho alinhado como extremamente necessário; - a renegociação do arrendamento da terra e da água.
4) 4) O Sr. Enio faz um alerta importante para as agroindústrias citando a fala do Sr. Carlos, pois também entendo que pode haver uma integração melhor ou ganha-ganha com a indústria em que os preços sejam pre-fixados durante o plantio durante o financiamento dos insumos. Isto já é feito com a agroindústria do fumo, do frango (em que não há pre-fixação de preço, mas há uma boa remuneração do produtor e todos ganham). Caso contrário a galinha dos ovos de ouro não se sustenta, como ocorreu com a cadeia do pêssego em Pelotas.
5) Mais análises no livro Como arroz em casca e milho em espiga... (www.livrariavanguarda.com.br)
24/04/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
Seu Fernando Nassib acho que você tinha que pesquisar na internet para ver que o que está sustentando o Brasil é bom Agronegócio pois a Indústria está totalmente defasada e atrasada , os produtores estão cada vez mais técnicos e para compensarem o aumento constante dos custos estão cada vez mais investindo em tecnologia para aumentar a produtividade, enquanto que a Indústria o qual o senhor faz parte continua colocando o seu arrozinho no fardo de 1 , 2 ou 5kg dá mesma forma como a 50 anos , então como não conseguem se inovar e agregar valor ao seu produto a Indústria joga sua incompetência para cima do produtor , é bem mais fácil diminuir o custo reduzindo o preço do casca do que buscando outras alternativas .
24/04/2017 - Eugenio Rodrigues Gomes (São Borja - RS)
Sr. Fernando, antes de falar das cooperativas administrada por produtores, dá uma olhada para os lados e vê se ninguem ganhou dinheiro quebrando as cooperativas? e a competência para tocar uma industria não é muito diferente de tocar uma lavoura, aliás acho que até é mais fácil pois conseguem colocar valor no seu produto,
abços
25/04/2017 - Eugenio Rodrigues Gomes (São Borja - RS)
O Sr Fernando me parece que é um lobo em pele de cordeiro.
25/04/2017 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Prezado Eugênio, aqui em nossa cidade o senhor sabe que quem quebrou as cooperativas foi o produtor.

Um exemplo claro é a Cotrisal, quem são os devedores da Cotrisal ?
Quem pegou adubo, semente, fertilizantes, rações, peças, rancho no supermercado e não pagou ?
Foram os cooperados.
Não pagaram nem os funcionários, estão vendendo zinco velho do desmanche de galpões e silos para tentar receber algo.

Passamos para a Imenbuy, quando quebrou a primeira vez (produzia 250.000 fds de arroz / mês), quem estava no comando ?
E quando quebrou na segunda vez quem estava no comando ?

Eram empresários ou agricultores ?
25/04/2017 - Edereson Diehl ( - AC)
Seo Nassib está completamente equivocado se pensa q basta plantar e esperar, ou não entende nada de producão de arroz. E acredito q muitos se arrependeram de plantar esse ano, por não esperavam por um el nino inoportuno. Imagine , você planta , arroz nasce bem e logo adiante vem uma enchente e os caramujos comem a metade das plantas(porque basta uma enchente pra eles fazerem a festa). Fora os herbicidas que não aprovam 100%, onde tem que passar até na floracão, senão o capim toma conta e basta uma chuva com vento pra acamar tudo. SE FOSSE SÓ ATIRAR SEMENTE, FARIAMOS E IRIAMOS AS PRAIAS O RESTO DO TEMPO , OS PRODUTORES SÃO DESAFIADORES DO TEMPO , E SÃO INDUSTRIA PRIMÁRIA QUE TEM MUITO MAIS COMPETÊNCIA QUE A INDUSTRIA SECUNDÁRIA, QUE PRA SE ESTABELECEREM PRECISAM EXPREMER O PRODUTOR.SDS.
26/04/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
O seu Nassib representa bem a mentalidade dos nossos Industriais , acreditam que o produtor joga semente na terra e espera para colher , como se o produtor não tivesse que planejar sua lavoura logo após a colheita é já ir preparando as áreas antecipadamente e correndo atrás do dinheiro que está cada vez mais difícil e caro com muito mais exigências , mas o mais difícil é o produtor ter que se reinventar para conseguir cobrir um custo que saltou de 4000 por hct para 7000 ou mais em poucos anos e a cada ano tendo que enfrentar a ferocidade dá Indústria repassando sua incompetência para ele como esse ano que em decisão conjunta e cartelizada resolveram descontar mais ainda dos produtores .

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