Facebook

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
assine 3
news

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Assine 4

notícias

18.09.2013 | GENTE - por Assessoria

Monarca do arroz acompanha investimentos no Rio Grande do Sul

Príncipe Constantin de Liechtenstein comanda a multinacional que é dona de 15% do mercado de sementes de arroz no Mercosul

imagem Principe Constantin e diretor Ricardo em reunião na RiceTec Foto: Divulgação/RiceTec
O príncipe Constantin de Liechtenstein, acionista da RiceTec – uma das maiores empresas de sementes de arroz do mundo – está no Brasil. O integrante da família real do pequeno principado europeu desembarcou nessa quarta-feira (18) em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para acompanhar o início das obras da primeira Estação Experimental da multinacional no Estado, a segunda no Brasil. A outra está localizada em Normandia, Roraima.

O projeto da empresa conta com investimento de R$ 20 milhões na Estação de Experimental de Santa Maria, que ocupará uma área de 200 hectares no município. “Iniciamos a busca de autorizações em 2012, junto aos órgãos de regulamentação, e agora estamos preparados para iniciar as obras de construção da Barragem, estradas e sistematização do solo. Acreditamos que poderemos instalar os primeiros ensaios em outubro de 2014”, revela diretor da RiceTec, engenheiro agrônomo Ricardo Bendzius.

A empresa responde, hoje, por 9% da área plantada de arroz irrigado no Estado gaúcho – cerca de 60 mil hectares. A previsão dos diretores da RiceTec é dobrar a participação no mercado de sementes em cinco anos. O Rio Grande do Sul é visto com um mercado promissor por concentrar mais de 65% da produção nacional de arroz.

“A estação experimental de Santa Maria integrará o nosso projeto regional de desenvolvimento de linhas para a obtenção de híbridos com características de qualidade adaptados ao Mercosul, em especial ao Rio Grande do Sul, maior produtor e polo de tecnologia em arroz do país”, afirmou o Constantin.

A empresa, que tem a pesquisa como uma das suas principais marcas, conta, atualmente, com 200 funcionários no Mercosul, sendo alguns deles PhD´s e mestres na área de genética e desenvolvimento de arroz. Na América Latina, o faturamento anual soma R$ 50 milhões e o investimento em pesquisa ultrapassa R$ 8 milhões.

Custo dos híbridos em relação as variedade pode ser até 12% menor

O acréscimo de produtividade de híbrido de arroz em relação às novidades melhoradas varia de 16 a 33%. No Mercosul, o aumento da produtividade é de 22%, nos Estados Unidos 23% e na Costa Rica, 33%. Esta diferença de acréscimos de produtividade entre países devem-se às especificidades de cada híbrido em termos de clima, solo e manejo da cultura. A produtividade é dependente da genética, do ambiente e da interação genética e ambiente.

Em condições irrigadas, a produtividade média dos híbridos é de 8.780 quilos por hectares com o custo de R$ 3.810,00 e das variedades 7200 quilos por hectares com o custo de R$ 3.480,00, segundo fontes da RiceTec. Devido a maior produtividade do híbrido, o custo por saco é menor para os híbridos do que para as variedades em aproximadamente 12%.

Sobre a RiceTec

A RiceTec surgiu em 1990 no Sul do Texas, Estados Unidos. Na América do Sul a empresa atua no melhoramento, pesquisa e desenvolvimento, produção e comercialização de sementes híbridas de arroz.

Mostrando pioneirismo, em 2000 a RiceTec lançou o primeiro híbrido comercial nos Estados Unidos. Hoje os híbridos RiceTec cobrem uma área de 370 mil hectares no país. No mesmo ano, a empresa investiu na abertura de novos mercados e começou a operar na América Latina, onde conta com unidades na Argentina, Brasil e Uruguai.

No Brasil, a RiceTec está sediada em Porto Alegre (RS) e está presente em todas as áreas de cultivo de arroz. Esta rápida ascensão se deve aos benefícios proporcionados pelos híbridos de arroz, tais como: o alto potencial de produtividade, baixa densidade de semeadura, maior sanidade, boa formação de raízes, tolerância à toxicidade de ferro, alto potencial de perfilhamento e estabilidade de rendimento.



Enviar notícia para um amigo

comentários (1)

21/09/2013 - kleiton lima (pelotas - RS)
Será que não aprendemos nada com 2011, com alta produção os preços despencam , de que adianta produzir com 12% menos de custo e vender por 50% menos , isso mesmo arroz em 2011 foi a R$ 17 e R$ 18,00 e hoje está entre 35 e 37. O hibrido é tiro no pé , nem a industria quer , nem o consumidor quer,.è ruim pra toda cadeia. Com a nossa área entre 1milhão e 1,1 milhao de hectares precisamos colher sempre abaixo de 8 milhões de toneladas pro preço não despencar por isso vamos escolher vaiedades com menor potencial produtivo e maior qualidade assim todos ganham e os preços se mantem sustentados.

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

Todos os direitos reservados - Copyright 2020 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio