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17.01.2021 | INTERNACIONAL - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados/Planeta Arroz

Exportações da China caíram em 2020

É o segundo ano seguido de queda nos embarques da China, desta vez em 7,7%

imagem Colheitas chinesas gigantescas não impedem avanço das compras externas Foto: Xinhua

Ao que tudo indica a balança comercial chinesa foi negativa para o arroz em 2020. A estimativa é de que os chineses importaram 2,9 milhões de toneladas de arroz - base beneficiado - e exportaram 2,4 milhões. É o segundo ano seguido de queda nos embarques da China, desta vez em 7,7% sobre as 2,6 milhões de toneladas exportadas em 2019.

Este comportamento, segundo o boletim InterArroz, de Patrício Méndez del Villar, se deve à falta de competitividade vis-a-vis a Índia nos mercados africanos. Em 2021, as vendas externas não devem aumentar muito por causa do concorrente indiano, que tem uma política de forte exportação e alcançou mais de 14,5 milhões de toneladas embarcadas em 2020.

Por outro lado, a China também aproveita os baixos preços indianos para se abastecer com quebrados de arroz. Cerca de 100 mil t foram compradas da Índia, depois de 30 anos sem negócios nesta área entre os dois países, também como resultado da contração das ofertas tailandesa, vietnamita e birmanesa, que fazem parte dos fornecedores tradicionais da China.

Entre os seus principais clientes, os chineses têm os africanos e alguns países asiáticos.Ao mesmo tempo, este foi o quinto ano seguido que a China reduziu a sua iimportação. Nesta temporada o corte foi de 23,7%, ou 900 mil toneladas em base beneficiado, de 3,8 milhões de toneladas para os 2,9 milhões. Mas, em 2018 o país tinha adquirido 4,5 milhões de toneladas, em 2017 foram 5,9 milhões, em 2016 chegou a 6,3 e em 2015 alcançou o recorde de compras, 7,1 milhões de t. 

ESTOQUES

Com este desempenho na balança comercial - e mais o aumento do consumo interno, a China reduziu os seus estoques em 2 milhões de toneladas, ou 12,9%, de 105,9 milhões de toneladas para 103,9 milhões de toneladas (base beneficiado). Ainda assim, detém 57% dos estoques mundiais, que somam 181,8 milhões de toneladas. A segunda maior disponibilidade interna é da Índia, equivalente a 33 milhões de toneladas. Juntos, os dois gigantes somam 75,3% de toda a disponibilidade mundial. 


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