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31.07.2020 | EXPORTAÇÃO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Embarques a granel caem 51,6% no mês de julho em Rio Grande

Comportamento era esperado, pois os embarques ainda refletem compras realizadas pelas Américas e Caribe, principalmente, entre o final de março e o início de junho

imagem Julho marcou menos da metade dos embarques em comparação a julho Foto: AgroDados

Refletindo a perda gradual da competitividade do arroz brasileiro no exterior, os embarques em granéis no porto de Rio Grande tiveram uma redução de 51,6% em julho sobre a marca recorde alcançada em junho, de 223,5 mil toneladas para pouco mais de 107,5 mil toneladas. O comportamento já era esperado, pois os embarques ainda refletem compras realizadas por países das Américas e Caribe, principalmente, entre o final de março e o início de junho. Os números ainda são extraoficiais, baseados exclusivamente no informe de cargas . 

Somando cerca de 90 mil toneladas em contêineres, o Brasil bateu um recorde de 316,4 mil toneladas exportadas em apenas um mês, durante junho, contando embarques ocorridos em Santa Catarina.

A retração do dólar entre maio e os primeiros dias de junho, a alta dos preços internos e cotações em retração no nível mundial, além da expectativa de que os Estados Unidos entrem no mercado ofertando arroz a preços inferiores aos do Brasil no final de agosto, ajudaram a compor este cenário.

A expectativa é de que o arroz estufado em contêineres também tenha desempenho similar, o que geraria uma exportação próxima de 150 e 160 mil toneladas, desconsiderando ajustes residuais de junho na planilha da Secex/Mdic. Com a tonelada do arroz em casca brasileiro cotada a US$ 300,00 estamos fora deste mercado. E com o beneficiado na faixa de US$ 600,00 (US$ 535,00 a US$ 550,00 + frete), também o país perde competitividade para o Mercosul e a Ásia. Os Estados Unidos seguem sem ofertar no mercado internacional porque sua safra só deve ganhar volume em meados de agosto, passar por secagem e processo de transporte e a prioridade é atender ao mercado interno.   


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comentários (1)

01/08/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Sigo falando... repetindo e dizendo: sigam fazendo rotação arroz e soja !!! A pandemia vai embora, o mercado se acalma, Mercosul volta a encomodar e o brasileiro retorna pro fast-food... Do outro lado, a indústria senta em cima do arroz e dos preços!!! Não caiam na ilusão de que tudo foi pro seu lugar. Temos que limitar a intençao em 900.000 a 950.000 hectares!!! Mais do que isso e a classe vai se ferrar de novo... Não adianta chorar depois se o pessoal é cabeçudo e ganancioso! Dólar cai a R$ 4,50 e tranca tudo em termos de exportações! EUA e Ásia vão plantar muito arroz... Aliás já vão começar a colher! Enquanto isso a soja R$ 130 em Rio Grande!!! Mais do que nunca soja na várzea!!! Seca igual a do ano passado só de 20 em 20 anos!

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