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19.05.2020 | INTERNACIONAL - por Planeta Arroz

Paquistão aguarda visita e liberação de vendas para o México

Delegação mexicana é esperada no Paquistão, mas analista considera o Mercosul muito competitivo até a entrada da safra dos EUA

imagem Dawood: expectativa para exportar ao México Foto: Daily Pakistan

O assessor do primeiro-ministro de Comércio e Investimentos, Abdul Razzak Dawood, anunciou que uma delegação de arroz do México visitará o Paquistão em junho ou julho, o que poderia abrir caminho para o arroz paquistanês entrar nos mercados mexicanos.

"Esperamos que uma delegação de arroz do México venha em junho ou julho de 2020 para avaliar vários exportadores de arroz para lhes dar permissão para exportar", informou Dawood.

Ele apelou ainda aos membros da Associação de Exportadores de Arroz do Paquistão (REAP) para se prepararem para esta visita, de maneira que o número máximo possível de exportadores obtenha aprovação. "Como todos sabemos, a abertura deste mercado está atrasada há algum tempo e, após essa visita, espero que nosso arroz seja capaz de entrar no mercado mexicano", acrescentou.

O conselheiro do primeiro-ministro de Comércio e Investimentos, Abdul Razak Dawood, disse no sábado que o Paquistão alcançou um espaço enorme no mercado global para vender arroz a clientes potenciais do Oriente Médio, América do Norte e regiões africanas para atingir a meta de aumentar a exportações agrícolas.

Ele disse que o governo pretende elevar as exportações ao nível mais alto de todos os tempos e, para esse fim, estava tomando diferentes medidas para recuperar os mercados tradicionais, além de acessar novos.

Conversando com a APP, ele informou que nos últimos anos as exportações locais de arroz ao México foram suspensas, mas este é um bom momento de recuperar sua condição.

Razak Dawood afirmou ainda que o arroz é a maior commodity de agroexportação paquistanesa, com um volume total de mais de US $ 2 bilhões, que aumentaria para US $ 5 bilhões nos próximos cinco anos.

Ele exigiu que os exportadores locais de arroz introduzissem novas variedades para melhorar a produção e a qualidade, investindo em pesquisa e desenvolvimento.

Dawood acredita que a pandemia trará uma mudança de paradigma e, portanto, criará grandes oportunidades adicionando que o coronavírus havia mudado o mundo e agora os processos de negócios seriam completamente diferentes.

"Um período tão difícil sempre traz novas oportunidades, novos produtos e novas formas de pensar", opinou.

MERCOSUL

Em abril e maio o México deve importar perto de 140 mil toneladas de arroz do Brasil e do Uruguai, sendo 70% de grão em casca. Para o analista de mercados da AgroDados/Planeta Arroz, Cleiton Evandro dos Santos, o México tem procurado novos fornecedores diante de uma coincidência do Covid-19 e a exigência de isolamento social ter afetado o mundo no exato momento em que seu maior fornecedor, os Estados Unidos, está sem estoques para assumir novos contratos até o início de outubro. "Diante de um aumento da demanda doméstica, precisando garantir abastecimento para os próximos meses e até fortalecer seu estoque, o México percebeu que sua dependência quase que exclusiva dos Estados Unidos não é um bom negócio para a atual realidade".

Segundo Santos, os mexicanos já contrataram a compra de 125 mil toneladas de arroz (base casca) no Brasil e no Uruguai, 75% em casca, e devem realizar novas compras para junho, julho e agosto. "No caso do Paquistão, que já foi fornecedor do México, me parece que há uma possibilidade maior para grãos aromáticos ou Índica de qualidade inferior, onde eles são muito competitivos. Mas, se a visita acontecer em julho, novos contratos e embarques só em agosto. Neste caso, pareceria mais lógico seguir comprando no Mercosul e, em agosto, contratar a importação de produto com frete rodoviário, ferroviário ou cabotagem dos EUA para setembro e outubro", avalia. Para Santos, o frete, a qualidade do grão e a alta competitividade do Mercosul, em função do câmbio, poderão ser os grandes diferenciais.    




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