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31.03.2020 | CONSUMO - por Band Campinas - SP

Prefeitura de Campinas vai fiscalizar alta abusiva de produtos em supermercados

Quem está indo ao supermercado já percebe o acréscimo dos preços

Os fiscais da Prefeitura de Campinas vão intensificar a fiscalização para apurar se há alta abusiva nos preços dos produtos comercializados em supermercados. Os aumentos vão de 9,8%, no caso do arroz, a 64,5% (batata).

Os produtos que apresentaram alta foram: leite(36,4%), feijão (50,3%), alho (18%), batata (64,5%), arroz (9,8%), molho de tomate (32,55%), limão (72,1%) e cebola (36%).

“Já estamos fiscalizando e vamos continuar”, disse o prefeito de Campinas Jonas Donizette (PSB).

A APAS, entidade que representa o setor, soltou uma nota na última quinta-feira (27/03), explicando que os supermercados repassam o custo dos produtos que adquirirem da indústria. E que os aumentos verificados, nos últimos dias, podem ocorrer devido à variação de matérias-primas e insumos. “Em alguns casos, o supermercadista se vê entre o dilema de comprar o produto por um preço maior ou ficar sem o produto em sua loja. Mesmo comprando mais caro, o supermercado está mantendo as mesmas margens de lucro. Ou seja, segundo recomendação da APAS, não devem aumentar suas margens de lucro. Apenas repassar o aumento do custo de aquisição”, diz a nota.

De qualquer forma, quem está indo ao supermercado já percebe o acréscimo dos preços.




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comentários (7)

31/03/2020 - Anderson F. Luz (são paulo - SP)
Sei...e o que eles esperam fazer com produtos que em plena safra estão sendo exportados a rodo com dolar ultra atraente?

Porem mesmo nestes casos, creio que o Governo deveria obrigar que no mínimo 50% da colheita seja vendida dentro do país todos os meses para garantir abastecimento minimo constante e combate a inflação.
Depois se tiver convulsão social por falta de oferta de alimentos e armazéns de produtores começarem a ser saqueados, não poderão nem chorar..quem planta ganancia colhe juízo, e ele não tarda.
31/03/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Seu Anderson viram como Deus tarda mas nào falha... Aqui se planta, aqui se colhe mesmo! Durante anos as indústrias importaram arroz a preço de cebola do Mercosul, fazendo com que os arrozeiros sucumbissem e quebrassem migrando para a soja! Agora Argentina, Uruguay e Paraguay voltam a suas costas para vcs! E dai ficam rogando praga para os produtores! Vá chorar para os seus parceiros! Não vai faltar arroz aqui. Deixem o pessoal colher. Estamos nem na metade da colheita! Vocês aproveitaram o dólar baixo, temos o direito de aproveitar dólar alto! Viram pq não acredito muito na lei da oferta e da procura... Quando a balança pende contra a indústria sempre vem artifícios de lá!
31/03/2020 - Ricardo garcia Chagas (Pelotas - RS)
Produtores cuidado com o golpe da industria, maior parte do arroz ja esta nas mãos das grandes que vão querer pagar pouco pros CPR , olhem o que a Indústria do Leite esta fazendo com os produtores , cancelando compras pra baixar o preço pros produtores que até jogando fora estão, e nos mercados o leite em caixa subindo todos os dias .
31/03/2020 - Marcos Hanus ( - CE)
Parabéns pelo seu comentário Flávio.
Perfeito
02/04/2020 - Walter Arns (Uruguaiana - RS)
Sr Anderson: melhor não falar nada ao invés de falar o besteirol que falaste.
Flavio: perfeito teus comentários, exceto qdo falas não crer nas leis de mercado. É justamente a lei da oferta e procura quem está determinando a realidade atual de preços, apesar de alguns dementes acharem que o governo através de seus burocratas interfiram para “regular” o mercado. Justamente burocratas que só nos prejudicam com um nobre discurso de ajudar o povo?
É que eles estão ociosos faz tempo, e quando aparece uma oportunidade como essa do vírus, querem mostrar serviço.

Tenha dó!!!!!
02/04/2020 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
Senhores,

Dirijo-me a todos com o respeito devido, o momento é de extrema tensão. Existe uma gama enorme de variáveis que estão fazendo com que o preço do arroz tenha surtido alta expressiva nas últimas semanas, cito alguns: aumento na demanda interna devido à mudança do perfil de consumo ( que se assemelha à Economia de Guerra, onde produtos mais básicos tendem a sofrer aumento de demanda ) , aumento da demanda externa ( Vietnã e outros grandes produtores estão retendo oferta, elevando os preço do arroz, países compradores de arroz querem fazer seus estoques, e câmbio nacional alto, acima dos R$5,20 ), aumento no custo do frete ( em torno de 15% ) devido a diminuição dos fretes de retorno, elevando o preço do transporte interestadual que compete ainda com o transporte de colheita, safra com tendência de estabilidade ou menor, com relação à do ano passado ( que já houve redução de 13% por conta das enchentes de Janeiro 2019 ) e, elevados custos de produção da cadeia produtiva.

Ou seja, RAZÕES para o aumento EXISTEM!! E são muitas!!

Mas, logicamente não demorará muito para que o arroz seja posto na posição de vilão nacional, nosso produto não conta com o respeito de muitos profissionais do ramo...

Estive fazendo uma pesquisa nas últimas semanas e percebi algumas coisas, que passo abaixo:

Preço o kg da Batata nessa crise = R$4,79
Preço do macarrão nessa crise - R$ 2,50 500g ou R$5,00 o kg
Preço do Fubá mimoso nessa crise = R$ 1,75 500g ou R$3,50 kg
Preço do Arroz na crise = R$ 13,99 pct de 5kg ou seja R$2,79 o kg

Ou seja, ainda o mais barato carboidrato do mercado...


Com esse dólar nessa altura, vamos exportar, mas lembremos que em breve compraremos insumos, todos vinculados à dólar.

Ninguém fica feliz com arroz subindo nessa velocidade, ainda mais com uma crise humanitária dessas, mas forçar a barra dizendo que produtor esta lavando a égua é muita falta de informação... Pois ele pode até estar com a égua um pouco mais limpa agora, mas dentro de meses a égua vai pro brejo de novo, quando ele for ter que comprar os insumos em dólar...

Desejo muita força ao setor nesse momento e que os produtores nacionais bem com as indústria e varejo, consigam atravessar essa fase com menos sicatrizes possível.

Observação: Vão travar uma guerra contra o arroz em breve, preparemo-nos.
03/04/2020 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
* Errata gramatical: Cicatrizes e não ' Sicatrizes ' .*

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