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20.02.2020 | SAFRA - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Cerca de 3% da lavoura gaúcha de arroz já foram colhidos

Tempo quente e radiação solar favorecem a cultura

 As lavouras no RS estão com bom desenvolvimento; com o tempo quente e a plena radiação solar favorecendo a cultura, a expectativa é de bons rendimentos. Já iniciou a colheita da cultura, obtendo-se ótimas produtividades nas lavouras da Fronteira Oeste e produtividade dentro da média esperada nas demais regiões. De forma geral, os níveis dos reservatórios continuam adequados nas principais regiões produtoras, mas alguns produtores esperam maiores precipitações para ser possível manter a irrigação e o potencial produtivo. A cultura encontra-se nas seguintes fases: 10% em germinação/desenvolvimento vegetativo, 33% em floração, 35% em enchimento de grãos, 19% em maturação e 3% foram colhidos.

Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, já está ocorrendo a colheita. Na Fronteira Oeste, em Itaqui, já foram colhidos 15%, e outros 85% das lavouras estão em maturação e no período reprodutivo. Em São Borja, foram colhidos 8%, outros 49% das lavouras estão em maturação e 43% no período reprodutivo; em Uruguaiana, 2% colhidos, 8% maduro e por colher e 90% em estádio reprodutivo. Já na região da Campanha, Sul e Central, 60% das lavouras ainda estão na fase de enchimento de grãos, outros 35% em floração e somente 5% delas na fase reprodutiva.

A produtividade, maior que a prevista inicialmente, chegou a 8,6 toneladas por hectare nas lavouras colhidas na Fronteira Oeste devido às ótimas condições fitossanitárias das lavouras e ao clima favorável durante o ciclo da cultura. A reposição do volume de água nas barragens é satisfatória. Em Hulha Negra, na Campanha, as lavouras utilizam predominantemente a água de barragens, cujos níveis ainda estão adequados. Não há relatos de ataques de insetos e de incidência de doenças nas lavouras, que estão sem problemas fitossanitários, favorecidas pelo clima ensolarado e de poucas chuvas. É realizado o manejo de preparo da colheita, com o rebaixamento da água dos quadros e a limpeza dos secadores e armazéns.

Na regional de Pelotas, a cultura está implantada em 19 dos 22 municípios da região, com uma área total semeada de mais de 150 mil hectares. As lavouras estão predominantemente nas fases reprodutivas, com algumas poucas áreas ainda em desenvolvimento vegetativo. A colheita já iniciou; em Pelotas 2% da área foi colhida. O tempo quente e a plena radiação solar favorecem o desenvolvimento da cultura; a  expectativa é de bons rendimentos. Os produtores manejam a água, aplicam adubação nitrogenada e monitoram a presença de pragas e o aparecimento de doenças.

Na de Soledade, 10% das lavouras de arroz estão em fase de desenvolvimento vegetativo, 40% na fase de floração, 40% em enchimento de grãos e 10% entre maturação e colheita. Lavouras com semeadura no cedo estão em fase de enchimento de grãos, maturação e colheita; aquelas com implantação mais tardia encontram-se em desenvolvimento vegetativo e florescimento.

O clima favorável na semana, associado à disponibilidade de água de irrigação, mantém a expectativa de boa produtividade. As lavouras colhidas apresentam ótima qualidade do grão e produtividade dentro da média esperada. Os cursos d’água continuam com baixa vazão e o nível de água dos reservatórios diminui. Embora ainda não falte água para irrigar a cultura, preocupa os agricultores a possibilidade de faltar água nas fases mais adiantadas da cultura. É baixa a incidência de pragas e doenças; são realizadas aplicações pontuais e preventivas de fungicidas.

Na de Santa Maria, a área plantada é de mais de 127 mil hectares. De maneira geral, a cultura encontra-se com bom desenvolvimento, e a maior parte das lavouras ainda está em desenvolvimento vegetativo e floração; a colheita começa em algumas delas. As chuvas de janeiro proporcionaram a recuperação dos mananciais para irrigação; porém, em função do atraso na irrigação, muitas lavouras apresentam incidência de invasoras.

Na de Santa Rosa, foram colhidas as primeiras lavouras, e os produtores relatam satisfação com a produtividade obtida. Há disponibilidade de água em barragens e riachos para as necessidades da cultura neste momento. Os mananciais estão com cerca de 50% de sua capacidade.

Na de Porto Alegre, as fases das lavouras de arroz são as seguintes: 45% em desenvolvimento vegetativo, 35% em floração, 16% em enchimento de grãos e 4% maduro. De forma geral, a cultura apresenta bom desenvolvimento, e o manejo da irrigação é realizado sem problemas significativos; no entanto, há casos pontuais de diminuição dos níveis de água em açudes e sangas, dificultando a irrigação de lavouras, principalmente entre os produtores que dependem dos rios e arroios, compartilhados por propriedades vizinhas.

Os produtores realizam práticas de manejo como adubação em cobertura, controle de mancha parda, percevejo e brusone, esta com cuidados redobrados nas variedades que não têm resistência.

Mercado (saca de 50 quilos)

No levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar, a cotação do arroz no RS alcançou preço médio de R$ 48,66/sc., um aumento de 0,64% em relação ao da semana anterior.

Na regional de Bagé, o preço variou novamente entre R$ 45,00 e R$ 51,50; na de Soledade, entre R$ 47,00 e R$ 49,00; na de Pelotas, o preço permanece estável e a variação continuou entre R$ 44,00 e R$ 52,52; em Santa Maria, entre R$ 46,50 e R$ 50,80. Na de Santa Rosa, o preço manteve-se em R$ 46,00/sc. e na regional de Porto Alegre, o produto foi cotado a de R$ 49,80/sc.




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comentários (7)

21/02/2020 - Ricardo garcia Chagas (Pelotas - RS)
Lavouras plantadas atrasadas e já fez frio essa noite e agora previsão de 3 dias com temperaturas de 10 à 12 graus , parece que o orizicultor gaúcho está premiado pois além dos preços baixos terá mais essa quebra por temperaturas baixas.
21/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)

Essa de 10 por cento em germinacao, deve ser piada, só se for no nordeste. Pq com esses 10% ja temos como quebra na certa. Pq vai colher só em julho.Sds.
21/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)
Imagine Uruguaina 90% no reprodutivo ,a recem formando o cacho dentro do arroz,'aí q o frio é mais prejudicial.
21/02/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Não são os grandes atacadistas que forçam os preços para baixo. É a nossa indústria para aumentar a margem. Preço do beneficiado não está caindo. Bem pelo contrário, tem subido. Avisei que ia dar frio no cedo. O grande problema é que começa a colheita e os CPRs tem que entregar o arroz e faturar as suas dívidas agora em março/abril... Arroz caiu na indústria não pertencem mais ao produtor... Sendo assim a indústria para ter caixa tem que faturar pelo preço mais barato possível... Engraçado que os preços despencam puxados pelas grandes... Sempre nessa época... Arroz do Paraguay com o dólar disparando só a R$ 55 hoje... A industria que siga com seus joguetes que vão ficar sem matéria-prima em seguidinha... Se baixarem os preços abaixo dos R$ 45 que é o que querem ano que vem a área plantada vai despencar mais ainda!
22/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)
Percebe q tem menos de 10% pronto pra colher. Os 70% corre risco com o frio
Esse frio de agora em torno de 10* já da uma travada no arroz q pode pode levar em torno de cinco dias pra se recuperar. Se der mais ondas de frio só vai atrasando o ciclo final. Torcer q em março não faça frio em torno de 5*grau.o q ocasionará uma quebra de no mínimo 35% do arroz no RS. A situação do arroz é gravíssima pq já deveria estar pelo menos 70% em fase de enchimento de grão. SSds.
24/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)
Já ouvi relatos de frio em torno de 6 graus em algumas localidades. Arroz nestas condições de quase geada já está seriamente prejudicado, dependendo do estágio estágio pode recuperar ou não , mas levaria mais de duas semanas pra recuperar já prejuízo em torno de 50%. Ninguém esperava esse frio , o último nessa época foi a quase trinta anos atrás.
27/02/2020 - Fernando José Rios de Melo (Rio de Janeiro - RJ)
33% em floração é preocupante, haja visto a friaca que tem ocorrido em vários locais do estado, notadamente naqueles em que se colhe tradicionalmente mais tarde. Paralelo, num cenário de pouca oferta, com dólar neutralizando a turma do mercosul, supermercado no RJ ainda com arroz t1 à R$9,95/5Kg no varejo e o que é pior, batendo com força na tv de hora em hora desestimulando o mercado a trabalhar o item arroz com resultado. Nesta altura o arroz já deveria estar no mínimo em R$14/15 pc. de 5Kg, se tivesse que dar uma esfriada nos próximos dois meses, se posicionando por baixo em12,95. A cadeia sofre com essas aplicações de verbas de outras categorias, notadamente multinacionais, aplicadas concomitantemente no 'garoto propaganda' predileto o arroz e a cadeia ...

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