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13.02.2020 | SAFRA - por Conab

Conab aplica reajuste de pelo menos 8,75% em preço mínimo do arroz a partir deste mês

O preço fica em R$ 39,63 no Sul do Brasil

O novo preço mínimo do arroz da safra 2019/2020 cultivado no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina está em R$ 39,63, uma alta de 8,75% com relação ao valor anterior. Nas demais regiões do país e no Paraná, a correção foi de 10,04% e chega a R$ 47,55. Os valores foram levantados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e publicados no Diário Oficial em julho do ano passado, mas só começam a valer a partir deste mês, quando inicia a colheita do produto.

A abertura inclusive foi celebrada em evento, na última quarta-feira (12), no município gaúcho de Capão do Leão, com participação de diversos agentes ligados ao setor orizícola. No encontro, o gerente de Fibras e Alimentos Básicos da Conab, Sérgio dos Santos, ressaltou que o baixo estoque de passagem, a alta do dólar e outros fatores devem manter o cenário favorável ao produtor, mesmo com o auge da colheita em março.

No mesmo dia, o grupo reuniu-se na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz, na qual foi avaliado o mercado atual da cultura. Segundo o gerente da Conab, na safra passada (2018/2019), o Brasil exportou mais de 1 milhão de toneladas, volume acima das expectativas, o que resultou em um superavit na balança comercial de aproximadamente 323 mil toneladas. “Falta ainda o registro do mês de fevereiro para a consolidação dos dados de exportação da safra anterior”, completou.

O preço estabelecido para o arroz é fruto da Política de Garantia de Preços Mínimos (Pgpm), ferramenta utilizada para diminuir oscilações na renda dos produtores rurais e assegurar uma remuneração mínima. Atua como balizadora da oferta de alimentos, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional.

Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)




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comentários (11)

14/02/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Ridiculo e patético esse preço mínimo... Ano passado o custo já era de R$ 48,55 conforme levantamento de órgãos oficiais e entidades de classe aqui no RS... A Conab anda em compasso de espera! Com esse preço mínimo jamais irá recompor sequer um grão dos seus esvaidos estoques, além disso atrapalha o produtor que fará EGF em março, pois terá que reservar mais produto para garantir o empréstimo. Todos sabem que se houvesse reposição anual pela inflação oficial o nosso preço mínimo já estaria ao redor de R$ 60/65... Mas infelizmente o mascaramento artificial não permite a correta formação dos preços... É por isso que devemos plantar cada vez menos arroz. Para nunca mais termos que vender para a Conab. Vender arroz a R$ 39,63 é perder R$ 12,00 por saco por baixo!!!
15/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)
Melhor exportar o q der a R$55,00.Sds.
15/02/2020 - Walter Arns (Uruguaiana - RS)
Eu acho ótimo que a Conab não tenha condições de refazer os estoques. Todos sabemos que isso só prejudica o produtor de arroz. Abaixo o intervencionismo. Fim do preço mínimo. Extinção da Conab. Isso é o ideal !!!
Tu não achas Flavio? Tu não achas contraditório falar em diminuir área plantada para termos melhores preços, e ao mesmo tempo estar sugerindo um preço mínimo “ justo” em torno de 60 reais? Chega a ser engraçado. E chamas isso de correta formação de preços??
16/02/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Não vejo contradição enquanto houver excesso de produção... Não vejo contradição enquanto o pgpm serve de base para as garantias dos EGFS... O plano B sempre terá que existir em mercados em que não há garantias contra importações descontroladas, oligopólios, concorrência desleal... O dia em que isso daqui funcionar como uma economia de mercado plena tranco a matraca!!!
17/02/2020 - Martins L. (Barra Velha - SC)
Olá pessoal! Sou Martins da National Brokers, comerciante de grãos. O preço não está amplamente favorável mas podemos ajudar exportando mais e fortificando o mercado nacional. Você que tem interesse em conhecer o meu trabalho entre em contato: lenon.martins@yahoo.com , vamos fazer esse país ser tão forte quanto os seu produtores! whats: 48 999113733.
17/02/2020 - Marcos Hanus ( - CE)
Parabéns Walter. Preço mínimo não deveria existir, nem agf, nem EGF.
Livre mercado é o ideal. Sem intervenção.
Aliás não deveria nem existir custeio para produzir lixo(arroz).
17/02/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Realmente política públicas não ajudam, mas quando o arroz era vendido a R$ 17, muita gente vendeu pro governo a R$ 25,80 e se não tivessem feito isso a coisa estaria bem pior!!! Porque são “olhudos” e plantam mais do que devem... Porque vão prá Argentina e Paraguay e mandam toda a safra para cá... Livre mercado com o custo aqui acima dos 50 e abaixo dos 30 no Paraguay!!! EGF não??? Vcs preferem vender em abril quando os CPRs entravam o mercado a vender em novembro??? Parabéns vcs são uns gênios... Mas mais inteligente é um(a) que quer ajudar e resolver os problemas do arroz com seguro rural... Matou a pau!!! Redução de área é a única solução, pois assim não teremos que nos preocupar com os excedentes!!! O resto é balela...
17/02/2020 - Edereson Diehl ( - AC)
Oh dólar, o q está esperando pra chegar aos R$4,50.Se bem q um valor de R$4,70 o dólar na colheita seria o ideal.Sds.
17/02/2020 - Marcos Hanus ( - CE)
A conta é simples. Quem não tem condições de produzir arroz com recurso próprio, sem precisar de esmolas dos bancos, industria e governo, e vender a 40 o saco, que não se meta plantar arroz. Essa é a solução.
Se plantar muito, o preço pode cair pra 30 o saco. Esse é o risco.
Infelizmente falta inteligencia e bom senso ao arrozeiro.
18/02/2020 - Walter Arns (Uruguaiana - RS)
Redução de área com preço mínimo acima de 60 reais/sc?
Imaginem se isso funcionasse. O governo seria o único comprador, já que o mercado hoje paga ”só” 50.
É claro que precisaríamos ser muito ingênuos para acreditar numa utopia dessas, mas de qualquer forma podemos fazer esse exercício de raciocínio.
Quanto aumentaria a área plantada? E o que o governo faria com todo o excedente que se criaria?
Bom, esse raciocínio não vale a pena levar adiante. Melhor deixar isso para quem ainda acredita que a pgpm, depois de tudo que já vimos, ainda pode vir a funcionar. Não é o meu caso!
19/02/2020 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Quando falei em preço minimo 60/65 gostaria que o de mercado estivesse 70/80... Quando falo em preço minimo é no sentido de não precisarmos muitas garantias para quando precisarmos de crédito oficial termos de deixar o dobro do produto em garantia nos silos. Mas tem gente que prefere CPR que EGF paciência! Um custa 70% ao ano. O outro 7.5%... Ou não??? Em momento algum eu mencionei um preço minimo acima do de mercado. Ou me expressei mal!!! Mas vcs tem que concordar que a indústria na colheita força os preços para baixo sabendo que com um mínimo baixo o governo não vai lançar medidas protetivas ao produtor??? Exemplo de agora quando existe uma margem de R$ 10 entre o preço de mercado R$ 50 e preço minimo de R$ 39,63... Confesso que os preços do arroz vão cair para R$ 42 em abril no forte da colheita. Algumas indústrias vão pagar R$ 40 para o 424 no máximo!!! Minha pergunta: - Se o preço minimo fosse de R$ 50 isso aconteceria??? De que adianta o produtor vender 50% da sua safra por R$ 40, 25% por R$ 45 e o restante a R$ 50 ou mais?

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