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01.11.2019 | ESPECIAL

Um mar de arroz

imagem Líder: Carmona ainda dá consultoria

 De 1983 até 1985, o ritmo de crescimento da área com a BR-IRGA 409 foi muito rápido. Em pouco tempo, praticamente todas as lavouras gaúchas e um bom volume de áreas no Brasil e no Mercosul utilizavam a BR-IRGA 409 e, posteriormente, a BR-IRGA 410, nas décadas de 1980 e 1990. Somente no Rio Grande do Sul já foram semeados mais de 6 milhões de hectares com essa cultivar desde então, produzindo cerca de 42 milhões de toneladas de um grão com classe premium.

Com um valor atual de aproximadamente R$ 1 mil por tonelada, seu alto percentual de grãos inteiros e rendimento de engenho, este material já injetou na economia gaúcha cerca de R$ 42 bilhões. Um argumento mais do que suficiente para derrubar comentários que dizem que o Irga custa muito caro para a lavoura.

Em 2010, um grupo multidisciplinar de pesquisadores do Irga, da Embrapa e da UFSM conduziu experimentos para identificar a evolução das produtividades e do rendimento das variedades de arroz irrigado desde o lançamento da BR-IRGA 409. O resultado mostrou que, até então, a média produtiva da cultivar era superior ao valor médio do conjunto das demais avaliadas. Sua qualidade de grãos estava entre as três cultivares que se destacavam muito acima das demais.

AGULHINHA

A mais longeva das cultivares gaúchas continua – ainda que em menor área face aos avanços de sistemas de defesa como o CL – com seu mercado cativo e ainda hoje é a principal representante da consolidação da marca de grão agulhinha, de alto rendimento de engenho, translúcido, baixo percentual de defeitos e ótimo cozimento, e da alta qualidade do arroz gaúcho.



FIQUE DE OLHO
Além da cultivar referencial – e tantas outras –, Paulo Sérgio Carmona legou para a cultura do arroz os três filhos engenheiros agrônomos e pesquisadores de destaque no cenário da orizicultura gaúcha, Luciano, Felipe e Rafael, e a neta Gabriela, herdeiros do DNA arrozeiro.

EDIÇÃO 72

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EDIÇÃO 72
Novembro de 2019

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