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01.11.2019 | EXPORTAÇÃO

Melhor que o esperado

Contra as previsões, Brasil mantém o superávit na balança comercial 2019/20

 Uma conjuntura formada pela valorização do dólar, abundância de oferta, referencial de qualidade para alguns países e retomada das vendas com o Oriente Médio está assegurando ao Brasil até outubro a condição de exportador líquido na balança comercial do arroz. O resultado é parcial, pois o ano comercial começou em março de 2019 e vai até fevereiro de 2020.

Entre março e setembro do ano corrente, o Brasil exportou 761.538 toneladas de arroz em base casca, mas importou bastante também: 654.639 toneladas, em especial do Paraguai. O saldo da balança comercial é de 108.899 toneladas. Poderia ser melhor esse desempenho não fossem as graves crises econômicas da Venezuela e de Cuba, que lideraram as compras nas últimas temporadas.

No ano civil, que vai de janeiro a dezembro, o Brasil tem um superávit ainda maior e soma 987.236 toneladas exportadas, com destaque para a Venezuela , ainda carregando contratos remanescentes, com 202,7 mil toneladas. Em seguida, os tradicionais compradores de quebrados de arroz africanos, Senegal (150 mil toneladas) e Serra Leoa (117 mil), o Peru, que tornou-se um importante comprador de arroz branco de alta qualidade e alto valor agregado, a Suíça e a Gâmbia, outras duas compradoras de quebrados.

Quem deve avançar neste ranking é o Iraque, que está embarcando o segundo navio com 31 mil toneladas de arroz beneficiado, operação que apesar dos preços ajustados, mereceu comemorações no país e no Mercosul, pois vendeu 75 mil toneladas.

Entre as importações, o Brasil soma a compra de 772.424 toneladas, com média mensal de 85,8 mil, sendo que o Paraguai confirma-se como nosso grande fornecedor: somou 540.797 mil toneladas vendidas para o Brasil, com média mensal de 60,8 mil. É seguido da Argentina, com 123,7 mil toneladas, e do Uruguai, com 97,2 mil toneladas. A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de operadores e de traders é que permaneça um equilíbrio nas vendas e nas compras externas com o país exportando entre 1 e 1,1 milhão e importando muito perto disso.

EDIÇÃO 72

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EDIÇÃO 72
Novembro de 2019

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