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20.01.2020 | ANáLISE DE MERCADO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Pico de entressafra eleva preços do arroz no país

Oferta reduzida e expectativa de safra menor fazem com que os preços se elevem

imagem Colheita paraguaia está atrasada por causa do clima Foto: Eládia S/A

O mercado vive o futuro agora, antecipa-se sobre as posições e faz seus fundamentos. Ao antecipar-se sobre a expectativa de colheita menor na próxima safra, na baixa disponibilidade de estoques entre produtores e pequenas e médias indústrias, na oferta internacional do grão brasileiro ainda competitivo com o dólar oscilando, mas na casa dos R$ 4,00, e uma colheita menor também no Mercosul, o mercado determina novos patamares de preços para o arroz, com médias próximas ou superiores a R$ 49,00 no Rio Grande do Sul e máximas de R$ 55,00 para produto superior.

O indicador de preços do arroz em casca Esalq-Senar/RS, aponta média de R$ 50,08 no Rio Grande do Sul na última sexta-feira, dia 17. Mas, na sexta-feira e na segunda-feira o mercado costuma recuar e viver de sondagens e poucos negócios. A expectativa é de que os preços se elevem um pouco mais e só comecem a cair mediante a entrada da nova safra, uma alteração no câmbio ou uma nova leitura de safra mais ofertada, o que é difícil.

Os preços do arroz nos demais estados produtores veem acumulando alta, o que deve fazer, por exemplo, que o Mato Grosso aumente sua área plantada em segunda safra, ainda assim em volumes pouco significantes. Na última semana a quirera acompanhou a alta, e com falta de produto houve disputa e avanço para R$ 46,00 pela saca de 60 quilos.

MERCOSUL

Na última sexta-feira o presidente da Câmara Paraguaia das Indústrias do Arroz (Caparroz) Ignácio Heinsecke confirmou para Planeta Arroz que o país vizinho alcançou um feito inédito ao assegurar a exportação, em pleno período de safra, de mais de 170 mil toneladas de arroz, em base casca, para terceiros mercados. Atenderá a América Central, o México e a Europa, principalmente. Há uma grande esforço paraguaio para buscar terceiros mercados e reduzir sua "brasildependência'. "Em princípio, com estes negócios confirmados, não haverá uma grande pressão de oferta no Paraguai para atender o Brasil na colheita, como sempre ocorre, pois ao lado das exportações inéditas, temos também um atraso importante em parte da colheita por causa de problemas com o clima", avisa.

MERCADO

A Corretora Mercado, de Porto Alegre, projeta preço médio de R$ 49,80 no RS para a saca de arroz de 50 quilos, em casca (58x10). Já a saca de arroz branco, beneficiado, em 60 quilos, Tipo 1, é cotada a R$ 110,00. O canjicão se manteve em R$ 67,00 e bastante procura por causa das exportações e a quirera subiu para R$ 46,00. A tonelada do farelo de arroz manteve-se em R$ 490,00.

PREÇOS AO CONSUMIDOR

Houve pequenos ajustes, para cima, nos preços ao consumidor, seguindo uma tendência de repasse dos preços da indústria para o varejo. A tendência é de que com a chegada do final do mês esses preços finais subam um pouco mais.           


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