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07.01.2020 | SAFRA - por Marco Aurélio Marques Tavares - diretor de Mercados da Federarroz e agropecuarista

Exportações de arroz batem recorde em dezembro

Volume mensal só é inferior, nos últimos sete anos, a dezembro de 2018

A movimentação de arroz no Porto de Rio Grande/RS foi intensa no mês de Dezembro e os embarques totalizaram 237 mil toneladas, sendo um dos recordes de volumes mensais exportados, sendo inferiores apenas, as 287 mil toneladas escoadas em dezembro de 2018.

As importações voltaram a cair e foram de apenas 64 mil toneladas em Dezembro e gerando um acumulado no mesmo período, de 880 mil toneladas, e contribuindo para aumentar o Superavit da Balança Comercial, que ultrapassa 335 mil toneladas.

Destaque para a operação de 45 mil toneladas de arroz beneficiado para o Iraque, mercado excepcional para o produto brasileiro (gaúcho); para a Venezuela foram destinadas 62 mil T de arroz em casca e 14 mil T de arroz beneficiado e para o Peru, 11,6 mil T de arroz beneficiado, além de dezenas de Contêineres para importantes mercados: México, Arábia Saudita, Porto Rico, Espanha, Chile, EEUU, dentre outros.

De Março a Dezembro as exportações já alcançaram 1,2 milhão de toneladas, mais de 20% sobre as previsões iniciais. Mesmo com redução na oferta, devido à expressiva quebra na safra brasileira e estoques mais enxutos, mas com o dólar valorizado, foco no escoamento externo (esteriliza os excedentes),produto qualificado, mercado internacional ativo (o arroz em casca é negociado na CBOT/ a U$ 14,5/casca, contra a média regional que ainda não alcança U$ 12, com defasagem superior a 20%) deram competitividade ao produto gaúcho, que contrariando as previsões inicias(Consultoria chegou a prever déficit superior a 1 milhão de toneladas), deverão superar expressivamente as importações, reduzindo ainda mais os estoques finais e pressionando ainda mais os preços no final da atual entressafra.

A exemplo de outras comoditties, como a soja e recentemente a carne bovina, o mercado externo deverá, apesar das inúmeras dificuldades regionais, ser o grande FATOR DE PRECIFICAÇÃO do cereal, conseguintemente, os maiores esforços da cadeia produtiva devem ser direcionados para o mercado externo, e a liberação da estrutura da CESA no Porto de Rio Grande, exclusivamente para ao arroz, será um passo Logístico fundamental para tal.




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