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01.08.2019 | CAPA

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O Projeto 10+ faz bem para o bolso do rizicultor gaúcho

imagem Difusão em pequenos grupos de lideranças

 Os resultados em termos de rendimentos obtidos nos três anos de ação direta do Projeto 10+, desenvolvido em parceria pelo Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (Flar) e pelo Instituto Rio Grandense do Arroz, envolvendo quase 11 mil hectares de áreas demonstrativas e cerca de 12 mil produtores, colaboradores de lavoura e técnicos e alcançando média superior a 10 mil quilos por hectare, demonstram que as tecnologias propostas são altamente eficientes. No entanto, para o coordenador-geral do projeto, Luciano de Campos Carmona, o mais importante é demonstrar o quanto a proposta é eficaz, ou seja, qual o resultado econômico que a tecnologia proporciona.

Para isso, realizou uma análise dos cinco componentes nos quais as intervenções do programa são mais contrastantes: sistema de semeadura, densidade de semeadura, adubação, gastos com aviação agrícola e manejo fitossanitário, sempre comparando as unidades demonstrativas com o manejo das áreas comerciais do grupo de produtores-líderes.

“Considerando que 60% das áreas foram implementadas em semeadura direta sobre resteva da soja, há uma economia de R$ 348,00 por hectare, onde a referência são os custos de produção calculados pelo Irga, que é de R$ 580,00 para o preparo menos o entaipamento”, assegura Carmona. Já no caso das sementes, a economia foi de 20 quilos por hectare, ou R$ 59,00.
O investimento com adubação na média das áreas do projeto teve acréscimo de R$ 64,00, enquanto com a aviação agrícola houve economia de R$ 87,00. “Com o uso de cultivares resistentes à brusone, a redução de uso dos fungicidas e inseticidas gerou economia de mais R$ 119,00, totalizando R$ 608,00 por hectare, ou 9,3% levando em conta o custo base de R$ 6.500,00 por hectare”, completa.

Tomando como base os custos de produção referidos, o preço base de R$ 800,00 por tonelada pago aos produtores e os diferenciais proporcionados pelo projeto, a conclusão é de que o resultado financeiro dos arrozeiros que participaram do Projeto 10+ em suas áreas comerciais foi de R$ 1.061,00 por hectare, enquanto que a média das lavouras demonstrativas propiciou um saldo de R$ 2.364,00 por hectare. “As unidades demonstrativas nas quais o manejo foi preciso e a produtividade foi superior geraram ganhos de R$ 3.350,00 por hectare, evidenciando que no cenário atual, altas produtividades e gestão dos custos de produção são essenciais para que o rizicultor tenha rentabilidade na atividade arrozeira”, conclui Carmona.


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