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01.08.2019 | CAPA

Mais que um projeto

Projeto 10+ mostra que com tecnologia, a lavoura de arroz tem viabilidade

 O Projeto 10+, programa de transferência de tecnologias produtor a produtor desenvolvido pelo Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (Flar) em parceria com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e aplicado no Rio Grande do Sul, encerrou a sua quarta temporada de atuação nas lavouras do estado. O balanço fala por si: 366 lavouras demonstrativas em 10.960 hectares nas seis regiões gaúchas, impacto em mais de 600 mil hectares e avanços mensuráveis em produtividade e renda.

O custo reduziu até R$ 608,00, considerando cinco pontos estratégicos do cultivo, enquanto a renda de quem assimilou em suas lavouras a proposta do projeto, considerando média de custo, preço, produtividade e produção, ficou entre R$ 1 mil e R$ 3,35 mil por hectare, dependendo da área.

Iniciado em 2015/16 com o treinamento e qualificação dos extensionistas do Irga e validação das tecnologias, o programa entrou nas lavouras para valer na safra 2016/17. O coordenador-geral do projeto e consultor do Flar, Luciano Carmona, destaca a realização de 252 roteiros técnicos capacitando 11.818 agricultores, colaboradores de lavouras, técnicos e estudantes no manejo para altas produtividades.

“Para ter uma ideia, nas 366 lavouras demonstrativas, o rendimento médio foi de 10.100 quilos por hectare, 19% superior ao obtido nas áreas comerciais dos rizicultores que participaram do projeto e 23% acima da média do estado”, comemora Carmona. Além disso, o uso de conceitos de agricultura de processos reduziu em 9,3% os custos de produção, ponto fraco da orizicultura gaúcha.

Os resultados da primeira fase do Projeto 10+ gestão 2014/18 demonstram que tanto a estratégia de extensão “produtor a produtor” como as práticas recomendadas são eficientes e eficazes, evidenciando que é possível melhorar a competitividade dos agricultores via aumento dos rendimentos e redução de custos e também do impacto ambiental.

“É uma tecnologia que pode ser adotada independentemente do tamanho da lavoura, do sistema de cultivo ou da região e proporciona avanços importantes no conjunto do sistema produtivo, que precisa ser cada vez mais competitivo e rentável”, avalia Carmona.

O P10+ foi desenvolvido a partir de duas estratégias: o diagnóstico da situação tecnológica nas regiões e microrregiões arrozeiras, identificando os fundamentos de manejo que devem ser abordados, e o planejamento das parcelas demonstrativas com adoção de técnicas para altas produtividades em comparação com o manejo tradicional do produtor. Os extensionistas trabalharam com grupos pequenos de produtores-líderes em cada núcleo, programação constante e trocas de ideias e experiências com grupos maiores, o que fez as tecnologias irem muito mais longe e profundamente nos sistemas de produção.

P10+: a marca da qualificação do manejo em busca de produtividade e renda


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