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01.08.2019 | MERCADO

A volta dos que não foram

Depois de boa arrancada, preços decepcionam no primeiro semestre do ano

 O ano que começou com expectativa de boa remuneração para o arroz, baseando-se em menores estoques e oferta por causa do saldo na balança comercial e a quebra de quase 1,6 milhão de toneladas da safra 2018/19, decepcionou os arrozeiros.

A média de preços entre janeiro e junho foi de R$ 41,57 para a saca de arroz em casca de 50 quilos (58x10) no Rio Grande do Sul, estado que baliza as cotações brasileiras, no indicador de preços Esalq-Senar/RS. Em 30 de julho, a média era de R$ 42,90. A melhor cotação média do semestre é de maio (R$ 44,22) e a pior foi em março (R$ 39,31).

Na mesma data, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicou preço de R$ 42,36 para a saca no Rio Grande do Sul, 3,42% de alta em 12 meses. Pelotas registrava R$ 46,50, queda de 3,13% para os R$ 48,00 há um ano. Explica-se pela menor disputa por arroz em casca para a exportação.

Em Santa Catarina, o preço evoluiu 9,54%, para R$ 42,04, e no Tocantins, 3,64%, R$ 57,00 (60 quilos). O Mato Grosso, com menor safra, chegou à valorização de 44,3%: R$ 60,29.
As principais razões para a comercialização fraca, segundo os agentes de mercado, estão ligadas às deficiências estruturais da cadeia produtiva. Com até 75% dos agricultores sem acesso ao crédito oficial e dependentes do custeio da indústria e de fornecedores por meio de cédulas de produto rural (CPR’s) com vencimentos em março e abril, ao menos 60% da oferta da safra vai diretamente aos engenhos na colheita. Com esses estoques, a indústria sai do mercado e organiza sua oferta.

A presença maciça de arroz do Mercosul em São Paulo e Minas Gerais, competitivo, força valores menores. Queda no consumo, difícil negociação com o varejo, menor demanda interna e necessidade do produtor fazer caixa para encarar as despesas, além do mercado global pouco demandado, ampliaram a dificuldade e impediram os preços de subir além dos R$ 45,00. Mas a expectativa é de que gradativamente essa tendência seja revertida até fevereiro.


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