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10.09.2019 | DíVIDAS - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Cadeia produtiva aguarda acordo político para dívidas

Representantes da cadeia produtiva estiveram reunidos, ontem, em Brasília (DF) com setores do governo para fechar as condições

Ainda esta semana pode sair fumaça branca da chaminé do Ministério da Economia com uma proposta de solução para o endividamento do setor produtivo do arroz. A expectativa é dos políticos e representantes da cadeia produtiva que estiveram reunidos nesta segunda-feira, em Brasília (DF) com setores do governo. O encontro aconteceu no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), estabelecendo uma pré-pauta para um acordo voltado à orizicultura, cuja condição é considerada excepcional pelo governo.

Em mensagem ao setor pelas redes sociais, o senador Luiz Carlos Heinze (PP/RS) divulgou nesta segunda-feira que o acordo ficou costurado, apenas aguardando o aval dos ministros Paulo Guedes, da Economia, Tereza Cristina (Agricultura) e do Ministério do Planejamento. A expectativa é de que o encontro ocorra até a próxima sexta-feira, com uma resposta final. O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, explicou que embora esse acordo já tenha sido sinalizado em outras oportunidades, houve avanços importantes na área política.

“As propostas anteriores estavam ainda longe da realidade da lavoura. Agora estamos chegando mais próximo da viabilidade”, explicou Velho. A proposta do governo, inicialmente, era de juros entre 10% e 12,5% ao ano, o que a lavoura, sem renda há cinco safras, não teria condições de bancar. O economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, representou o presidente Gedeão Pereira no encontro. Ele tem sido responsável por um conjunto de sugestões de viabilidade técnica para o acordo.

Heinze afirma que a cadeia produtiva espera um prazo de 12 para o pagamento do passivo, com no máximo 8% de juros e três anos de carência, somando 15 de prazo total. A linha de crédito teria como fonte os depósitos de caderneta de poupança de bancos cooperados e serviria para quitar, também, dívidas junto aos fornecedores de insumos, serviços e CPRs de indústrias. Também há expectativa de avanço no Fundo de Aval, que permitirá aos produtores uma espécie de seguro mútuo, como já ocorre em outros segmentos agrícolas.




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