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17.07.2019 | MERCOSUL - por Canal Rural

Tereza Cristina: ‘Brasil não precisa se preocupar com leite e arroz do Mercosul’

Ministra defendeu que bloco sul-americano foque no novo acordo entre Mercosul e União Europeia, ao invés de se preocupar com entrada de produtos de países vizinhos

 Nesta quarta-feira, dia 17, a ministra Tereza Cristina, acompanhada do secretário-executivo, Marcos Montes, deu as boas-vindas aos representantes de delegações estrangeiras para a Reunião de Vice-Ministros de Agricultura do Brics. Durante o encontro, Tereza deu algumas declarações sobre o acordo do Mercosul com a União Europeia.

Para a ministra, com o Brasil assumindo a presidência temporária do bloco, diversos assuntos do acordo poderão ter continuidade, além da apresentação de novas propostas. “Tem o acordo Mercosul União Europeia que precisa ser dado prosseguimento de como isso vai se dar nesses próximos, até que se passe pelos parlamentos e outros assuntos muito importantes do bloco. O país assumindo teremos assuntos que vamos colocar à mesa, com nossos parceiros do Mercosul, e tenho certeza que agora as coisas caminharão”, afirma.

Segundo ela, o Brasil possui um ótimo clima de discussão, mas com alguns problemas no agronegócio. “Temos alguns problemas entre nós, que nos afetam e que nós temos que trabalhar uma nova maneira de ganhar novos mercados em vez de estarmos aqui, preocupados com o leite que vem da Argentina e o arroz que vem do Uruguai e do Paraguai”, disse a ministra.




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comentários (8)

17/07/2019 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Mas como não se preocupar Sra. Ministra? O arroz uruguaio e paraguaio segue entrando noite e dia atravancando o nosso mercado. O acordo Mercosul-União Européia vai levar no mínimo uns dois anos para ser operacionalizado!!! É por essas e outras que sigo desconfiando que as medidas não virão a tempo e peço redução de área !!! Cada um sabe aonde aperta o seu calo, mas tão demorando demais para anunciar algo de concreto. Quando isso acontece é porque virão apenas medidas paliativas ou não virão nenhuma medida significativa!!! Lamentável isso porque resolveram o problema do vinho... Mas com o leite e o arroz não sabem o que fazer!!!
17/07/2019 - Marcos Hanus ( - CE)
Não existe varinha mágica. Repito.
A única solução é reduzir a área plantada pela metade.
17/07/2019 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Se elegeram com o discurso protecionista de que antes de abrir novos mercados iriam resolver os problemas internos e pontuais. Ou pelo menos tentar pois face a tributação excessiva o produtor brasileiro sempre teve dificuldade de competir... Mas parece que a coisa mudou... Cada vez mais acredito que é cada um por si Seu Marcus!!! Vai ficar meia dúzia... De produtores e meia dúzia de indústrias.
18/07/2019 - Aluizio Goulart (Viamão - RS)
Que Belo discursou ministra acho q a senhora não sabe o que nos arrozeiros estamos passando.
18/07/2019 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Barbaridade, é tudo o que não queremos ouvir sobre o Mercosul, vai continuar a mesma porcaria neste tratado infame. Vamos continuar inundados de arroz Paraguaio.
Por que ela não explica como vamos competir com os demais países integrantes do bloco se nossos custos são os mais altos ? É óbvio que a UE vai exigir preço competitivo com o mercado internacional, sem falar que não abrem mão de cotas que no momento são insignificantes. Pelo jeito segue o baile com a mesma música do passado!!!.
18/07/2019 - Marcos Hanus ( - CE)
O problema do setor arrozeiro existe a anos. Pela primeira vez, o governo federal recebeu e deu ouvidos a reclamação dos produtores, mas até resolver a situação está muito longe.
Os únicos que podem dar fim a crise são os produtores. Reduzir a produção e oferta. Quando as prateleiras de supermercado ficarem vazias de arroz, haverá procura e o preço irá subir. Simples assim.
18/07/2019 - Edereson Diehl ( - AC)
Tô nem aí,^tô nem aí....esse discurso da ministra foi de lascar mesmo, como vai abrir novos mercados sem proteger o interno, acha q alguém vai seguir produzindo com meia dúzia de réis. O pordutor terá q tomar medidas drásticas no plantio, plantar área com 60% de soja e só 40% de arroz, isso se quiser sobreviver na funcão, não tem outro jeito. Vejo a abertura de novos mercados importante, mas se houver um planejamento bem arquitetado, isso não é coisa pra amadores. Apresentem um plano técnico onde e como isso vai dar certo e como os produtoresdeverão proceder pra terem renda. Acho q produzindo arroz a um custo acima de R$50,00 e vendendo a pouco mais de 40,00 o saco de 50kg, é q não terão renda mesmo.SDS.
19/07/2019 - Marcos Hanus ( - CE)
Acompanho o comportamento dos arrozeiros faz tempo.
O arroz pode baixar a 30,00 o saco que ninguém pára de plantar. As indústrias sabem bem disso.

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