Facebook

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
news
assine 3

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Assine 4

notícias

24.06.2019 | ANáLISE DE MERCADO - por Planeta Arroz

Preços caem com indústrias fora do mercado

Estoques garantidos pelas CPRs e expectativa de oferta a partir de julho mantêm indústrias recuadas nas compras

imagem Com abastecimento garantido, pressão está sobre os produtores

Se há uma rotina no mercado de arroz na última década é a dos preços recuarem. E dessa vez, mesmo com a confirmação de uma quebra superior a 1 milhão de toneladas na safra do Rio Grande do Sul, estoques em queda e uma relação de oferta e demanda muito ajustada nos números dos organismos oficiais, não está sendo diferente. Junho entra na última semana – e no inverno – acumulando retração de 1,6% nos preços da saca de arroz em casca de 50 quilos (58x10) ao produtor gaúcho, cotada a R$ 43,63 na última sexta-feira, dia 21 de junho, segundo o indicador de preços Esalq/Senar-RS.

É o menor preço praticado em um mês. Em dólar, equivale a US$ 11,40.

O analista da consultoria AgroDados/Planeta Arroz, Cleiton Evandro dos Santos, destaca que o melhor preço de junho foi R$ 44,65, ou R$ 1,02 acima do atualmente praticado. “A retração chega a 2,3% no acumulado entre o teto e o piso das cotações em junho”, frisa. Segundo ele, alguns fatores pesaram nesse recuo, como dois “feriadões”, um pequeno aumento nas importações de arroz paraguaio em maio para São Paulo e Minas Gerais, que queira ou não são balizadores de preços no Brasil central, os números negativos da economia e a falta de uma perspectiva real de solução para o endividamento dos produtores.

“Mas, o fator primordial dessa queda de preços é que boa parte das indústrias estão abastecidas pelo produto que receberam em pagamento do custeio direto, via CPRs, e agora têm o tempo a seu favor, pois sabem que a partir de julho o arrozeiro precisa fazer caixa para quitar parcelas de custeio e de renegociações de dívidas, além de comprar insumos para o plantio da próxima safra que já começa em 90 a 100 dias em algumas regiões”, avalia.

Segundo ele, a indústria está “comprada” até setembro, pelo menos. E conta com a oferta de julho a outubro pra se abastecer até o final do ano. “A exceção são as indústrias de menor porte, que têm o giro comercial mais curto e menor volume de capital, e precisam recorrer os fornecedores em intervalos mais curtos”.

De acordo com Santos, na Fronteira Oeste e na Região Central há informações consolidadas de produtores que venderam arroz com 60% de grãos inteiros a R$ 44,00 em abril e maio, agora vendendo a R$ 40,00 o produto do mesmo silo por necessidade de fazer caixa. “Não é uma regra generalizada, mas um recorte preocupante do que está ocorrendo em duas regiões de alta produção. O momento do mercado é do produtor pressionado e na medida em que o tempo passa em direção à época de plantio, a pressão aumentará também para quem ainda tem arroz em casa, mas capital limitado”, resume.

Ainda de acordo com o diretor da AgroDados, o comportamento da comercialização trouxe angústia aos agricultores. “O que se viu nesse mês foram muitos desabafos, pois também se esperava uma solução mais efetiva para os endividamentos envolvendo o Plano Safra. Houve evoluções importantes no anúncio, com relação ao crédito, ao seguro agrícola, mas precisamos ver se os recursos anunciados serão executados e chegarão nas lavouras, pois há um abismo histórico entre o que é anunciado e o que alcança a mão do agricultor”, revela.

Para o analista, a temporada trouxe outro fator que exige maior planejamento na estratégia comercial de arrozeiros que estão optando pelo cultivo de soja em várzeas como alternativa. “Vimos muita gente, nesta temporada, vendendo a soja praticamente direto da colheitadeira, graças à sua liquidez, na esperança de vender bem o arroz no segundo semestre. No entanto, estes produtores não conseguiram alcançar nem grandes produtividades de soja e nem aproveitaram os melhores preços, até aqui, da oleaginosa no mercado. E isso precisa estar na ponta do lápis pra ver o quanto está compensando financeiramente, já que do ponto de vista agronômico, bem conduzida, essa rotação traz vantagens e tem sido a solução pra muita gente”.

Os preços médios de comercialização no mercado livre gaúcho recuaram para R$ 42,00 a R$ 43,00, mas boa parte dos negócios está sendo fechada abaixo destes patamares. Santa Catarina também refletiu a queda, e opera com comercialização bastante restrita entre R$ 41,00 e R$ 42,00 apesar de uma referência pró forma em R$ 43,00 na maioria das praças.

No mercado internacional, o analista aponta que houve evolução nas cotações da Índia e da Tailândia, mas associadas à valorização das moedas nacionais em relação ao dólar. No Vietnã a safra vem aumentando a oferta e reduzindo os preços de exportação. "No entanto, o que preocupa esses mercados e deve nos preocupar também é a redução da demanda internacional", avisa. Santos também aponta que apesar da expectativa de redução da área plantada nos Estados Unidos, por problemas climáticos, os analistas daquele país estão indicando o ingresso da próxima safra, a partir de agosto, em níveis muito competitivos de preços para recuperar o mercado perdido na América Latina, em especial para o Brasil. Na semana passada os estadunidenses anunciaram uma venda de 120 mil toneladas de arroz para o Iraque, mas não formalizaram os termos.

EXPORTAÇÕES

Uma das boas notícias para o setor é que apesar da baixa expectativa, o mês de maio confirmou mais um superávit importante na balança comercial do arroz. O Brasil exportou 8,3% mais grão do que em abril, fechando os embarques em 139,3 mil toneladas. Foram cerca de 10 mil toneladas a mais. O problema é que as importações também cresceram, e muito: 29,2%, ou 21 mil toneladas, para 93,3 mil toneladas.

O saldo da balança comercial em maio foi de 46 mil toneladas, mas serviu para demonstrar que mesmo com um dólar mais inclinado às exportações, o Paraguai consegue ser bastante efetivo nas vendas para o Brasil Central, e isso tem sido determinante para balizar preços em São Paulo, Minas Gerais e arredores. “Das 93,3 mil toneladas adquiridas pelo Brasil em maio, 69,4 mil foram do Paraguai. Nos cinco primeiros meses do ano já foram mais de 260 mil toneladas e 210 mil foram nos últimos três meses”, compara Cleiton Evandro dos Santos.

“Em março tivemos um superávit de 80 mil toneladas, e em abril de 56 mil toneladas. Ou seja, gradativamente o Mercosul está ampliando a sua internalização de arroz no Brasil numa velocidade maior do que avançam nossas exportações, apesar do câmbio”, sustenta.

No primeiro trimestre do ano comercial, de março a maio, o Brasil tem um saldo positivo de 182,6 mil toneladas de arroz, em base casca. Exportou 426,7 mil e importou 244,1 mil. O destaque são os quebrados de arroz para a África cuja demanda foi fortalecida desde o final do ano passado.

Em maio mais uma vez o Senegal foi o maior comprador do grão no Brasil, mas o que surpreende é que apesar de toda a crise, a Venezuela ampliou sua demanda de 23 para 32 mil toneladas nos dois últimos meses. Cliente de peso que sumiu do radar brasileiro foi Cuba, que não importa arroz desde janeiro.

PREÇO AO CONSUMIDOR

Mesmo com a retração das cotações ao consumidor em junho, os preços ao consumidor permaneceram estáveis segundo o levantamento de Planeta Arroz em algumas das principais capitais do país.  

MERCADO

A Corretora Mercado, de Porto Alegre, indica preços médios de R$ 43,00 para a saca de arroz em casca no Rio Grande do Sul, e R$ 94,00 para a saca de 60 quilos de arroz branco, Tipo 1. Os quebrados seguem estáveis, com o canjicão bastante demandado para exportação e pelas indústrias de ração cotado a R$ 58,00, a quirera em R$ 42,00 por saca de 60 quilos, e a tonelada do farelo nos mesmos R$ 420,00 dos últimos meses.




Enviar notícia para um amigo

comentários (12)

24/06/2019 - Paulo Camargo (São Paulo - SP)
Boa tarde. Sou representante em SP de uma empresa comercializadora de arroz empacotado e não comungo com a analise desta matéria no quesito mencionar que o arroz vindo do Paraguai baliza o mercado paulista. Seria conveniente virem fazer um levantamento de preços aqui na ponta, pois facilmente seria detectado que há anos 2ª marcas de grandes empresas gaúchas, catarinenses e paranaense são de fato as predadoras de mercado. Existe ate´1ª marca, caso de uma empresa de Itaqui que debutou no mercado há + ou - 3 anos, e que vem depreciando em demasia nosso mercado. Não vejo as marcas paulistas como vilãs exclusivas, mas sim uma série delas fora do estado vindo para cá e jogando fora seus produtos. Pelo que escuto no meio, muitas delas devedoras do Funrural. Por sinal outro dia falaram neste canal que poderia haver perdão deste imposto (jabuticaba na reforma da previdência) e que isto beneficiaria o produtor. Ledo engano como foi dito por outro, pois a falta de recolhimento deste imposto, motivou grande guerra na ponta e sempre desencadeou perdas para o produtor, pois sendo participante na formação de custo, elevou a briga entre as empresas, voltando -se contra o produtor, pois indústrias que recolhiam tinham que pagar menos pra competir. Que o Governo não haja com dois pesos e duas medidas, portanto que seja pago por quem não o recolheu. Precisamos mudar as coisas da maneira correta e uma das medidas para tal é fazendo uma reforma tributária que reduza ao máximo a alíquota de ICMS do arroz e do feijão, assim sonegação e incentivos irão morrer pelo caminho, gerando maior renda pra cadeia. Outra medida importante seria uma redução de pelo menos mais 10% na produção Nacional de Arroz para 2020, pois assim o varejo valorizaria o beneficiador, reduzindo e muito as insistentes ofertas depreciativas que ocorrem na gôndola, fazendo com que algumas indústrias que não tem competência para participar e gerenciar vendas, parem de sujar a agua dos outros.
24/06/2019 - Edereson Diehl ( - AC)
Aqui nas cooperativas sempre foi descontado o funrural, tbém não achei justo o perdão do funrural, pois como fica os q pagaram, por acaso vão devolver?!!!! Pois é... quanto as industrias q monopolizam o preco pra baixo é aquelas q financiam o produtor e conseguem minar o mercado com precos abaixo do normal, provavelmente diminuiremos mais a área plantada pro ano, aumentando com soja, não tem outro jeito mesmo.Sds.
24/06/2019 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Perfeita explanação Sr. Paulo !!! Vale ressaltar que o proprietário da marca predatória de Itaqui, que está esculhambando o mercado nas gondolas é PRODUTOR DE ARROZ. Veja só .... que mera coincidência ..... esculhamba o mercado para as industrias desagregando valor ao arroz ( valor agregado que demorou décadas para conseguir ) e ao mesmo tempo esculhamba totalmente a comercialização para com seus colegas de profissão.
24/06/2019 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Está aí, a concorrência entre as industrias segue feroz segundo o comentário acima. Porém na questão sobre o funrural, ele está sendo descontado do produtor em sua totalidade no momento da venda do casca, assim como a taxa CDO do Irga. Se as indústrias não o estão repassando ao governo, estão fraudando o produtor e o fisco, agindo de forma desonesta e passíveis de processo por sonegação fiscal e roubo ao produtor, devendo responderem na forma da lei.
Pelo que está se vendo no momento, o mercado de arroz na ''ponta'' virou uma verdadeira ''zona de meretrício.''
25/06/2019 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
' ...grandes empresas gaúchas, catarinenses e paranaenses são de fato as predadoras do mercado.'

Santa Catarina detém pouco mais de 10% da produção de arroz no Brasil, e boa parte vai para o parboilizado, Paraná não produz arroz, Rio Grande do Sul não, esse sim tem mais de 60% da produção de arroz no Brasil. Portanto, se alguma indústria de Santa Catarina ou Paraná está fazendo loucura, temos duas opções:

A) Rasgando as margens
B) Comprando do Mercosul

Sobre a marca citada e mencionada, uma andorinha só não faz verão, e se o mercado está pra baixo não deve ser por conta de uma ação introdutória de qq marca. Afinal, se a Camil que é a primeira do Brasil detém pouco mais de 10% do Mercado, a tal marca que não deve nem ser a 10° marca, não deve ser responsável nem por 1% do mercado de arroz nacional. Então furada essa de que ela puxou pra baixo...

Sabemos que para fazer rir, temos que fazer rir, a predação não é da Indústria, mas sim do Consumo, afinal, se o ponto de equilibrio para a entrada foi tão abaixo é pq outros players desceram para formar a barreira de entrada, e como a tal marca é produtor tb, tem uma condição especial que permitiu segurar o rojão...

Qd uma empresa empacotadora se torna mais competitiva que uma beneficiadora, temos ai uma questão produtiva, uma questão de custo de produção x concorrencia externa.

Vejo que uitas empacotadoras estão ofertando sim preços aviltantes, e se conseguem é pq a matéria prima de aquisição dessas por vezes sai mais barata que a nacional...

Diminuição da área realmente parece ser a unica solução imediata, mas a longo prazo continuo batendo na relação competitiva entre nosso produtor e o produtor do mercosul.
25/06/2019 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
' e como a tal marca é produtor tb, tem uma condição especial que permitiu segurar o rojão.... '

Pois é Sr. Felipe ele vai precisa de luvas de ferro resfriadas a água para segurar esse rojão .... pois a última empresa ( faturava mais de 3 bilhões ao ano) que resolveu brincar com esse rojão (reinventar a roda) , acabou na RJ = Recuperação Judicial - Camera Alimentos - e desistiu da empreitada antes mesmo de começar .... pois esse jogo é longoooooo, as empresas que estão na jogada tem mais de 5 décadas de mercado, não é para qualquer debutante de primeira viagem ........

Agora ficou a dúvida ... qual é essa condição especial, por ser produtor que ele tem ? Pois pelo que sabemos, a situação está muito extremamente complicada para o setor ......
26/06/2019 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
Pelo que sei, nos referimos de produtor hereditário, com décadas e décadas de campo... Competitivo, terras próprias, rodízio de culturas, vazio sanitário, sementes próprias, silos de armazenagem, custo de produção menor que a média...

Se o q sei for verdade, os coloca na posição que me referi e pelo que sei tb, a participação no mercado de beneficiamento remonta mais de 30 anos, fato que o retira o título de debutante...

Torcer para outrem quebrar pelo simples fato de o mesmo ter pego uma boa fatia de mercado, não coomunga com meus ideais.

Torço para que todos dentro de cada possibilidade / capacidade possam prosperar, pois existe uma velha máxima: O Sol nasceu pra todos!




26/06/2019 - Paulo Camargo (São Paulo - SP)
Olá Felipe de Paula, tudo bem? Respeitando seus comentários, gostaria apenas de esclarecer que obviamente não considero que 1 Indústria especificamente desarranja nosso mercado (são várias), a situação é muito mais complexa e julgo que todos do ramo tenham boas pistas para o caos que nos encontramos. O consumo sozinho não define o resultado deste jogo, mas sim, a alta produção vinda tanto de produtores como Indústria, sendo que muitos não querem ceder espaço para o bem comum. Quanto ao tal referido 'produtor empacotador', considero que se mesmo tem custo pra vender arroz beneficiado barato, este só deve ter entrado no ramo para agregar valor, o que ninguém enxerga. Portanto não faz sentido vender seu produto, depois de tanto suor, de maneira beneficiada apurando menos de 38,00, isto tendo no casca a possibilidade de obter 42,00 livre. Acho que esta decisão foi motivada por revolta com quem comprava dele em casca, misturada com vaidade, isto levou-os pra uma decisão equivocada. Sem ofender, mas 'como beneficiador, esta empresa é uma excelente produtora'. Abç.
26/06/2019 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
E pelo que percebo cabe a você Paulo, decidir se a decisão dele foi equivocada... Com todo o meu respeito, achismos não fazem bem a discussão alguma. Falou-se sobre ego, vaidade e revolta, sentimentos tão pessoais que me impossibilitam até de comentar...,

O consumidor vai dizer no frigir dos ovos se o beneficiamento está a altura do campo, como disse Fernando, o caminho é looongooo.

Saudações!
26/06/2019 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Não é por seu meu parente, mas todos sabem que ele produz acima da média. Que sempre foi o mais competente da região e acredito do país. Pioneiro em várias técnicas como o plantio direto do arroz reforça seu caixa com a pecuária e, atualmente está diversificando para a soja. Se capitalizou durante os anos de crise e sempre trabalhou com no minimo de 2 anos de folga! Vocês deveriam admirirá-lo e não criticá-lo... Esse é o produtor-engenho de que sempre falei aqui. Eles existem. São excelentes no que fazem!!! Está 100 anos na frente de outros produtores...
26/06/2019 - João Vitor Schmidt (Itaqui - RS)
Venho por meio desse contar um pouco da história da suposta empresa citada nos comentários acima, começo dizendo que sou Eng. Agrônomo e Administrador por formação e faço parte da 4ª Geração de produtores de arroz da família, que desde 1953 produz arroz na região da fronteira oeste, superando crises e com muito suor, humildade e trabalho seguindo sempre em frente. Ou seja, não somos 'debutantes' no que fazemos.
Não sou adepto a discussões, mas por meio deste venho dizer que ego e rancor não fazem parte da filosofia de trabalho da empresa, somos firmes e possuímos muita ética e seriedade em todos os negócios que fazemos e é simples ' é só perguntar pra quem nos conhece'!
Sigo explanando um conceito básico de mercado, em que o arroz se encaixa, CONCORRÊNCIA PERFEITA, onde nenhum participante possui tamanho suficiente para definir o preço de um produto homogêneo. outro conceito básico para os supostos entendedores ESTRATÉGIA DE MERCADO, onde cada empresa possui a sua, a busca por seu espaço no mercado e seus custos compatíveis com o praticado são MÉRITOS E FRUTO DE MUITO TRABALHO, sendo assim seguimos em frente na nossa estratégia e continuamos a investir no mercado de arroz.
26/06/2019 - Marcos Hanus ( - CE)
Tenho que concordar com o Flávio. O sol nasce para TODOS, mas só os mais eficientes conseguem prosperar.
Vimos uma redução de 15 porcento da produção, isso não foi suficiente para melhorar o preço. Como falei no ano passado, precisa reduzir a metade a produção, se assim não funcionar então pode lacrar o caixão. Arroz virou trigo.
Mesmo que o arroz caia pra 30 reais o saco, os produtores irão continuar plantando muito, a indústria sabe disso.
Pra finalizar devo lembrar que a quebra de safra atual foi devido ao clima.
Próximo ano os produtores plantam mais e se o clima for bom, venderemos arroz a 30 em 2020.

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

Todos os direitos reservados - Copyright 2019 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio