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10.06.2019 | ANáLISE DO MERCADO INTERNACIONAL - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados /Revista Planeta Arroz

Estabilidade nos preços mundiais e queda na produção em 2019

Safra dos EUA também deve ter área e produção menores

imagem Estoques finais aumentarão, mesmo com safra menor Foto: USDA

 Os preços mundiais do arroz pouco mudaram nos últimos meses, embora permaneçam em baixa em comparação com os primeiros meses de 2018. A demanda permaneceu moderada, com uma previsão de safra 2019-20 que é ligeiramente inferior ao recorde do ano passado.

O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA) disse que "as cotações de exportação do Hemisfério Ocidental aumentaram no mês passado, com cotações dos EUA caindo para US$ 510 por tonelada e cotações uruguaias aumentando para US $ 528 por tonelada".

Nos Estados Unidos espera-se que as vendas e as exportações aumentem nos próximos meses em meio à oferta abundante e preços mais competitivos, segundo disse o Serviço de Agricultura Estrangeira (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. As cotações do Hemisfério Ocidental continuam bem acima daquelas praticadas pelos fornecedores asiáticos.

A FAS informou que os preços tailandeses caíram levemente, a US $399 por tonelada, embora um baht (moeda local) mais forte significasse que eles eram mais altos do que para outros exportadores asiáticos.

"Em contraste, as cotações vietnamitas e indianas subiram para US$ 371 e US$ 375 por tonelada, respectivamente", disse a FAS. "As cotações paquistanesas foram as mais baixas, a US$ 362 por tonelada, refletindo amplas ofertas".

A FAS prevê que a produção mundial de arroz caia ligeiramente para 498.493 milhões de toneladas em 2019-20, em comparação com 499.889 milhões no ano anterior.

“As maiores reduções projetadas são para os dois maiores países produtores, China e Índia, com a área e a previsão de safras reduzidas”, disse a FAS. "Os Estados Unidos também estão projetados para ter menor área plantada e produção."

Os maiores aumentos foram para a Tailândia e o Laos, com crescimento significativo da produção também previsto para Bangladesh, Indonésia, Birmânia e Vietnã.

Em seu Rice Advocate, em 16 de maio, a Associação de Produtores de Arroz dos EUA descreveu o comércio como tendo “se arrastado, sem obter ganhos significativos nem registrar perdas notáveis”.

"Olhando para as tendências e ciclos de exportação, parece que a compra no exterior está se tornando mais cíclica ou da mão para a boca", disse o Rice Advocate. "O USDA parece ter sentido uma queda suave para o mercado neste momento, já que reduziu sua estimativa de preço do mercado mundial em 9 centavos para ambas as classes de arroz."

Não houve grandes mudanças nos preços domésticos dos EUA nas últimas semanas.

FAO

O Boletim de Preços do Arroz da FAO para maio colocou o Índice de Preços do Arroz em 222,2 pontos em abril, quase inalterado em relação a março.

"O desenvolvimento mais notável em abril diz respeito ao Índice Aromático", disse a FAO. "Aumentou em 2,7% em oito meses, a 217,2 pontos, impulsionada por cotações firmes do arroz basmati no contexto de pressão inflacionária no Paquistão e compras antecipadas ao Ramadã, mês sagrado muçulmano".

Em contraste, "o Índice Japônica diminuiu 1%, após a retirada do Japão e da República da Coreia do mercado e uma mudança de clima que elevou as expectativas de plantio na Califórnia", observa a FAO.

As cotações do arroz Indica em abril aumentaram em grande parte da Ásia, exceto na Índia e em Mianmar, onde os preços caíram devido ao baixo interesse de compra e à pressão das colheitas no entressafra, disse a FAO.

“Na Tailândia, as preocupações com o fornecimento de água para irrigação apoiaram os preços de exportação, enquanto os ganhos no Paquistão vieram na esteira dos aumentos nos custos de combustível e nas vendas para a África Oriental e China”, agrega a FAO.

O índice mostrou que, apesar de uma ligeira firmeza nos últimos meses, os preços mundiais do arroz de janeiro a abril de 2019 foram 2,2% inferiores ao seu nível no mesmo período do ano anterior.

O Relatório do Mercado de Grãos do International Grains Council (IGC) de 25 de abril também observou uma demanda moderada em mercados estáveis, com o índice de preços do arroz da IGC inalterado em relação ao mês anterior.

“Na Tailândia, o apoio das preocupações de que a seca pode reduzir a produção de entressafra compensou a pressão do fraco interesse de compra, com 5% de cotações estabilizadas em US$ 388 por tonelada FOB Bangkok, com o comércio em baixa devido ao festival Songkran”, publica o IGC.

"O apoio sazonal do fim da safra inverno/primavera e a demanda de compradores regionais, principalmente das Filipinas, sustentaram valores no Vietnã, onde as cotações de arroz com 5% de quebrados ganharam US$ 7/t para US$ 367 FOB Ho Chi Min", disse o IGC. (Com agências internacionais)




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