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23.05.2019 | ANáLISE DE MERCADO - por Cleiton Evandro dos Santos - Analista AgroDados/ revista Planeta Arroz

Preços do arroz buscando referências no Sul do país

Queda de braços entre indústria e produtor gera oscilação de preços na casa dos R$ 44,00, mas o mês de maio confirma alta de 3% até esta quarta-feira, dia 22

Com a colheita da safra 2018/19 praticamente terminada, a valorização em reais do arroz em casca no Rio Grande do Sul – e por conseguinte nos demais estados brasileiros – continua e, de acordo com o indicador de preços Esalq/Senar-RS, já acumula 3% de alta em maio. O índice mostra que a cotação da saca de 50 quilos (58x10), à vista, chegou a R$ 44,26 nesta quarta-feira, dia 22. Em dólar, corresponde a US$ 10,95.

Este valor configura uma oscilação iniciada no dia nove, com os preços variando de R$ 44,13 até R$ 44,55. Em dólares as cotações variaram de US$ 11,24 até US$ 10,84.

O mercado busca um valor de referência.

O que está acontecendo no momento é uma queda de braços. A indústria segue com dificuldades de repassar a alta da matéria-prima para o varejo, e desta forma vai às compras somente em busca de grãos superiores ou lotes que lhes tragam vantagens – já postos na indústria ou de um determinado porte que permita ganhos em escala.

Em contrapartida, os arrozeiros que já quitaram seus empréstimos diretos ou financiaram a comercialização ou, ainda que bancam a própria lavoura ou têm financiamento oficial com vencimento a partir de julho, “sentaram” no arroz e não pretendem negociar antes que os preços superem os custos e garantam alguma renda. A expectativa de alta nos preços mantém a oferta reduzida e os produtores só ofertam sob extrema necessidade ou dentro de uma política de buscar média de preços na venda fracionada.

A aproximação dos preços internos da matéria-prima da paridade de importação também deixa as cotações nacionais mais sensíveis para oscilações de acordo com o humor do mercado. Ainda assim, embora a velocidade da alta seja bem menor do que em abril, maio deve fechar com valorização gradual para o produto.

A média de preços no mercado livre gaúcho é de R$ 44,50. Em Santa Catarina fica entre R$ 42,00 e R$ 43,50, no Tocantins R$ 57,00 e em Goiás em R$ 47,00. Em Várzea Grande, polo industrial do Mato Grosso, os preços beiram os R$ 50,00 com elevação mais importante nas duas últimas semanas.

O Brasil continua, pelo suporte do dólar, garantindo novas exportações. Quebrados e branco de maior qualidade estão no topo das vendas. A má notícia da semana veio do acordo com o México para exportar arroz beneficiado. A novela que se arrasta há três anos ganhou novo capítulo com a existência de uma taxa sobre o produto nacional que precisa ser retirada. 

PREÇO AO CONSUMIDOR

O preço médio ao consumidor do pacote de cinco quilos nas praças pesquisadas por Planeta Arroz, alcançaram os R$ 15,00, com máxima de 25,00 para os chamados grãos “extra” e R$ 12,00 de mínima para marcas populares e regionais em estratégia comercial de determinadas lojas. Há preços inferiores em promoções pontuais, mas que fogem ao padrão médio.




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comentários (1)

24/05/2019 - Edereson Diehl ( - AC)
Pois contudo , o Paraguai tem custos baixos de producão, e nos com custos altissimos , ainda tem taxas de comercializacão de 12% q penalizam as industrias e obviamente o produtor. E os grandes varejistas ainda fazem 'bico doce' impondo um preco mais baixo. Qdo vai acabar o feudalismo no Brasil, acordem autoridades, ou ajudam ou os produtores tomarão rumo próprio.Sds.

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