Facebook

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
news
assine 3

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Assine 4

notícias

19.04.2019 | SAFRA - por Bruna Essing, Canal Rural

Nem a quebra de safra pode elevar os preços do arroz, diz analista

Alguns produtores estão esperando a melhora dos valores para negociar, entretanto especialista afirma que indústrias podem optar por comprar o produto do Paraguai

Mais de 60% das lavouras de arroz do Rio Grande do Sul já foram colhidas. Mesmo com a previsão de uma safra menor, em torno de 7,4 milhões de toneladas (ante as 8,4 milhões do ano passado), o preço pode não subir muito, segundo os analistas. Mesmo assim, tem produtor confiante de que os valores possam subir.

A enchente que atingiu a Fronteira Oeste e parte da região sul do estado, impediu a semeadura em mais de 23 mil hectares. De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) a produtividade deve ficar em torno de 7,8 mil quilos por hectare. E a chuva trouxe outros reflexos.

“Houve uma contenção de insumos. Usou-se menos adubos, tanto o de base, quanto o nitrogenado. Estamos com uma dificuldade muito grande no controle de plantas daninhas, por resistência. E não podemos esperar que o preço final do produto vá suprir esses aumentos de custos para implantação da lavoura”, afirma coordenador regional do Irga, Ricardo Machado Kroeff.

A lavoura do rizicultor Tiago Limberger fica no sul do estado, mas não foi tão atingida. Por isso ele colheu bem acima da média para a região: 10,2 quilos por hectare. Mas ele ainda não conseguiu fechar negócios e irá esperar a chegada do segundo semestre, confiante que o preço subirá.

“Estou comercializando a minha soja agora. Vamos esperar para tentar pegar algo acima de R$ 43, um bom patamar para se começar a vender.

No ano passado, a saca chegou a R$ 40 em junho. Para o analista de mercado Gabriel Castagnino Viana, os preços podem até chegar nesse patamar novamente, mas dependem de outras variáveis.

“Dizer que o preço vai subir tão fortemente é um pouco complicado, pois nosso vizinho Paraguai acaba vendendo o produto deles com um preço mais competitivo no Brasil. Se o produtor segurar muito para negociar, talvez as indústrias acabem apostando no mercado externo e comprem do Paraguai”, diz.




Enviar notícia para um amigo

comentários (3)

21/04/2019 - Marcos Hanus ( - CE)
Vamos aguardar.....
Se esse analista é bom mesmo em previsão.
Eu acho que ele irá errar.
22/04/2019 - Fernando José Rios de Melo (Rio de Janeiro - RJ)
PENSO QUE SERÁ UM ANO QUE O PARAGUAI PARTICIPE MAIS COMO COMPLEMENTO DE DEMANDA, TALVEZ SEGURE A ALTA DE PREÇOS NA FAIXA DE 45/46. REITERO QUE AS INSTITUIÇÕES DEVERIAM SE UNIR E DESENVOLVER UM PROJETO DE MÍDIA FORTE, EXALTANDO A IMPORTÂNCIA DO ALIMENTO ARROZ(COM FEIJÃO) COMO O ALIMENTO MAIS COMPLETO, BUSCANDO RETOMAR UM AUMENTO DO CONSUMO.
23/04/2019 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Inegavelmente o Paraguai com seus custos de produção muito mais baixos que os nossos, precisa de uma 'trava' como diz o ministro Oníx, para colocar arroz aqui, não temos como competir. Se não houver salvaguardas para a entrada do produto, há grande possibilidade da análise da jornalista Bruna do canal Rural estar correta.

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

Todos os direitos reservados - Copyright 2019 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio