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10.01.2019 | PREçO AO CONSUMIDOR - por Dieese

Cesta básica ficou mais cara nas 18 capitais analisadas em 2018

Os preços que mais subiram foram leite, tomate, pão francês, da carne bovina, do arroz agulhinha e da batata, segundo o Dieese

O Dieese divulgou que a cesta básica ficou mais cara nas 18 capitais pesquisadas em 2018. As maiores altas ocorreram em Campo Grande (15,46%), Brasília (14,76%) e Belo Horizonte (13,03%) e as menores, em Recife (2,53%) e Natal (3,09%).

Em São Paulo, a alta acumulada no ano foi de 11,09%, enquanto no Rio, o avanço foi de 11,47%.

Os preços que mais subiram nas capitais foram leite, tomate, pão francês, da carne bovina, do arroz agulhinha e da batata.

Frutas e hortaliças ficam até 90% mais caras com greve dos caminhoneiros O preço do leite integral, em 2018, subiu devido à menor oferta e à disputa de matéria-prima por parte das indústrias de laticínios. Nas 18 cidades pesquisadas, a alta acumulada variou entre 0,38%, em Porto Alegre, e 28,38%, em Goiânia.

O tomate teve alta nas 18 cidades no ano. Os maiores aumentos foram observadoss em Florianópolis (117,38%), Rio de Janeiro (113,28%), Belo Horizonte (110,34%), Brasília (103,80%) e Curitiba (102,87%).

O quilo do pão francês ficou mais caro em 17 capitais, entre dezembro de 2017 e 2018. Houve queda somente em Salvador (-0,66%). As altas variaram de 4,60% a 16,15%.

Em 2018, o valor do quilo da carne bovina de primeira aumentou em 15 capitais, com taxas que oscilaram entre 1,71%, em São Paulo, e 9,54%, em Campo Grande.

Devido à queda na safra, o quilo do arroz agulhinha apresentou alta em 15 capitais. As maiores taxas foram observadas em Belém (21,02%), Campo Grande (15,60%), Brasília (14,72%) e Natal (13,13%). Em Porto Alegre, o preço médio não variou. Houve redução em Recife (-1,54%) e no Rio de Janeiro (-1,05%).

Em 2018, o preço médio do quilo da batata, pesquisada no Centro-Sul, aumentou em nove localidades em razão da redução da área plantada e do clima seco.

Café e açúcar caem
As maiores quedas foram registradas no café em pó e no açúcar. Com a safra batendo recordes, o café em pó acumulou queda em 17 cidades, com variações entre -16,08%, no Rio de Janeiro, e -0,42%%, em Florianópolis.

O preço do açúcar diminuiu em 16 cidades em 2018, com variações entre -26,05% (Brasília) e -0,90% (Natal).




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comentários (1)

14/01/2019 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Mas não podem culpar o arroz que caiu uns 15% para o produtor no final de ano. Agora se preparem pois o Rio Ibicui (segundo maior rio da fronteira-oeste e maior afluente do Rio Uruguai) está 11 metros acima do nível destruindo 20% das varzeas em média. Barragens rompeiram e destruiram lavouras inteiras. A situação é de caos e a chuvas seguem. Aliado a tudo isso a falta de luminosidade que atrapalha na floração e a redução do uso de tecnologia por encarecimento dos custos vai gerar uma grande redução de produtividade. A indústria que comece a se mexer porque será um ano de escassez de matéria-prima! E não estou blefando. Se mexam! Vai dar bem menos arroz do que se pensava... mas bem menos mesmo!!! Já se fala em colheitão quem colher 250 por quadra!!! Soja então se lascou seja na varzea pela chuvarada, seja pela seca no noroeste do RS... Ano de vacas magras!!!

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