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04.12.2018 | COMERCIALIZAçãO - por G1

Valor de venda da saca de arroz traz preocupação para produtores no Sul catarinense

Com o objetivo de alcançar melhores resultados e evitar prejuízos, agricultores passaram a tomar medidas de contenção de despesas.

imagem Produção de arroz no Sul de Santa Catarina Foto: Reprodução/ NSC TV

Os produtores de arroz do Sul de Santa Catarina estão se preparando para mais uma safra de arroz. No entanto, para obter melhores resultados com a colheita, agricultores da região passaram a tomar medidas de contenção de despesas com o objetivo de evitar futuros prejuízos.

Apesar da alta de 26,5% neste ano, que é considerada o menor valor em dois anos, o preço da saca de arroz preocupa os produtores. No entanto, a média de preço em 2018, pouco superior a R$ 35,00 é ainda menor que registrado nos outros anos por saca de 50 kg. No mesmo período do ano passado o grão estava sendo vendido a R$ 40,00 e, em 2016, a R$ 43,00.

O agricultor Diego Gregorini e a família, de Maracajá, estão terminando de plantar o arroz nos 70 hectares da propriedade e para esta safra restringiram o consumo de combustível no preparo do solo. "Também reduzimos na adubação para ver se conseguimos ter um retorno melhor", disse.

Para Douglas de Oliveira, engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a medida pode refletir na qualidade do arroz.

"Uma preocupação nossa, do ponto de vista técnico, é de que alguns produtores vão ter que fazer menos investimentos na lavoura que estão plantando agora, e isso pode resultar numa possibilidade de ter uma safra com algum tipo de prejuízo na produtividade", disse.

Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do país, ficando atrás do Rio Grande do Sul. A expectativa é em 2019, entre fevereiro e maio, sejam colhidas um milhão de toneladas do cereal.




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comentários (2)

05/12/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Avisei que em 2020 não ia sobrar ninguém. Pois agora até Catarina pré-germinado custo 30 pila começaram a berrar!!! É bom perceberem que o caminho é todo mundo plantar menos. Quando eu falava que tinha que reduzir 20%, 30% muitos achavam que era absurdo. Esses mesmos Catarinas inflacionaram o arrendamento aqui no RS... Mas o problema não é esse... O nosso problema se chama MERCOSUL e só vai se resolver se os produtores se organizarem e irem para Brasilia protestar já no primeiro dia de governo. Não contra o governo, mas sim para o governo tenha respaldo perante a opinião publica... Esse blá blá blá da Federarroz, Farsul, com o MAPA e o Ministério da Agricultura tem se perpetuado pelos os ultimos anos e não tem funcionado. TE ME ARROZEIRO pega teus caminhões e tratores e te manda para Brasília pacificamente porque do jeito que a coisa vai o arroz vai a R$ 33 na próxima colheita e dai não adianta chorar!
05/12/2018 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Na colheita o arroz vai a R$ 30,00 o saco, a indústria e o varejo não estão nem aí para o produtor se arrebentar. E verdade seja dita, as áreas precisam serem reduzidas de fato, a redução desta safra ainda é pouca. O Uruguai e Argentina reduziram suas áreas, mas o país atravessador do Mercosul , Paraguai, segue expandindo área em 10 % ao ano, e diga-se de passagem, terras excelentes, novas para plantio, com água a vontade e principalmente férteis por natureza. A equação é explícita, clara, mas grande parte dos produtores insistem em não assimilar, portanto amarguem mais um ano de prejuízo!!!

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