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05.11.2018 | ANáLISE DO MERCADO INTERNACIONAL - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados / Revista Planeta Arroz

Contra a expectativa, indicador mundial de preços do arroz volta a cair

Estatística mensal da FAO retrata a maior baixa em um ano

imagem Basmati: oferta afetou as cotações Foto: Divulgação

O indicador mundial de preços do arroz da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – FAO (2002-2004 = 100) sofreu nova queda em outubro, contrariando a expectativa de estabilidade inicialmente prevista pelos analistas internacionais. A queda alcançou 4,2 pontos no indicador ou 1,9%, em outubro, atingindo o menor índice em um ano, igual a 218,0 pontos. O referencial leva em conta quatro mercados internacionais do grão: aromáticos, japônicos (grãos curtos e médios) e Índica de alta e de baixa qualidades.

Uma queda mais forte nas cotações dos aromáticos, em 4,1% e de 2,7% sobre as indicações de setembro nas variedades japônicas, ajudaram a derrubar o patamar de preços globais avaliados pela FAO. O motivo, em princípio, é a pressão das colheitas destas variedades na Ásia, mas também – depois de uma forte elevação ao longo de dois anos, até julho – um arrefecimento do mercado de aromáticos.

Depreciações cambiais na Índia e no Paquistão foram adicionadas ao tom mais fraco no mercado de grãos aromáticos, como o Basmati, assim como a competição por mercados do Extremo Oriente no segmentoC japônica. O arroz Índica manteve-se com estabilidade constante.
O comportamento das cotações de arroz Índica foi misto nas principais origens asiáticas. Os preços aumentaram na Tailândia e Vietnã, segundo a economista Shirley Mustafa, da FAO, em Roma, na Itália, impulsionado por anúncios de aquisições adicionais pelas Filipinas, incluindo o lançamento de três concorrências internacionais de aquisição do governo filipino a partir de outubro para 750 mil toneladas.

Por outro lado, as cotações aliviaram na Índia e no Paquistão, pois o início das colheitas de 2018 coincidiu com depreciações cambiais em ambos os países. Na Índia, a pressão descendente adicional resultou de um ritmo geralmente tranquilo do comércio, enquanto as vendas para compradores africanos regulares foram parcialmente reduzidas e trouxeram quedas nas cotações do Paquistão.

Nas Américas, um acordo com o Iraque forneceu apoio apenas parcial para cotações de grão longo em dólar. Assim, os preços caíram pelo quarto mês consecutivo, voltando às referências de 14 meses atrás. As vendas para o Iraque e compradores regionais forneceu mais sustentação aos preços na Argentina e no Uruguai. Na Argentina, assim como o Brasil, os ganhos de preços foram ainda mais acentuada por apreciações da moeda.

De acordo com o Indicador Mundial de Preços do Arroz da FAO, os preços internacionais do arroz nos primeiros dez meses de 2018 ainda ficaram 11% acima dos níveis do ano anterior, em especial refletindo uma onda de compras da Ásia na primeira metade do ano, bem como um estoque mais apertado de variedades japônica nos Estados Unidos e de arroz Hom Mali (aromático, superior), na Tailândia.

A íntegra do relatório mensal da FAO está em nossa área de download.




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