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01.11.2018 | AGRONEGóCIO - por Planeta Arroz

Dois arrozeiros na lista de ministeriáveis

Luis Carlos Heinze e Jerônimo Goergen, ambos do PP gaúcho, estão entre os nomes cotados para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

imagem Goergen e Heinze: a caminho do governo Foto: Divulgação

Dois políticos gaúchos ligados ao setor arrozeiro estão muito bem cotados para integrarem o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) como ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. São eles o senador eleito Luis Carlos Heinze, arrozeiro em São Borja, e o deputado federal reeleito Jerônimo Goergen. Heinze é apoiador de primeiro momento do capitão da reserva do Exército, inclusive contra a indicação de seu partido, que apoiava Geraldo Alckmin, e indicou a vice, Ana Amélia na chapa do PSDB. Rodou o Estado com o candidato.

Já Goergen, integrou-se à campanha de Bolsonaro a partir da convicção de suas bases e, como já foi companheiro de partido, acabou aproximando-se mais ainda do mandatário. Como tem um trabalho bem amplo e foi um dos coordenadores da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), acabou indicado por diversos segmentos, inclusive a União Democrática Ruralista (UDR), comandada por Luiz Antônio Nabhan Garcia. Heinze diz que a indicação de seu nome é natural pelas gestões e mandatos em defesa da agropecuária brasileira, mas que ainda não recebeu um convite formal.

Goergen acena no mesmo sentido. Sente-se reconhecido pela indicação das entidades, mas informa que não houve contato do presidente neste sentido e que se houver se sentirá honrado, mas precisará pensar a respeito e consultar suas bases.

O vice-presidente da Federarroz, Alexandre Velho, considera que independentemente de quem seja o escolhido, o importante é que o setor terá interlocutores próximos do presidente eleito capazes de traduzir a realidade da lavoura de arroz e as dificuldades da cadeia produtiva. A Federarroz, juntamente com a Farsul, tem uma reunião agendada com Bolsonaro para apresentar um perfil das dificuldades do setor arrozeiro e fazer algumas proposições.

E o produtor, o que pensa destas indicações?




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comentários (2)

01/11/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Minha preferência é por aquele que repare as assimetrias do Mercosul... Que valorize o nosso produtor. Que ache uma solução para o Funrural e que ajude o produtor a ter renda e preços justos!
06/11/2018 - Ricardo py amaral (Bagé - RS)
no tema do arroz o governo tem q se preocupar com aumentar o consumo da população q não cresce a anos, e com a exportação , hoje o custo no uruguay é mais alto q no brasil,mercosul tem q se preocupar com o paraguay q tem incentivos e empresas grandes estao montando molinos la para levar direto para sao paulo via foz,uruguay hoje serve para buscar clomazone e fungicidas para as lavouras do brasil.

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