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13.09.2018 | MERCADO INTERNACIONAL - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados

Indicador da FAO cai mais 2,2% em agosto

Japônica e Índica inferior perderam mais preço no cenário global com maior oferta e demanda restrita

O indicador mundial de preços do arroz da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – FAO (2002-2004 = 100) atingiu a média de média 222,6 pontos em agosto de 2018, registrando uma queda de 2,2%, ou 5,1 pontos, em comparação com o desempenho de julho. É o seu nível mais baixo desde o início de 2018. Shirley Mustafa, economista sênior da FAO, destaca que as cotações das variedades Japônica e Índica de qualidade inferior declinaram 4,8% e 2,2% respectivamente em agosto, quando comparadas com julho.

As quedas ocorreram por conta de fornecedores que disputaram posições no mercado, com o japônica também influenciado pela perspectiva positiva da colheita na Califórnia (EUA). Enquanto isso, o índice do arroz Índica de qualidade superior manteve-se estável e as variedades aromáticas tiveram valorização de 1% no mês graças aos movimentos de câmbio e enxugamento sazonal da oferta.

Na Ásia, as cotações do Índica registraram a queda mensal mais acentuada na Índia, pressionadas por uma desvalorização da rupia e pouco interesse de compra. Como a demanda da nova safra permaneceu limitada, a tendência se expandiu para o Paquistão. No Vietnã, os atrasos na safra de verão-outono, induzidas pelo início tardio da temporada de chuvas, tendem a limitar as perdas em valores. A concorrência com outros fornecedores asiáticos também pesaram sobre Thai A1 Super, mas um Baht mais forte antecipou as vendas governo-a-governo (G2G) para a China e a demanda das Filipinas tem sustentado uma recuperação parcial na maioria das outras cotações tailandesas.

Nas Américas, os preços enfraqueceram nos Estados Unidos com o início da colheita de 2018. A boa safra permitiu reduzir as grandes diferenças de preços do grão norte-americano até então sustentado por disponibilidades limitadas, com o produto originado na América do Sul. Na Argentina e Uruguai, margens apertadas compensam as flutuações da moeda e um ritmo de calmaria do comércio, enquanto as cotações brasileiras voltaram a subir com expectativa de vendas mais otimista.

Com o declínio de 2,2% em agosto, a média do indicador da FAO de janeiro a agosto ficou em 227,7 pontos, 13,1% acima do seu nível no período correspondente de 2017.




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