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14.08.2018 | ANáLISE DE MERCADO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados

Alta dos preços do arroz desacelera em agosto

Valores sobem, mas cenário cambial, exportações travadas, preços internacionais em queda, alta do mercado interno e outros fatores começam a interferir na marcha

imagem Exportação do grão em casca salva as cotações, mas perde força Foto: Divulgação

Os 13 primeiros dias do mês de agosto não estão repetindo o comportamento de alta mais forte dos preços do arroz em casca no Sul do Brasil verificado em junho e julho. Embora a trajetória de alta se mantenha, ela tem sido mais tímida nesta primeira quinzena do mês. Razões não faltam: os preços internacionais caíram por causa da época de colheitas – boas – e mais oferta no hemisfério norte – os Estados Unidos, por exemplo, devem registrar uma safra normal depois de terem perdido 20% de produção no ano passado. As moedas asiáticas desvalorizadas também têm ampliado as compras de alguns mercados naqueles países.

Internamente, os preços do arroz vinham subindo em reais e em dólares, até que a crise turca, ontem, elevou a cotação da moeda estadunidense para R$ 3,88, depois de andar no final de julho e início de agosto dentro da casa dos R$ 3,70. A saca chegou a US$ 11,79 no início deste mês, aproximando-se da paridade de importação e gerando expectativa nos fornecedores do Mercosul, mas recuou para US$ 11,24 nas cotações de ontem por causa da desvalorização da lira turca que contaminou o câmbio de todo o mundo.

Vale lembrar que a Argentina, frente a uma desvalorização ainda mais forte do que o Real, e o Paraguai, com menores custos de produção, têm boa parte de seus estoques represados esperando preços no Brasil.

EXPORTAÇÃO PAROU

Ainda que os volumes já comercializados no primeiro semestre sigam sendo embarcados, as vendas internacionais de arroz em casca – e quebrados - que no início do ano foram vitais para a recuperação dos preços, travaram. Há mais de 50 dias o Brasil não fecha novos negócios, em especial pela soma do preço mais alto no Brasil e mais baixo no exterior e da tabela de frete que majorou entre 20 e 50% o transporte do grão, dependendo da origem. 

Dois navios que carregariam grão em casca para a Venezuela – entre 50 e 60 mil toneladas – foram adiados, o que deve estender os embarques para novembro. Não houve perda para o Brasil porque são operações com garantias internacionais. E foi possível manter o carregamento realmente realizado com “fretes curtos” a partir de arroz comprado na Zona Sul e Planície Costeira Interna. Ainda assim, isso mostra que o país vizinho ou tem mais dificuldades em realizar os embarques ou está comprado, o que sinaliza para uma retração nas compras até a próxima safra.

Eram estas exportações que vinham puxando a retomada dos preços, numa disputa estabelecida com a indústria. O grão chegou a alcançar R$ 48,00 no porto, mas com até R$ 5,00 de frete, perfazendo um preço de R$ 43,00 por saca. No entanto, esta sinalização já ocorreu na reta final da formação das posições. As tradings exportadoras já estão compradas, isto é, já adquiriram o volume necessário para os embarques contratados e saíram do mercado.

Os grandes volumes foram adquiridos entre R$ 39,00 e R$ 40,00, mas com a vantagem de aceitarem grãos com 56/57% de inteiros.A exportação de arroz beneficiado se mantém, mas a competitividade é mantida pela média de preços do produto adquirido logo após a safra ou como pagamento de CPRs.

QUEBRADOS

Outro sinalizador negativo para as exportações foi a redução nas vendas internacionais de quebrados. O Brasil tradicionalmente exporta de 300 a 450 mil toneladas de arroz quebrado (base casca) para a África. No entanto, em 2018 este movimento está muito aquém do esperado. Nota-se uma pressão maior de oferta dos asiáticos no mercado africano, com preços mais baixos, afetando a demanda direcionada ao Brasil. Ao mesmo tempo, das três tradings que atuavam no país, uma encerrou as operações, que ficaram mais concentradas em uma grande trading e outra que atua eventualmente e sob condições mais atrativas.

Com a demanda menor, as indústrias têm segurado a oferta dos quebrados esperando uma retomada do mercado. Depende do câmbio e da volta dos importadores – e das condições de logística das tradings que permanecem operando. Ainda assim, nos últimos 60 dias nota-se leve desvalorização no mercado de quebrados – quirera e canjicão – causadas pelo arrefecimento das compras internacionais.

PREÇOS

Sem as compras do grão em casca para futuros os embarques ao exterior, o mercado está sendo balizado pelo câmbio (paridade dos preços internos com os de importação) e a demanda pontual da indústria, em especial as de menor porte e aquelas que buscam grãos superiores no mercado livre, ou seja, com o arrozeiro.

O indicador de preços da saca de 50 quilos do arroz em casca (58x10) no Rio Grande do Sul, divulgado por Esalq/Senar-RS, recuou para R$ 43,86 nesta segunda-feira, dia em que normalmente os agentes mais estudam o mercado do que atuam. Pelo fator Turquia, em dólar o arroz brasileiro baixou para US$ 11,24, afastando-se da paridade e dos US$ 11,79 que bateu no início do mês. A valorização do arroz gaúcho em agosto é de apenas 1,15% nos 13 primeiros dias. Mantida a média, poderia chegar a 2,45% ao longo do mês, em R$ 44,42, à vista.

A demanda por variedades nobres e um maior percentual de grãos inteiros (64% acima) mostra uma diferença de até R$ 4,00 em algumas praças e variedades, com cotações de até R$ 46,00 no mercado livre contra R$ 42,00 de cultivares comuns. Evidencia a busca de grãos “premium” para exportação de beneficiado, em mercados que valorizam esta classificação, como Peru, Oriente Médio e Europa, e para o “blend” direcionado ao próprio mercado interno. Na média, as cotações gaúchas estão em R$ 43,50.

MERCADO

A Corretora Mercado, de Porto Alegre, indica preços médios de R$ 43,50 para o arroz em casca (50kg – 58x10) no Rio Grande do Sul e R$ 88,00 para a saca de 60 quilos de arroz beneficiado, Tipo 1, sem ICMS. O canjicão se mantém em R$ 51,00 e a quirera em R$ 43,00, ambos em sacas de 60 quilos. A tonelada do farelo de arroz se mantém em R$ 470,00 (FOB).

PREÇO AO CONSUMIDOR

No mês de julho os preços do arroz ao consumidor tiveram comportamento misto, mas predominantemente de alta, segundo apurou o Dieese. Nota-se que em algumas capitais e grandes cidades, em especial do Nordeste, houve pequenas retrações de até 1,5% sobre os preços de junho, mas no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte as cotações subiram até 2,5%. A partir do dia 15 as ofertas voltam com mais intensidade às lojas. Até pelo menos o dia 26, 27, quando recomeçam as “compras de mês”. Uma das explicações para a retração de preços em algumas cidades fica por conta das férias escolares e de inverno, que fazem o mês ter um consumo ligeiramente menor. Em agosto espera-se uma alta mais representativa, na média.




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comentários (25)

14/08/2018 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Arroz na ponta também parou a venda. Inflacionaram os preços de tal maneira que o consumidor pobre infelizmente não tem mais dinheiro para comprar arroz. quem ganha salário minimo e bolsa familia e é o consumidor de arroz, esta com seu orçamento em deficit, pois subiu mais do que a reposição do salário minimo. Sei que vão me xingar, e dizer que é balela e tal, mais a verdade é esta. Chegou no limite. Se não vão plantar é outra coisa, mais não adianta querer empurrar garganta abaixo um aumento que não é suportado pelo pobre comedor de arroz. Tambem vão me dizer que uma marca ou outra esta a R4 20,00 o pacote de 5 kilos. Verdade, mais vai ver quantos pacotes no ano este consumidor compra e quantos se custar 13,00, ele vai comprar. CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTO.
14/08/2018 - DURVALINO MOURA LOPES MOURA (TERESINA - PI)
Antônio Paulo, concordo plenamente com o seu comentário
14/08/2018 - jairo belmonte fraga (Nova Santa Rita - RS)
até parece,mas aposto que a cervejinha e o cigarro o refrigerante não diminuiu,se tiver achando caro que compre outra coisa,mas não vai ser os arrozeiros que vão matar a fome do povo com arroz e ter prejuízo!
14/08/2018 - jose carlos vizzotto (São Borja - RS)
este pobre coitado tem em casa televisao vale 5000 e celulares dese valor pois ele q coma tal
14/08/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Não caiam nessa ladainha pessoal. O arroz vai a R$ 45 em seguidinha. A indústria faz esse joguinho prá ver se o pessoal se assusta e torra o resto do arroz! Olho vivo pessoal!
15/08/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Tendo por base o preço do arroz no Mercosul de U$ 233/tonelada, o preço fob é de R$ 45,43... Então para que venha arroz de fora esse é o preço balizador! E digo mais! Plantar por esse valor com o custo de hoje é loucura. Pessoal falei que depender só das exportações para a Venezuela não ia dar certo. Estão vendo agora! Vamos reduzir 30%. Assim o arroz vai a R$ 60 em seguidinha! Vendemos arroz a 16 dolares no último El Niño forte e tinha comprador... Como é que não tem mercado agora? É tudo balela da indústria. Querem especular!
15/08/2018 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Ladainha nada.... quando a industria fala do consumidor, que o preço esta no limite vem aqui um monte de gente reclamar, dizer que não vai acontecer. Só que o povo que come e tem televisão de 5000 e celular do mesmo valor, não esta nem ai para o arrozeiro, por ele, que o arrozeiro se exploda. Ele é quem compra arroz, empacotado pela industria que é quem compra o arroz de vocês. Então parem com esse papinho mole. Vão trabalhar mais, parar de torrar dinheiro e hilux, em colheitadeira nova, em trator novo, em amante, etc. Arroz chegou no limite. Safra no EUA recuperada, queda nos preços internacionais. O governo NÃO QUER ARROZ CARO. Então se não esta satisfeito, vai fazer outra coisa. Arroz chegou no limite. Não quer vender não vende, mais não adianta chorar......OLHO VIVO COMO DIZIA OUTRO COMENTARISTA.
15/08/2018 - marcos silva (porto alegre - RS)
Caríssimos. Saco de arroz a 50 reais ainda é alimento barato pro povão. Prova é que a inflação da cesta básica está baixíssima e ajudando a conter a inflação como um todo. O produtor vem com margens apertadas ou negativas a bom tempo. Hora de repassar margem pra quem produz pq sem produtor não tem cadeia do arroz. Outra: arroz tá valendo até 48.50 em Pelotas. Sds
15/08/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Não é ladainha? São Borja subiu 1 pila hoje... As fabriquetas tem que fechar dai o mercado se ajusta... que discurso raivoso e invejoso esse de hylux... Querem que o pessoal dê assistência as lavouras de fusca???
15/08/2018 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Difícil a posição de leitor e não opinar, ....seu Antonio Paulo, mas que papelão, amantes ?...que se fale de Hylux e máquinas novas, OK, mas amantes são particularidades inerentes mais a industriais que produtores, pois a maioria dos colonos mal podem sustentar a sua própria mulher quanto mais amantes. Não apelemos por favor, fica até engraçado, segundo a sua opinião devemos colocar a ''filial''como custo de produção ? kkkkk
16/08/2018 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Seu Antonio tem razão em um fato principal:

O consumidor que decide se está caro ou barato.
E a realidade atual é que o consumidor vem priorizando seu dinheiro em itens que lhe deem uma satisfação pessoal, seja de bem estar ou de 'status'. Assim como o arrozeiros com suas Hilux e amantes.
E O arroz não lhe dá status nem satisfação pessoal, lhe dá apenas energia.
Se acha o arroz caro, ele substitui por massa, mandioca, pão, batata .... enfim existem muitas outras fontes de carboidrato.
Prova disso é a Argentina um dos menores consumidores per capita de arroz....

TÔ DE OLHO EM VOCÊS ......

PS: o espertinho que terminou com os leilões da bolsa saiu da toca ......
16/08/2018 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Exatamente Sr. Fernando. O consumidor não esta nem ai para o arroz. No nordeste 1 pacote de macarrão custa míseros R$ 1,19. Batata e mandioca custam R$ 1,20 o kg. Então não estão nem ai para o arroz. Não pensam em fome enquanto estão no Facebook, instagram, etc. Só querem 'status' realmente. Bebem cerveja e comem pouco, pois lá a vida é festa. Tem pouco dinheiro, mais vivem felizes. É só tirar a bunda da Hilux e ir andar pelo sertão nordestino, que vão ver isso. Não querem mais saber de arroz e o governo também não se preocupa com os arrozeiros. as dividas foram prorrogadas, com juros e os 'espertinhos' se achando pois não tem que vender arroz agora. Infelizmente sõ olham para o seu próprio umbigo. Reduzam a área se não dá lucro, façam soja na várzea, gado e até o escambau, mais não tentem impor suas ideologias e ou ideias como faz o PT. não é manipulando que vão conseguir seu lucro. SC que tem arroz muito mais barato esta deitando e rolando em cima da industria gaucha. Camil e outros que importam arroz de todo o canto (seja Paraguaí, Uruguai, Tailândia, Suriname, entre outros), paga aqui 45 o arroz para tirar os pequenos do negócio. Quando as fabriquetas saírem do mercado e ficar só meia duzia, quero ver o que vai ser do produtor. Não terá opção de onde colocar o arroz e vai morrer na mão do CARTEL. dai aquele que hoje posa de rico, com sua hilux, não vai ter nem fusquinha para ir na lavoura, e vai dar graças a deus de montar no seu 'burro' para ir catar o arroz com as mãos como fazem na ásia..... A VERDADE DOÍ, POR ISSO SE REVOLTAM.
16/08/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Enquanto tinham meia dúzia de empresas e cooperativas e meia duzia de produtores o mercado se auto regulava e fluia. Mas eis que surgiu o Mercosul e com ele as fabriquetas e os atravessadores fruto dessa politica neoliberalista. Toda a vez que o preço do arroz quer subir eles enlouquecem porque não conseguem concorrer com as grandes! Há exatas duas safras atrás vendemos nosso arroz a R$ 52 e o povão não deixou de comer arroz para comer massa ou pão! Isso é fato! Aconteceu. Então parem de falar asneiras. Existe sim é muita oferta de arroz sei lá de onde que acaba sendo desovado por meia dúzia de réis de uma lavourinha familiar com custo baixissimo! Falei ano passado que a quebradeira ia ser grande e é por esse motivo que defendo uma redução geral de área! Os CPRs deveriam parar de plantar... O problema está ai! Trabalham para a indústria! Atravancam o mercado! E isso vai acabar. Já está acabando... produção e agiotagem não se sustentam por muito tempo!
16/08/2018 - lauro leal da silva (Paraíso do Sul - RS)
As 'SANTAS E CARIDOSAS FABRIQUETAS' são a única salvação para os lavoureiros de arroz, que a elas devem tudo o que tem e o que são, e, mesmo assim, são tão ingratos estes lavoureiros como aqueles animais que comem e viram os cochos! Mais as FACULDADES DE NUTRIÇÃO em sua disciplina de PRODUTOS SUBSTITUTOS DO ARROZ I ensinam que os produtos gerados por estas FABRIQUETAS (arroz beneficiado) não tem a menor importância para a humanidade, vez que existem ZILHÕES de produtos substitutos mais baratos, segundos os pós-graduados em nutrição Antônio Paulo e Fernando Moura e que citam inclusive os nordestinos como cobaias comprobatórias de suas afirmações!
Como na colheita do arroz são homenageadas as pessoas que contribuiram para
esta atividade com uma PÁ DE CORTE, fica aqui como sugestão homenagear
aqueles que se destacam por nunca terem ido a uma lavoura de arroz, mais que sempre dependeram dela e que não vivem sem ela, homenageando-as com um troféu, o troféu 'PICARETA DO ARROZ'!
16/08/2018 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Prezado Sr. Lauro as suas palavras são um pouco confusas, mas parece que os produtores de cereais e o senhor, não estão conseguindo entender como funciona a precificação dos produtos, nesse caso o arroz.
Quem dita o preço dos produtos é o consumidor (aquele que paga pelo produto no caixa do supermercado) e não quem produz (lavoreiros). O consumidor está cagando se o custo de produção é R$ 50,00 ou R$ 10,00. Ele se dispõem a pagar o preço, que na cabeça dele, é justo para ELE e não para quem produz o alimento !
Um exemplo atual é as cervejas especiais, que estavam em media R$ 15,00 a garrafa de 500 ml, só que não vende a R$ 15,00, agora se encontra o mesmo produto na faixa de R$ 10,00 a R$ 8,00.

Ou seja um consumidor acostumado a pagar R$ 10,00 por um produto nunca vai se dispor a pagar R$ 18,00 pelo mesmo produto.

É simples assim. Não adianta chorar e salve-se quem puder.
16/08/2018 - Jean Ferrucci (Uruguaiana - RS)
eu tenho uma fabriqueta e não vou fechar, também não empresto dinheiro para produtor, pois não tenho nem pra mim....
17/08/2018 - Eugenio Rodrigues Gomes (São Borja - RS)
Cuidado tem perfil falso dando opinião nos comentários...é que nem o cara da bolsa..esse ao menos aparece o outro não se sabe quem é????deve ser mandado pela industria...
17/08/2018 - Elton Machado (Pelotas - RS)
Sr Antonio, essa conversa não pega mais hoje o produtor faz cálculos tão bem ou melhor que o senhor. Arroz a RS 20,00 O saco de 5kg na gôndola custa para o consumidor RS 16,80 por mês para comer arroz almoço e jantar todos os 30 dias do mês... isso é caro ??? O que falta é competência dos vendedores que estão mal acostumados a diminuir o preço da matéria prima, matando todo um elo da cadeia PRODUTIVA, até chegar o ponto que chegou causando uma calamidade social que vai estourar a partir de agora. Muitos estao entendendo isso como crime social ... não esqueça ' quem com ferro fere com ferro será ferido!'
17/08/2018 - Elton Machado (Pelotas - RS)
Só complementando, os preços aqui no sul continuam subindo, muita procura e pouca oferta essa semana chegamos a RS 50,00 ofertados aos produtores. Indústrias da região comprando na fronteira oeste pagando RS 47,20 com frete esse arroz chega aqui a mais de RS 55,00. Mesmo a esses preços a indústria está mantendo sua margem de lucro bem acima dos 4 a 5% que sempre foi sua margem e diga-se de passagem muito boa. Ás margens de 40% não vão dar mais. Não adianta negar mercado região sudeste gôndola já passa frouxo dos RS 90,00 ... basta fazer a conta contrária para saber qual valor possível pagar na matéria prima de forma a manter a margem histórica de 4 a 5%.
17/08/2018 - jose carlos vizzotto (São Borja - RS)
oi Eujenio q tu percebeu eu ja sabia a muito tempo para variar perfil falso tinha q ser sao borja me poupe. tem medo de mostrar cara hahahaha
17/08/2018 - marcos silva (porto alegre - RS)
Interessante que aqueles mesmos que afirmavam que sobrava arroz no mercado, por isso devia baixar de preço, agora afirmam que a única força que influencia na formação de preço é a 'vontade do consumidor'. Parece que a única lógica seguida é a do puro terrorismo baixista. Embora no caso presente se trate de terrorismo contra a continua recuperação de preços. Podiam rachar uma lenha ao invés de se preocuparem com camionetes e amantes. Sds
19/08/2018 - Edereson Diehl ( - AC)
Vamos aproveitar q o dolar está alto, pegar nossos calhambeque e encostar no porto e vender todo nosso arroz pra fora, assim a industria picareta q vá buscar nosso arroz de volta lá no exterior, já q tá fazendo corpo mole pra pagar melhor o produtor. A cadeia produtiva tá quebrada e vai segura o q dá pra sobreviver e planta batatinha quem sabe, não tem como produzir sem garantias de preco, alias deve ter arroz só os arrendatários pq o produtor já vendeu lá atrás pra quitar as dívidas nas indústrias fornecedoras de crédito.SDS.
20/08/2018 - Marcos Hanus ( - CE)
Me atrasei pra conversa. O fato é que em partes todos tem um pouco de razão.
O produtor não aguenta mais vender arroz barato, e a indústria só enriquece dessa forma, pois o varejo espreme ao máximo. Estou no nordeste esei como funciona a cabeça do consumidor, não houve redução no consumo de arroz em 2016, pois aqui o feijão valia 12,00 o quilo, hoje está 2,00.
A conclusão dessa conversa leva a um único caminho, se realmente queremos saber o resultado da conversa, se o preço do arroz pode aumentar sem afetar seu consumo, a ÚNICA forma é reduzir drasticamente a produção de arroz no Brasil.
Será que os produtores vão fazer isso, ou vai continuar como sempre foi, o Antônio Paulo vencendo o debate.
21/08/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Pois é meu amigo Antônio Paulo... Mais uma semana se passou e o cepea segue subindo ultrapassando hoje os R$ 44,50... O dólar em disparada galopante podendo atingir R$ 5 muito em breve... Complicado né??? Tá difícil de comprar arroz barato??? Paciência né... Muito complicado!!!
22/08/2018 - Jean Ferrucci (Uruguaiana - RS)
Pois é Flavio, na verdade não ta difícil de comprar, tá difícil é de vender....

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