Sementes Basso 3

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
Facebook
news

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Assine 4

notícias

07.07.2018 | MERCOSUR EN ESPAñOL - por Hugo Ocampo - El Observador

Arroceros aprobaron US$ 9,30 por bolsa

El valor surge de un 28% de la cosecha vendida a los mercados de exportación

imagem El precio acordado es un poco mejor al alcanzado en la zafra pasada Foto: El Observador

La Asociación Cultivadores de Arroz (ACA) aprobó, en asamblea en la estación experimental Treinta y Tres del Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria, el precio provisorio para el arroz de la zafra 2017/2018 acordado con la industria, que quedó establecido en US$ 9,30 por bolsa de 50 kilos.

A su vez, se precisó que para los arroces de la variedad Tacuarí se añaden US$ 0,80 por bolsa, así como también se suma al precio base –para todos los casos– US$ 0,25 por préstamo extraordinario y US$ 0,25 por devolución de impuestos. También quedó establecido un valor de descuento de US$ 0,25 para cumplir con el pago del Fondo Arrocero.

El precio es un poco mejor al valor provisorio del ejercicio anterior y muy similar al definitivo de esa zafra, acordado en marzo, destacó a El Observador el presidente de la ACA, Alfredo Lago.

El dirigente dijo que ese valor está acordado con un bajo volumen de negocios realizados, considerando que hasta el momento se ha vendido apenas un 28%.

Eso generó cierta cautela por parte de la industria para determinar el precio provisorio. Se espera que el 72% del arroz que resta venderse debería estar niveles superiores a ese valor, puesto que las partes acordaron revisarlo en setiembre con la posibilidad de hacer un ajuste.

El rendimiento quedó en 8.100 kilos (162 bolsas) por hectárea, con una cosecha de 1.230.000 toneladas, un 11% inferior al año pasado, consecuencia de una menor productividad y una menor área sembrada.

Preocupa la manifestación de los productores de achicar el área de la próxima siembra, que confirma lo adelantado por ACA en cuanto a reducir el área en un 20%. Inciden las pérdidas económicas por cuarto año consecutivo que tiene el sector y dificultdes financieras.




Enviar notícia para um amigo

comentários (2)

10/07/2018 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Os produtores Uruguaios, antecipando-se ao momento de crise sabiamente reduzem em 20 % suas áreas, provam serem mais ágeis e ativos nesta situação adversa. Regulam a oferta, melhoram as negociações com as cooperativas e indústrias e naturalmente os preços sobem!! Exemplo a ser seguido, será que os produtores nacionais vão ter um 'lampejo' de inteligência e racionalidade ? Difícil acreditar, se o vizinho reduz, o lindeiro tende a aumentar para se beneficiar da 'lei de Gerson.'
13/07/2018 - Nilton Mello Velasques Velasques (Santa Maria - RS)
Sr. Carlos, não é assim que funciona no Uruguay, não existe 'mercado' no preço pago pela indústria ao arrozeiro. Depois de fixado provisoriamente, através de acordo entre a ACA e Gremial dos Molinos, o preço do arroz vale por todo o ano e todo o arroz entregue à indústria é liquidado em 30/06. O preço é um rateio do valor exportado, que teoricamente deve manter-se quando liquidar o estoque, normalmente em fevereiro do ano seguinte, pode ter alguns cents ao produtor, como também algumas vezes, descontaram da safra seguinte, porque as vendas não suportaram o preço provisório. Em 1998 foi descontado US$ 1,06 por saco. Nem tudo que brilha é ouro. Se cultivarem 10.000 ou 150.000 has, não mudará o preço praticado hoje. O custo é muito alto. Só preço internacional alteraria algo.

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

Todos os direitos reservados - Copyright 2018 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio