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12.06.2018 | EXPORTAçãO - por Farsul

Exportações de arroz em 2018 já superam toda a exportação de 2017

Os dados estão no Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do Rio Grande do Sul, divulgado pela Farsul, nesta terça-feira, dia 12

 O arroz manteve seu movimento de crescimento nas exportações. Em maio, o cereal teve uma alta de 73% na comparação com abril, o que faz o acumulado do ano, em volume, ser superior ao total comercializado no ano passado. São 592 mil toneladas nos cinco primeiros meses de 2018 contra 586 mil em todo o ano de 2017. Os dados estão no Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do Rio Grande do Sul, divulgado pela Farsul, nesta terça-feira, dia 12.

O levantamento também aponta queda na comercialização de frangos (-32,8%) e suínos (-41,5%) em decorrência dos embargos sofridos pelos produtos no mercado internacional e pela greve dos caminhoneiros. Mesmo com uma alta na venda de bovinos (19,6%), o resultado do grupo carnes teve uma retração de – 27,8% quando comparado os meses de maio de 2018 e 2017.

Já a soja teve um crescimento de 13,8% no valor exportado em relação a maio do ano passado e de 30,3% na comparação com abril de 2018. A paralisação dos rodoviários teve menos impacto nas exportações de grãos, pois a maior parte a ser embarcada já estava estocada no porto. Os reflexos, se houver, acontecerão em junho.

No total, o agronegócio gaúcho comercializou US$ 1,358 bilhão em maio, avanço de 10,8% em relação ao mesmo período de 2017. No acumulado do ano foram exportados US$ 5,102 pelo setor, alta de 23,2% em relação a 2017. A China continua sendo a grande parceira comercial do agronegócio gaúcho, respondendo por 45,7% do valor exportado. Em segundo lugar estão os Estados Unidos com 3,6% e em terceiro, a Eslovênia.




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comentários (6)

13/06/2018 - Flavio Evandro (Santa Maria - RS)
Se essas exportações fossem uma constante e se nosso câmbio não fosse tão artificial até que poderíamos produzir arroz em larga escala como ocorre hoje com a soja e exportamos para o resto do planeta. Só que não tem graça nenhuma plantar e vender por R$ 36 para dar arroz para os estrangeiros sendo que nossos custos serão superiores a 50 reais no ano que vem... O frete subiu, a luz, o diesel, então pouco temos a comemorar... Mas se gostaram do nosso arroz deve ter mais 1,5 milhões de toneladas sobrando por aqui... Que levem tudo!!!
13/06/2018 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
Com a greve dos caminhoneiros e o resultado que ela gerou, a Medida Provisória n° 820 e Resolução 5820, que encarece o frete da industria para o mercado consumidor, sem contar o aumento que se computa do produtor à indústria e ou da Indústria para o mercado externo, arrefeceu as exportações de arroz que vinham de vento em popa.

Acredito que os representantes do setor, deveriam focar em destravar essas novas amarras para o escoamento de nosso produto, pois o Brazilian Rice está fazendo sua parte, e estamos abrindo novos mercados importantes.

Gostaria apenas de propor uma correção, a matéria acima cita que vendemos 592 mil toneladas, mas o documento postado pela IRGA, aponta uma exportação no ano de 2018, nos cinco primeiros meses de: 815 mil toneladas.
13/06/2018 - Marcos Hanus ( - CE)
Essas exportações são possíveis com preços baixos. Se o arroz alcançar 50,00 a saca, com certeza elas sumirão e abrirá caminho para as importações.
O fato é que o custo Brasil não dá condições aos arrozeiros de produzir em alta escala.
13/06/2018 - Marcos Hanus ( - CE)
A soja tem mais liquidez, a China produz muito arroz, pouca soja.
Neste raciocínio lógico, quanto mais se tenta procurar uma alternativa para solucionar a crise da lavoura arrozeira, o único caminho a seguir é redução de área plantada de arroz. Em muitos cálculos feitos o ideal seria reduzir a área em 30#.
Mas se levarmos em conta que o Paraguai está produzindo mais arroz para nós, o correto seria reduzir a área plantada de arroz em 50#. O difícil dessa missão é a matemática, já que a grande maioria dos produtores seriam contra essa conta.
Cabe aos organizadores do te mexe arrozeiros, se mecher um pouco e criar uma lei que TODOS os produtores plantem somente a metade da área com arroz, a outra metade utilize com outra cultura,ou gado.
13/06/2018 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
Concordo plenamente que devemos diminuir o custo de produção, mas para isso ser possível deve-se seguir uma cartilha extensa de mudança, que depende do produtor, do governo e da indústria.

Se existe um gatilho que por mais que não seja o idela para o setor, mas vêm contribuindo para a recuperação dos preços, deve-se apostar nele.

Sobre as atitudes necessárias para que o setor recupere rentabilidade, deve-se resolver o endividamento do setor que coloca os produtores de quatro na hora de negociar sua safra, deve-se investir em silos e principalmente, o governo tem que acabar com seus desperdícios provindos da corrupção e provilegios que forçam a tributação para suprir tais descalabros de nosso sistema político.

Deve-se ter seriedade no trato setorial. União e foco!
13/06/2018 - Felipe de Paula (Lorena - SP)
O ano é de eleição, o mercado está em nervos, o governo é fraco, o real se enfraquece, o dólar tende aos 4, a compra de insumos encarece ainda mais...

Cenário bom para essa diminuição da área em 30%...

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