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10.05.2018 | CRISE DO ARROZ - por Nestor Tipa Júnior/Federarroz

Setor arrozeiro defende redução temporária de ICMS no Rio Grande do Sul

Produtores alegam que objetivo é dar competitividade ao setor promovendo o arroz gaúcho junto às indústrias do país

imagem Dornelles: cumplicidade dos prefeitos é determinante para sair da crise Foto: Federarroz/Divulgação

Na busca de soluções efetivas e sustentáveis, o setor arrozeiro está propondo ao governo do Estado a redução temporária do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a comercialização do arroz em casca entre estados brasileiros. A proposta foi apresentada nesta quinta-feira, 10 de maio, durante o debate sobre a Crise do Arroz e o Impacto Econômico e Social nos Municípios, realizado na sede da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em Porto Alegre (RS).

O objetivo da proposta da é promover o arroz gaúcho diante das indústrias de outros Estados como forma de dar competitividade ao setor. A ideia é reduzir os percentuais de 12% para 7% e de 7% para 4%, dependendo do destino, pelo período de 90 dias, em um momento de final de colheita e de arroz no mercado. "A Metade Sul precisa dar um recado, não é possível pedirmos uma redução de imposto e ver que outros setores estão recebendo. Evidentemente que só o ICMS não vai resolver, mas ele pode atenuar sim. Se a indústria tiver desconto, ela vem buscar o produto aqui", salientou o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles.

O dirigente apresentou aos prefeitos o panorama atual dos produtores. Lembrou que o Rio Grande do Sul, sozinho, tem a segunda maior produtividade mundial, com 7,2 mil quilos por hectare, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e que por isso se torna importante o apoio das prefeituras, pois oito dos dez municípios do Estado entre os de maior Valor Adicionado Bruto (VAB) da agropecuária do Rio Grande do Sul são de economia baseada no arroz. "Solicitamos cumplicidade dos prefeitos com o setor no encaminhamento de algumas demandas com o Estado. Viemos repartir a responsabilidade com vocês. Esperamos que vocês sigam nessa linha de frente", observou.

Dornelles alertou que, segundo estimativa da Federarroz, o custo de produção deve aumentar no mínimo 10%. Itens como os defensivos já estão 15% maiores. O economista chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, informou aos participantes do evento que o Estado hoje tem um estoque de 930,61 mil toneladas, e só com o ICMS interestadual menor o arroz gaúcho pode chegar a outros mercados brasileiros, repercutindo na alta dos preços do grão e também gerando renda ao Estado e aos municípios por meio do ganho dos arrozeiros.

O evento contou com a presença de pelo menos 50 prefeitos e representantes de prefeituras dos municípios arrozeiros no Rio Grande do Sul, além de produtores de arroz que se mobilizaram para discutir as reivindicações da cadeia produtiva. Entre outros pleitos da Federarroz estão o terminal portuário dedicado às exportações de arroz, investimentos ao Instituto Riograndense do Arroz, protagonismo na guerra fiscal e inserção do arroz na merenda escolar. Na próxima segunda-feira, Federarroz, Famurs, Farsul, Fetag/RS e Irga entregarão carta ao governo do Estado e Assembleia Legislativa.




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comentários (2)

11/05/2018 - flavio evandro (Santa Maria - RS)
É governador Sartori!!! Vcs que não levem a sério a justa reivindicação dos produtores e verão quão grande será a queda de arrecadação do Estado não só nas vendas de arroz, mas sim de icms sobre implementos, insumos, defensivos, energia elétrica, etc e etc... Se os produtores desistirem de plantar o efeito cascata será catastrófico para esse governo que já anda cambalido!!! Abra bem seu olho governador... Seguimos dormindo com um custo de R$ 45 e um preço de R$ 35... Ano que vem esse custo será de R$ 54... Queremos uma resposta a contento... Chega de embromação!!! Sigo avisando... 30% de queda de arrecadação se algo não for feito imediatamente!!! Quem está por dentro da real situação sabe do que estou falando... Governador Sartori o momento é de perder para não perder mais ainda lá na frente, inclusive em desemprego!!! A situação é muito séria pessoal!!! O governo federal lavou as mãos com meiabduzia de kgs de PEP e Pepro... A industria está contente em nos pagar R$ 34,84... O varejo mais ainda... O Te Mexe Arrozeiro não pode parar... Tão muito parado esperando um milagre que não vai vir sem pressão da classe... Sem trator nas ruas... Ou assim como está tá bom??? O tempo vai passando... E nada de concreto... Um blá blá blá infindável!!!
12/05/2018 - Marcos Hanus ( - CE)
Pelo que vejo aqui a guerra agora é contra os outros estados. Reduzir o ICMS gaúcho vai facilitar a venda do arroz gaúcho em outro estado brasileiro.
A superprodução continuará, a competição interna aumentará e salvem se quer puder.
Enquanto isso o custo de produção sobe, o custo Brasil está cada vez maior.
É a solução está onde???? Pelo que vi no grupo te mexe arrozeiros, a solução é plantar cada vez mais, já que pouca lavoura não está apresentando lucros satisfatórios. Quem pode mais chora menos.
Parabéns aos produtores brasileiros e principalmente gaúchos, que colheram mais uma supersafra.
O projeto agora é na próxima safra atingir 10(projeto10) milhões de toneladas só no RS. Talvez 15 milhões de toneladas no Brasil, na próxima safra, e atingir o grande objetivo de vender arroz a $20,00 o saco.

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