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09.05.2018 | DíVIDAS - por Apolos Neto

Bancos aceitam criar linha para reestruturação de dívidas agropecuárias

Comissão Externa do Endividamento se reuniu, nesta quarta-feira (9), com representantes de instituições bancárias

imagem Reunião com entidades pode indicar solução a parte dos produtores Foto: Apolos Neto

A Comissão Externa Sobre o Endividamento Agrícola (CEXAGRI) se reuniu, nesta quarta-feira (9), com representantes do Banco Central do Brasil (BACEN), Banco do Brasil (BB), Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob). No encontro, o coordenador da CEXAGRI, deputado Jerônimo Goergen (Progressistas-RS), apresentou uma minuta de proposta de repactuação das dívidas acumuladas pelos produtores rurais. “Estamos sugerindo um alongamento das dívidas, sejam elas de recursos de crédito rural ou de recursos livres dos bancos, para os produtores que tiveram perdas decorrentes de problemas climáticos, preços mínimos ou contingenciamento de mercado”, destacou o parlamentar.

A proposta da Comissão Externa prevê um prazo de 25 anos de pagamento, com dois de carência, estabelecendo 23 parcelas, pagas anualmente. A taxa de juros sugerida é de 4,5% ao ano. “Apontamos às instituições algumas alternativas de origem dos recursos para implementar essas medidas, sem a necessidade de contar com dinheiro novo do governo federal”, explicou Jerônimo. Ficou agendada uma nova rodada de negociação com as instituições bancárias, marcada para a próxima quarta-feira (16), onde os bancos apresentarão sua contraproposta. “Houve a clara sinalização dos bancos de que será possível criar uma nova linha para reestruturar esse passivo. Agora é afinarmos os termos e ver o montante que será possível oferecer”, destacou o parlamentar. Representantes da Febraban, Tesouro Nacional, ministérios da Fazenda, Agricultura e Planejamento também são aguardados para a reunião da próxima semana.

A Comissão Externa Sobre o Endividamento Agrícola apresentará no dia 23 de maio o relatório final dos trabalhos do colegiado, com os apontamentos e sugestões legislativas para o enfrentamento da grave crise de renda que atinge diversos segmentos do agronegócio, como arroz, leite, café, avicultura e suinocultura.

Ouça a reunião na íntegra no link abaixo
http://imagem.camara.leg.br/internet/audio/Resultado.asp?txtCodigo=72598




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comentários (4)

09/05/2018 - flavio evandro (Santa Maria - RS)
Prá quê? Prá seguirem plantando e vendendo a R$ 35 com um custo de R$ 45!!! Deputado vou repetir de novo! Vcs estão atacando a consequência e não a causa. Se o pessoal prorrogar e plantar de novo com os preços e custos atuais no ano que vem estaremos na mesma merda!!! O que não pode é seguir entrando arroz do Mercosul em competição desleal... Excesso de produção interna sem expectativa de exportações... Tudo isso não passa de manotaço de afogado!!! Foi-se o tempo do arroz e trigo no Brasil... Custo para a próxima safra R$ 54... E vejo o governo federal fazendo propaganda na TV que a produçao aumentou e que os preços cairam pro consumidor!!! O produtor é otário e está se prestando aos interesses eleitorais do governo!!! Acordem pessoal... Avisei ano passado que ia ser essa quebradeira geral... Está na hora de parar e salvar o que der!!!
09/05/2018 - Edereson Diehl ( - AC)
Essa medida só mantem o produtor escravizados( ou melhor termo:os esvravos na senzala) pra produzirem boia barata pros politiqueiros se elegerem. NÀO PAGUEM E NÃO RENEGOCIEM MAIS NADA SE AINDA TIVEREM AMOR PROPRIO PELA DIGNIDADE. VIVEMOS UM SISTEMA POLITICO FALIDO E DESLEAL COM O TRABALHADOR DE DEIREITO. DIGAM UM BASTA PRA NÃO SE ARREPENDEREM NO FUTURO, ALIAS VAIS ENTREGAR ESSA HERANCA PROS SEUS FILHOS E NETOS?!!!
09/05/2018 - fabricio bauer de souza (Tapes - RS)
A lavoura de arroz,com os patamares de preço praticados, está totalmente inviável.Cada um, de forma individual, vai ter de tomar a sua decisão. Mas é bastante claro que até mesmo para encerrar a atividade com dignidade, honrando o compromissos assumidos, seja trabalhando, seja abrindo mão de patrimônio de forma voluntária ou via execução por credores é FUNDAMENTAL que tenhamos prazo.É o caminho logico para o produtor e também para o agente financeiro.
10/05/2018 - flavio evandro (Santa Maria - RS)
Teu pensamento Fabricio retrata bem o que é o produtor de arroz: “cada um de forma individual”. Nunca tivemos uma classe unida. Entao porque Federarroz? Irga? Farsul? Pra que precisamos deles se a coisa é de forma individual? Lamento a tua posição!!! 90% estão quebrados!!! Desesperados!!! Mas seguir na atividade é burrice!!! Então por que motivo pegar corda para se enforcar ainda mais??? Falta visão!!! Falta liderança no setor!!! Falta politicos!!! Falta tudo...

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