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07.05.2018 | EXPORTAçõES - por Brazilian Rice

Indústria brasileira do arroz direciona esforços para ingresso no mercado chinês

Regulação de demanda no país asiático é vista como oportunidade para entrada do produto, mas entraves burocráticos ainda precisam ser superados

imagem Evento realizado em Porto Alegre Foto: Evento realizado em Porto Alegre

 Com a maior economia do mundo, mas características incomuns no cenário internacional, o mercado da China é percebido como um dos principais potenciais para a indústria brasileira do arroz. O tema foi debatido em Porto Alegre (RS), durante ato de assinatura de renovação do convênio entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz). A diretora executiva da Abiarroz, Andressa Silva, ressalta a importância do mercado chinês.

- A China é o maior produtor, maior importador e maior consumidor de arroz no mundo. Para se ter uma ideia, o país importa cerca de cinco milhões de toneladas de arroz ao ano. Parte desta demanda poderia ser suprida pelo arroz brasileiro. O Brasil exporta uma média de um milhão de toneladas de arroz ao ano, além de absorver parte do excedente do cereal no âmbito do Mercosul. O entrave burocrático hoje existente é o acordo fitossanitário entre China e Brasil para o produto arroz. Para isso, a Abiarroz tem realizado gestões junto aos órgãos competentes em Brasília e vai compor missão oficial à China juntamente com o ministro Blairo Maggi, este mês – disse.

Segundo ponderou o presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, como fruto da grande densidade populacional, o país asiático não é autossuficiente em alimentos, o que habilita o Brasil a ser um fornecedor competente dessa demanda.

- É preciso agir com inteligência e calma. Nunca teremos capacidade de ditar termos para o mercado chinês, mas sempre vai haver espaço de regulação relevante para a produção brasileira. Além disso, há uma mudança de modelo econômico abrindo mais o país para importações de produtos – afirmou o presidente da Apex-Brasil.

A expectativa de aumento significativo da demanda por alimentos dá-se pelo esgotamento de áreas produtivas em países como a China e a Índia. Na Índia, por exemplo, mais de 60% do território é dedicado à agricultura. Para efeito de comparação, esse índice no Brasil é de 7,5%.

Redação: Marcelo Matusiak
Coordenação: Marcelo Matusiak 

Projeto de exportação do arroz brasileiro (Marcelo Matusiak)

Presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos (Marcelo Matusiak)




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