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09.04.2018 | EXPORTAçãO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Exportações de arroz beiram as 200 mil toneladas em março

Volume foi o maior em seis anos e o ritmo de embarques seguirá forte se tiver espaço no porto

imagem Arroz beneficiado representou mais de 50% dos embarques Foto: Robispierre Giuliani - Planeta Arroz

Os baixos preços praticados no mercado doméstico estão mantendo o arroz brasileiro competitivo e impulsionam as exportações. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex/Mdic) divulgados pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o volume de embarques brasileiros em março alcançou 193,5 mil toneladas, valor que só foi superado há seis anos. Em contrapartida as importações também aumentaram diante de fevereiro e o país internalizou 69 mil toneladas, contra 38 mil no mês anterior. O saldo positivo foi de 124,5 mil toneladas, em base casca em março, o primeiro mês do ano comercial 2018/19.

No ano comercial 2017/18, de 1º de março de 2017 a 28 de fevereiro de 2018, o saldo líquido da balança de negócios do arroz foi positivo em 22 mil toneladas. Depois de um primeiro semestre de resultado negativo, o Brasil se recuperou no segundo semestre da temporada passada. Outra ótima notícia é a de que a exportação de arroz beneficiado representou quase 51% das vendas externas, ou 98 mil toneladas. Portanto, além de reduzir estoques, ajustar o quadro de oferta e demanda, o produto gerou renda, postos de trabalho e empregos dentro do país.

Os quebrados de arroz ficaram pouco abaixo de 20% dos embarques e o grão em casca superou os 30%.

Venezuela com 74 mil toneladas de arroz em base casca, Cuba com 44 mil/t e Porto Rico com 15 mil toneladas foram os grandes compradores de março. A expectativa é de que o Brasil mantenha um bom desempenho de vendas externas no primeiro semestre do ano em função dos baixos preços praticados no mercado doméstico, que também deve segurar um pouco o ingresso de produto do Mercosul, em especial da Argentina e do Uruguai. Preocupa a falta de espaço nos terminais de grãos do Porto de Rio Grande para as operações de arroz, em especial o beneficiado, uma vez que a prioridade é a recepção e embarque de soja.

Das 69 mil toneladas adquiridas pelo Brasil em março, 90% tiveram origem no Paraguai, 8% no Uruguai e 1% na Argentina e 1% em mercados de grãos especiais. São Paulo e Minas Gerais seguem sendo os principais estados importadores do arroz paraguaio, com uma política tributária diferenciada que favorece aos comerciantes estrangeiros. Parte das indústrias e da produção paraguaia pertence a brasileiros, alguns deles investidores radicados em São Paulo. 

CONAB

A Conab deve divulgar novo levantamento de safra de grãos nesta terça-feira, dia 10, às 11h, e a expectativa é de que altere seus dados de estoque e oferta e demanda. No entanto, até o levantamento publicado em março, a expectativa era de um superávit de 50 mil toneladas para 2018/19, com o embarque de 1,05 milhão de toneladas e a compra de 1 milhão.




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comentários (1)

10/04/2018 - Miguel Andre Barbosa da Silva (Barra do Ribeiro - RS)
Boa noticia. E com as quebras de produtividade e qualidade se consolidando. E se o dólar continuar em alta, o mercado vai ficar interessante. Sds

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