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06.11.2017 | CONSUMO

O mapa do Centro-Oeste

Pesquisa amplia o perfil do consumidor de arroz na capital do Mato Grosso

 A base de dados da pesquisa que mapeia o perfil dos consumidores de arroz nas regiões metropolitanas de algumas das principais capitais do Brasil foi ampliada nos últimos meses com a aplicação dos questionários em Cuiabá, capital do Mato Grosso, e Várzea Grande, município da Região Metropolitana. Foram ouvidos 305 consumidores junto às gôndolas de exposição de arroz nos supermercados.

Este é o segundo passo do estudo coordenado pelo pesquisador Carlos Magri Ferreira, da Embrapa Arroz e Feijão, de Santo Antônio do Goiás (GO), que começou o trabalho pela Região Metropolitana de Goiânia. Os números estão passando por análise e os resultados preliminares do Mato Grosso devem ser anunciados ao final de novembro. Esta etapa foi patrocinada pelo Sindicato das Indústrias de Arroz do Estado de Mato Grosso (Sindarroz - MT), que promoverá um evento estadual para a divulgação dos resultados.

“O objetivo da pesquisa é conhecer a percepção dos consumidores sobre vários aspectos nutricionais e funcionais e outros tópicos que interferem no consumo do arroz e feijão”, frisa o pesquisador da Embrapa. Os dados estão sendo analisados pela Embrapa Arroz e Feijão e Universidade Federal de Goiás com apoio financeiro da Bolsinha de Cereais. A intenção dos idealizadores é de que a pesquisa, quando alcançar os demais estados de interesse, constitua uma base de informações para subsidiar uma campanha nacional de valorização do arroz e feijão.

A meta é compor um panorama do consumo nacional dentro da perspectiva de progressiva mudança do perfil do consumidor de arroz e feijão. Com espectro amplo, será possível identificar preferências regionais e permitir que a cadeia produtiva trace estratégias eficientes para alcançar o mercado. No momento, estão sendo tratados os formatos de patrocínio para aplicar a pesquisa em Belo Horizonte (MG), Palmas (TO) e São Luiz (MA) com as entidades regionais. Outras entidades setoriais demonstraram interesse em apoiar a pesquisa.

O Sindarroz do Mato Grosso tem estimulado atividades pelo desenvolvimento da cadeia produtiva estadual e a pesquisa é apenas mais uma delas. “Podemos destacar a homologação da marca coletiva do arroz de Mato Grosso e a conquista do domínio do mercado estadual com marcas locais”, revela Carlos Magri Ferreira.

Segundo ele, por outro lado houve crescimento da produção de feijão no estado, o que levou a maior parte das indústrias arrozeiras a também operarem com feijão. Diante desse panorama surgiu o interesse de associar-se ao trabalho do pesquisador e patrocinar a pesquisa com consumidores de arroz e feijão em diversos pontos de venda nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.


Pesquisa em Goiânia

* 75% dos goianienses escolhem o arroz por marca e preço
* 15% trocam o jantar por lanche ao menos uma vez na semana
* 10% das refeições do mês são feitas fora do lar
* O consumo em Goiânia é maior que a média nacional: 70 g de arroz e 26 g de feijão por refeição
* 10,4% dos entrevistados congelam arroz para a semana
* 89% compram branco polido
* Tratam arroz e feijão de modo associado e julgam importante comê-los numa refeição diária
* Sabem que arroz e feijão têm propriedades nutricionais benéficas à saúde
* 64,3% dos entrevistados pagariam mais por produto orgânico
* 75% consideram relevantes as informações das embalagens

Fonte: Carlos Magri Ferreira


FIQUE DE OLHO
Os resultados de Goiânia surpreenderam os pesquisadores e a cadeia produtiva. Ainda que seja uma amostragem dentro de um universo de 200 milhões de consumidores, ficou claro que o consumo não sofre a redução que se propalava. “Neste caso específico, a constatação é de que partimos de premissas erradas, alardeadas em redes sociais, de que o consumidor está deixando de comer arroz e feijão em detrimento de junk food e outras combinações. Não é verdade. Há um consumo maior de sanduíches e outras comidas mais rápidas, mas a média aponta para estabilidade no uso de arroz e feijão nas refeições”, afirma Carlos Magri Ferreira. Nessa região do Brasil, o tipo de arroz mais consumido é o arroz branco polido (88,9%), seguido pelo parboilizado (9,4%) e, por último, o integral (1,6%).

Edição 64

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Edição 64
Novembro de 2017

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