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09.02.2018 | PREçO AO CONSUMIDOR - por G1

No primeiro mês do ano, inflação oficial em Curitiba perde força e fecha em 0,26%

IBGE divulgou dados do IPCA nesta quinta-feira (8); grupo que inclui produtos básicos, como o arroz e o feijão, ficou 0,06% mais barato

A inflação oficial em Curitiba fechou o primeiro mês do ano em 0,26%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados nesta quinta-feira (8).

De acordo com o IBGE, a variação de preço na capital paranaense foi 0,31 ponto percentual (p.p.) abaixo do 0,57% de dezembro. No cenário nacional, a inflação oficial também perdeu força e passou de 0,44% para 0,29%.

Com alta de 18,27%, o grupo dos tubérculos, raízes e legumes apresentou a maior variação de preços em janeiro. O tomate ficou 43,73% mais caro. Houve aumento, ainda, nas verduras (2,59%) e nas frutas (0,79%).

Já o grupo dos cereais, leguminosas e oleaginosas - que inclui produtos básicos - ficou mais barato 0,06%. O arroz, por exemplo, teve queda de 1,47% no preço; e o feijão, 0,22%.

Os consumidores também pagaram menos pelas carnes: alcatra (5,66%), acém (5,09%) e mignon (4,60%) foram os tipos que tiveram as maiores variações negativas. Em janeiro, também ficou mais barato comprar aves e ovos (0,36%), assim como leite e derivados (0,28%).

O peixe, porém, encareceu 1,51% em janeiro. Os artigos de limpeza também custaram 1,97% a mais, assim como o botijão de gás (5,51%) e as bebidas em geral (0,28%).

Em janeiro, ainda conforme os dados do IBGE, quem fez refeições fora de casa em Curitiba gastou 1,48% mais do que no mês anterior. A maior alta neste grupo foi no valor da cerveja: uma alta de 2,10%.

No primeiro mês do ano, quem mora na capital paranaense também pagou mais pelo aluguel; a alta foi a de 0,39% - o valor do condomínio (1,62%) é o mais alto dentro do grupo aluguel e taxas.

Em relação à saúde, ficou mais caro ir ao médico (3,62%), assim como fazer exames em laboratórios (1,07), ter plano de saúde (1,07) e comprar produtos nas farmácias (0,35%).

Por outro lado, os preços no grupo de cuidados pessoais baixaram 0,64%. A maquiagem, por exemplo, ficou 10,52% mais barata. O preço da fralda descartável também caiu 2,94%.

Os gastos com energia e combustíveis caíram 3,87%, de acordo com o IBGE. O destaque é para a energia elétrica residencial, que ficou 6,48% mais barata. A gasolina subiu 1,15% no primeiro mês do ano; e o etanol, 3,01%. O transporte público subiu 0,28%.

A inflação oficial é medida a partir do IPCA. O índice tem como base famílias com rendimento entre um e 40 salários mínimos.




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