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10.10.2017 | COMERCIALIZAçãO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Aval da Fazenda tranca anúncio de mecanismos

Anúncio de PEP e Pepro para até 300 mil toneladas deve sair só na próxima semana. Portarias estão prontas, aguardando o aval do Ministério da Fazenda

 As portarias que autorizam a intervenção do governo federal no mercado brasileiro do arroz com mecanismos de comercialização devem ser assinadas somente na próxima semana. Apesar de prontas, elas dependem do aval do Ministério da Fazenda, que vem segurando ao máximo qualquer liberação de recursos devido ao gigantesco déficit nas contas governamentais.

Serão anunciados dois mecanismos: o Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro). O objetivo da cadeia produtiva do arroz é alcançar a meta de retirar do mercado 300 mil toneladas. “Se não é o ideal, foi o que conseguimos diante das adversidades do mercado e da própria conjuntura nacional”, explica.

Os mecanismos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) do governo federal são deflagrados quando o mercado alcança valores abaixo do preço mínimo estabelecido em lei. No caso do Rio Grande do Sul e do arroz padrão para o Tipo 1, branco, é de R$ 34,97 para a saca de 50 quilos de arroz em casca que contenha 58% de grãos inteiros por 10% de quebrados.

Embora a média do indicador de preços ao produtor de arroz no Rio Grande do Sul da Esalq – Senar/RS não tenha baixado de R$ 36,00, em algumas regiões as cotações já foram registradas em patamares inferiores ao preço mínimo, o que deflagrou a demanda, pela cadeia produtiva, à sustentação por meio das políticas governamentais. O preço mínimo varia por classificação do arroz, com ágio de 6,36% por padrão. E, nestes patamares, também há indicadores abaixo do mínimo.

Alexandre Velho, vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) considera que o papel dos mecanismos será escoar o grão do Sul para regiões onde há demanda. “Não acreditamos que vá gerar uma grande recuperação nos preços, mas que vai reduzir a concentração dos estoques do Sul, que fazem pressão sobre as cotações”, reconhece. Segundo ele, este arroz não será destinado às exportações.

“Com os preços internos atuais nos tornamos mais competitivos, temos visto uma recuperação nas vendas externas, inclusive alcançamos em setembro o segundo maior volume de embarques do ano. E há bons negócios surgindo. Isso é importante para reduzir o estoque de passagem, manter o giro das empresas e reduzir a ociosidade. E também ajuda a estabilizar as cotações, como temos visto nos últimos dias”, revela.

Conforme Alexandre Velho, no litoral norte gaúcho já se nota a estabilização dos preços e a demanda por maiores volumes de arroz em casca por parte das indústrias. “A constatação de que o plantio está com um atraso histórico, muitos produtores sequer compraram insumos, e o clima adverso ao plantio também ajudaram a construir um cenário diferente para a próxima safra, de produção mais ajustada”, explica. Algumas empresas de fertilizantes já avisaram que só terão insumos para entregar no final de novembro, o que impede o plantio na janela ideal para altas produtividades.

“Diante desta realidade, acreditamos que a área vai baixar em volumes mais significativos, com alguns produtores que já estão atrasados optando por trabalhar com soja ou pecuária nas terras e reduzir o risco de plantar o arroz muito fora de época”, antecipa. Para ele, a falta de capital de investimento também afetará o nível tecnológico aplicado na lavoura.




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comentários (10)

10/10/2017 - antonio carlos garcia rodrigues (camaqua - RS)
Querem Preço ???.. Colham Menos....Simples Assim..Arroz ano passado custou mais de R$ 50.00 porque a oferta estava Reduzida...Não esperem ajuda de Governos..Se organizem e mandarão no Mercado...
10/10/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Blá... blá... blá... Não adianta plantar menos... chove de arroz do Mercosul... #somostodosbolsonaro
11/10/2017 - Alexandre Dutra (Bagé - RS)
Isso, vota no Bolsonaro, aquele que se diz defensor de uma sociedade de mercado, mas que suas ações entram em conflito com seu discurso. Não sabemos qual é plano de governo dele, se é que tem um plano, não tem um posicionamento abertamente fixo, o que sabemos dele é o que ouvimos nas entrevistas e reportagens sobre ele. A verdade é que hoje não tem nenhum politico capacitado para assumir a presidência e talvez os que tenham essa capacidade não queiram assumir esse compromisso. Mas SR.FLAVIO, vota no Bolsonaro e depois vá plantar soja no banhado. Estamos de olho!!!
11/10/2017 - Edereson Diehl ( - AC)
Como foi revisado e resolvido o caso do leite no mercosul, tem fazer o mesmo com o arroz restringir a entrada de arroz do Paraguiai. Tudo é uma questão de vontade politica ou alguém vai ter q fazer um video criativo como fez o produtor de leite de Santa Cruz e virilizou em rede nacional. Pq o q não tem fundamneto é um preco míniimo abaixo dos custos q só forca os precos pra baixo em plena entresafra.
13/10/2017 - Enio Andrade (Porto Alegre - RS)
Campanha Nova. Soja na várzea e Bolsonaro no seu Alexandre Dutra.esse deve votar no Lula e no temer. Bolsonaro nele
13/10/2017 - kleiton machado (Pelotas - RS)
Só agora entendi quem é o seu Alexandre Dutra , é um esquerdista fracassado que fica aqui dando contra o Agronegócio , é daqueles que não tem capacidade de gerir o próprio negócio então fica metendo o pau nos empreendedores e os chama de ruralistas. Bem que eu desconfiava que não poderia ser alguém da indústria , pois agricultores e indústrias estão no mesmo barco como pode alguém querer quebrar a cadeia , a sua raiva contra a soja o entrega mais ainda pois todo esquerdista tem horror de sojicultor .
Pois é seu Alexandre fica aí torcendo pro Lula que o Bolsonaro pode não ser grande coisa mas é melhor arriscar do que seguir apostando nas velhas figurinhas conhecidas.
13/10/2017 - lauro leal da silva (Paraíso do Sul - RS)
O QUÊ???? O Alexandre Dutra é simpatizante, adepto da FAMIGLIA PETRAGLIA, logo, quiçá, um PETRALHETE??? Neste caso, se ele for um PETRALHETE, uma qualidade de sua famiglia ele tem e é INEGÁVEL: a sua
capacidade de COMER E CUSPIR NO PRATO QUE COMEU,tão bem registrada no Planeta Arroz, isso NINGUÉM faz melhor do que ele!!!! Se PETRALHETE, ele deve ter suas FAÇANHAS bem conhecidas naquelas plagas de Bagé.Sobre o Bolsonaro, o Alexandre não precisa ser preconceituoso, pois como muita gente que só gosta de cabo, ele também pode gostar,assim como de analfas, mais criticar o BOLSONARO? Será que o capitão é muita areia para seu
caminhãozinho, pois petralhete só aceita o cabo???,
16/10/2017 - Alexandre Dutra (Bagé - RS)
Deixa eu ver se entendi, no pais de vocês, quem não votar no BOLSONARO é PETISTA???? É dessa forma que vocês pensam???? Então se eu não votar no BOLSONARO, necessariamente estarei votando no LULA????? Não vou discutir politica aqui, mas fica essas perguntas para serem respondidas. Quanto ao Sr. LAURO, aqui nas plagas de Bagé, pessoas com a sua ideologia não vou nem comentar o que são, por que alguém aqui pode me taxar de preconceituoso e isso eu não sou, só vou lhe alertar de uma coisa, abra o olho com o Bolsonaro, ele não gosta da sua casta, principalmente dos rebeldes. Olho vivo meus amigos.
16/10/2017 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Inegavelmente, está ficando bem claro, a classe arrozeira vai de Bolsonaro!!
16/10/2017 - Alexandre Dutra (Bagé - RS)
Até rimou seu Carlos Azambuja. Nem vou falar muito, senão vão pensar que sou PETRALHA...kkkkkkk.

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