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13.09.2017 | MERCADO - por Cepea/Esalq

Indicador cai ao menor patamar desde setembro de 2015

Conforme pesquisadores do Cepea, a expressiva desvalorização está atrelada ao baixo interesse de compra das indústrias

O Indicador Esalq/Senar-RS, 58% grãos inteiros recuou significativos 3,63% no acumulado de setembro, fechando a R$ 37,03/sc de 50 kg na terça-feira (12), o menor valor nominal desde meados de setembro de 2015 - especificamente entre 5 e 12 de setembro, o Indicador caiu 3,58%.

Conforme pesquisadores do Cepea, a expressiva desvalorização está atrelada ao baixo interesse de compra das indústrias, o que também enfraqueceu o ritmo de comercialização no período.

Do lado vendedor, apesar das chuvas em algumas áreas do Rio Grande do Sul, parte dos produtores disponibilizou lotes no spot para “fazer caixa”, pressionando ainda mais as cotações do cereal.




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comentários (4)

14/09/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
E vai cair a R$ 35... menos que isso a indústria não vai deixar cair porque senão vai abaixo do preço minimo... E lembrem-se tem mais 3 parcelas de custeios, egfs e securitizaçao para vencer pela frente... As expectativas são as piores possíveis, não para de chover para o pessoal plantar, arroz entrando as pencas do Mercosul, crédito reduzido e ainda tem gente que defende área cheia para o ano que vem!!! Não vi nenhuma notícia de como foram as vendas para o setor do arroz na Expointer... fracasso... ninguém comemorou nada!!! Ano de 2018 será o ano do judiciário para muitos arrozeiros... será o ano da ressecuritizaçao (sem ter pago a de 1996 que vence em 2025)... será o ano do Repesa (esse pelo menos termina em 2018)... será o ano de venda de lavouras inteiras (alguém sempre assume o abacaxi)... será o ano que o arroz voltará a menos de R$ 30... O preço de hoje se baseia nessas promissas!!! Inventem de mudar do arroz prá soja para vocês verem que a coisa se inverte em 15 dias!!! Arrozeiro é muito previsível... Demontrem imprevisibilidade não por combinaçao, mas por iniciativa e vcs verão os resultados... O beneficiado sobe no centro do país e o casca cai no sul... Porque a lei da oferta e da procura serve apenas para um lado da moeda? Se está dificil repassar porque o beneficiado sobe ou segue no mesmo patamar? Alguma coisa está muito errada... Deixem o mate-doce de lado e vamos discutir...
14/09/2017 - Carlos Azambuja (Camaquã - RS)
Arroz rumo a 10 dólares, são as perspectivas para safra 18.
Preço padrão Mercosul, inexoravelmente.
Federarroz avisa seriamente, enxugamento de área, investimentos e revisão de arrendamentos.
14/09/2017 - Cristian Converso (URUGUAIANA - RS)
Sou Obrigado a concordar contigo Flavio !
Com o monopolio que temos na ponta compradora do Casca nunca iremos chegar a nenhum lugar . Estamos , por opção , Reféns do sistema . Mercosul não vai mudar , ou vocês acham que o Brasil ira deixar de exportar 3.000.000 de geladeiras para argentina por arroz que vem de la ? Exemplo bobo mais real . Se o Brasil fecha as importações , com certeza os demais países vao fechar a importação também .
Situação complicadíssima a nossa . Lei da oferta e da demanda completamente desleal . Oferta do Insumos completamente cara ( pelo custo Brasil ) e a demanda do casca monopolica . Sera que podemos acreditar num mercado Livre ?
Uma classe totalmente desunida , empobrecida e o pior envergonhada pela situação que toca a TODOS . Uma representação de classe que ao invés de brigar pela renda de todos , aconselham a diminuir área , gerando com isto mais desemprego , menos consumo e maior favorecimento dos países exportadores ao Brasil . Não vejo saída alguma nos moldes que a coisa vem sendo organizada . Sera que o caminho não e outro ? Como podemos estar empobrecendo desta maneira , após assumir todos os riscos da cadeia , e os demais setores da nossa cadeia ganhando rios de dinheiro ? Sabemos plantar , temos terras com aptidão para isso , temos tecnologia e cada vez damos mais para atras .
14/09/2017 - Alexandre Cunha da Rosa (São Lourenço do Sul - RS)
Em 2014, a então ministra da agricultura Katia Abreu, veio ao estado, pois reclamávamos de preço mínimo de R$ 27,00, alegávamos que o custo de produção era R$ 38,00 e o mercado girava em torno de R$ 33,00. A ministra determinou a formação de um GT (Grupo de Trabalho), composto pelo Ministério da Agricultura, Conab e Farsul, para que em 30 dias emitissem um parecer sobre as planilhas de custos da orizicultura. Após, o em impeatchment da Dilma, tomou conta do cenário nacional. Eu não sei sobre o resultado deste GT, simplesmente, não ouvi falar mais nada a respeito...Alguém dos Srs saberia algo sobre o resultado? Ou se perdeu em meio à confusão?

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