Sementes Basso 2

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
Facebook

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Assine 4

notícias

08.08.2017 | SAFRA - por Federarroz

Federarroz faz campanha para redução de área de arroz no Mercosul

Segundo a Federarroz, é necessária uma diminuição de 250 mil hectares de forma a minimizar problemas de comercialização na safra

 A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) está orientando os produtores de arroz no sentido de reduzir a área de plantio da cultura para este período. A alegação, conforme a entidade, se deve aos atuais problemas de seletividade de crédito e comercialização enfrentados pelos orizicultores e que deverão ocorrer novamente no próximo ano, especialmente pela alta de custos e redução de preços pagos ao produtor não só no Brasil, mas também no Uruguai, no Paraguai e na Argentina. A estimativa da entidade é que para amenizar a situação dos arrozeiros em todo o Mercosul será necessário reduzir ao menos cerca de 250 mil hectares de cultivo.

O presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, afirmou que a entidade está alertando aos produtores de arroz do Brasil e países vizinhos sobre os problemas a serem enfrentados pelo setor no próximo ano mediante apresentação de diagnóstico. “A previsão é de preços não remuneradores no primeiro semestre de 2018 e um segundo semestre tão apertado como o que estamos vivenciando neste ano, em função de expectativa de aumento dos estoques de passagem do Mercosul e mercado internacional relativamente pouco valorizado”, destaca.

A previsão da Federarroz para caso não seja adotada a medida por parte dos produtores é a de que o setor entrará em uma espiral muito negativa, similar aos anos de 2011 e 2012. “O indicativo é que no final da atual safra 2016/2017, sobrou em estoque 1,4 milhão de toneladas no Brasil. Caso a área se mantenha, para o próximo período 2017/2018 deverá sobrar o mesmo volume, podendo resultar em estoque de passagem superior a dois milhões de toneladas, volume extremamente nocivo ao setor produtivo”, enfatiza Dornelles.

A Federarroz aconselha aos produtores que tenham claro e em mente as dificuldades que serão enfrentadas no próximo período comercial, que poderão ser ainda maiores a depender do volume da próxima colheita. Segundo Dornelles, a entidade novamente alerta que agora é o momento de negociar os arrendamentos de arroz, ou mesmo devolver ao proprietário áreas cujo arrendamento for superior a 10% do volume líquido da safra, pois o setor não está tendo a rentabilidade necessária para sequer cobrir os custos de produção. “Muitas coisas somente competem ao produtor, na busca da rentabilidade adequada”, salienta.

A Federarroz, juntamente com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), devem convocar um encontro para ouvir da base os principais gargalos na orizicultura gaúcha e brasileira, e a partir deste debate formular proposta para resolver pendências históricas da lavoura criando uma política agrícola específica para o setor. As entidades receberam o apoio do Ministério da Agricultura para a formatação deste plano.

Conforme o diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, o objetivo é minimizar problemas enfrentados pelos produtores, como o endividamento do setor, no qual a entidade se propõe a apoiar este pleito dos arrozeiros e que vem sendo capitaneado por parlamentares em Brasília. "Enfrentaremos este assunto apoiando incondicionalmente os deputados federais que se propuseram a levar adiante este assunto", ressalta.

Entre os pontos destacados para enfrentamento está a alta tributação enfrentada pelo setor arrozeiro, especialmente na energia e combustíveis. "A tributação em cima do setor arrozeiro é muito alta. Temos que enfrentar esta questão como forma de minimizar custos e potencializar a sustentabilidade financeira do produtor, uma vez que é fundamental ao desenvolvimento econômico e social do país", afirma Belloli.




Enviar notícia para um amigo

comentários (9)

10/08/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Quantos e quantas vezes eu pedi isso nos ultimos 7 anos... reduzir área... plantar mais soja. Enquanto alguns deputados (ano passado) pedindo para aumentar a produçao no Mercosul, principalmente no Paraguay. Mas será que não viram sntes que ia dar nessa lambança? Vocês acham que os proprietários vão arrendar por menos de 15%? Tem arrendador que não recebe há 3 anos do arrendatário. E nem vai receber!!! Vocês que esse governo que não consegue pagar nem o funcionalismo vai baixar o ICMS da luz? Será que o governo federal que já está falando em aumentar aliquota do IR vai reduzir algum imposto? Vocês não viram a briga para parcelar o Funrural?... A seleção natural chegou!!! Duvido... Duvido muito!!! Não haverá redução de mais de 5%... Pelo menos éo que pode ver na fronteira, depressao central e planicie interna... O resto eu não sei... Mas nas outras só falta semear. Gente está tudo errado. E ano que vem será o ano da maior tragédia do negócio do arroz... Vai ser de vender o patrimônio... limpar os boizinho do campo... de suicídios... de insolvência geral!!! Somos impotentes e incompetentes!!! Não conseguimos exportar 1,5 milhões de toneladas... E o mercado externo clamando por arroz... Nessa hora não aparece um deputado ou senador! Mas quando estamos atolados em dívidas que são negociadas em balcões de Brasília daí aparecem os Chapolin Colorado... Gente... Meus colegas... Enquanto aceitarmos o peleguismo e não fizermos uma renovação na politica e na mentalidade dos produtores em fazer rotaçao de cultura organizada não teremos mudanças. Lavouras precisam ser empresas organizadas. Com orçamento, planejamento, controle, profissionalismo, racionalismo!!! Quero dizer com isso que de nada adianta plantar 100 quadras ou 75 quadras que de nada adiantará se o produtor não controlar os custos e vender por R$ 35 e ainda tiver que entregar o arroz das CPRs em março. Arrozeiro virou passarinho e terá de viver de migalhas e resto dos outros... Saudades do João, do Ernesto, do Getúlio, do Castelo, do Costa !!!
10/08/2017 - Walter Arns (Uruguaiana - RS)
Saudades do Getúlio?? Entendi! É saudades do atraso, do intervencionismo, nacionalismo. Ou seja, saudades das atitudes que levaram nosso país a ser o que é. É isso?
11/08/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Não seu Valter... Saudade dos tempos que eramos nacionalistas. Amavamos o país... Desfilavamos com orgulho no 7 de setembro... Época em que se fazia duas colheitas no ano. Se comprava campo com o arroz. Época em que se podia andar tranquilo nas ruas... Talvez o Sr. não gostasse desse tempo. Não eram tempos de vacas gordas para as indústrias, nem para bancos, mas era para os produtores... Ganhamos muito dinheiro colhendo 200 sacos por quadra!!! Não precisavamos sair por ai mendigando esmolas e migalhas do governo... Populismo!!! Getúlio era um homem sério e trabalhador assim como os outros que citei... Os generais morreram pobres!!! O pobre do Brasil sempre foi seu povo... Os governantes são o reflexo do que o povo é... Não venha o Sr. Me dizer que a Lava Jato é consequencia da Ditadura ou de Getúlio... Peron, Aliende, Pinochet, etc. fazem parte do modelo latino americano daquela época. Nosso populismo é fruto do Foro de São Paulo. Getúlio foi líder progressista! Esses que hoje nos governam tem sede de poder!!! Getúlio criou o estado patrimonialista... Autosustentável... Esses de hoje querem o Estado gerencialista... Querem comandar tudo!!! Concordo com o Sr. em aspectos como legislaçao trabalhista, defesa de interesses coletivos, tributaçao excessiva, etc. nesse aspecto acho que não deveria ter sido assim. É por essas e outras que trago sempre o modelo americano. A agricultura é um setor frágil sujeita as intempéries climáticas. Se produzir um saco de arroz em casca fosse igual a produzir 1 kg de arroz na embalagem haveria mais certeza. Mas nem sempre isso ocorre. As corretoras não fazem questão de assumir o risco. Se o Estado intervém nos preços daa tarifas públicas deveria ser o garantidor de que os preços afetados como no caso o arroz tivessem remuneraçao adequada. Diesel, luz, fretes, salarios, etc. sofrem alteraçao em funçao da intervençao estatal. Até o Plano Bresser em 1989 o preço subia conforme a inflaçao e a lei da oferta e procura... Hoje não acompanha os custos!!! Não temos nenhuma garantia ao plantar... Então a saída é não plantar!!! Mas o pessoal se atraca nas CPRs por puro desespero e acabam com isso inundando o mercado de arroz!!! Naqueles tempos até faltava e por isso valia... Minha saudade, Sr. Valter é em funçao disso... Era guri, mas adorava receber os gerentes de banco e os dono de industria lá fora !!!
11/08/2017 - Eduardo Farias (Camaquã - RS)
Sr. Flávio e Sr. Valter, não me recordo de como era o tempo estes que comentaram pois naquela época só estudava e não tinha noção de como era a vida fora da escola e de casa. Ouço muitos coisas boas e ruins, então por isso me atenho a só ouvir e não opinar. Mais hoje com a vivência de mais de 20 anos a frente da Gerencia Comercial em industrias de arroz, me sinto apto a comentar, uma vez que vejo os problemas que enfrentamos, a cadeia como um todo. É fato que existem produtores com problemas e dívidas, assim como também existem aqueles que estão ganhando dinheiro. Isso vale também para a indústria. Existem industrias muito bem capitalizadas, assim como existem outras passando por extrema dificuldade. Em ambos os casos, seja do produtor, como da industrias, os fatores que levam a tal situação, são internos (administração, competência e custos controlados), e externos (que não podemos controlar, como concorrência, impostos, mercado com pouca ou muita oferta, marca, etc.). A indústria sofre, pelo menos aquelas que estão em dificuldade, pois não recebem muito arroz na safra e enfrentam a força do varejo, que hoje na minha opinião é o maior VILÃO DO NEGÓCIO DE ARROZ. Por que digo isso? Simples, são eles que estão com as gondolas, onde precisamos colocar nosso arroz empacotado, para que o consumidor compre e giremos a “polia” como costumamos dizer. Este mesmo varejo, que eu enfrento em minhas viagens pelo Brasil, que recebe diariamente 10, 20 industrias de arroz, com suas marcas principais e segundas marcas, ofertando produtos e preços que os deixam em situação muito confortável. Imagine um comprador, que tem suas metas, de compras e rentabilidade, ter em sua frente, 20 marcas de arroz por dia, ofertando produto a todo preço. Ele o que faz, joga um contra o outro, e em muitas vezes, faltando com a verdade, para que nós mesmos nos “matemos e baixemos os preços” para conseguir o tão suado pedido. Assim ele joga no mercado, como chamarisco para a população sofrida que não tem mais como pagar todas as suas contas devido à crise em que vivemos, preços que beiram o ridículo no ponto de venda. Arroz hoje a R$ 1,90 no nordeste, pacote de 1kg e a R$ 7,99 no sudeste, tem aos montes. Tem até uma indústria, que é marca de ponta, que está ofertando produto, dando crédito de R$ 5,00 em celular. Essa marca de ponta que vende arroz acima de R$ 15,99 o pacote, hoje custa R$ 8,98. Vou citar um exemplo de outro nicho de mercado que está sofrendo devido a ação do líder de vendas na mesma situação. O Papel Higiênico Neve baixou os preços, em todo o Brasil, no pacote de 12 unidades, onde leva 12 e paga 11. Custa em média 12,99. Os demais que são aqueles que vendiam ao consumidor com o apelo de OPP (primeiro preço), hoje não vendem mais nada, pois não pagam seus custos. Agora traga isso pro arroz. Esta marca vendendo arroz a R$ 8,98, assim como outras que estão vendendo a preços baixos, levam o varejo a zona de conforto e compram somente matando a indústria. Eis a triste situação de nosso mercado. Produtores desesperados, industrias em dificuldades, varejo cada dia mais rico. Me sinto extremamente desconfortável com esse panorama, pois depois de estudar, fazer pós graduação e ter 20 anos de mercado, não consigo mais prever o que vamos viver em 30/60 dias, pois a cada dia, um novo fator, aparece e nos deixa sem rumo. Se unirmos é a solução, pois se cada um olhar somente para o seu próprio negócio, vamos entrar ano após o outro, reclamando e colhendo os frutos de nossa própria inércia. Mesmo assim, vamos em frente, pois é o que sei fazer e não pretendo mudar de profissão depois de tanto lutar para chegar até aqui.... Bom final de semana a todos.
12/08/2017 - Jose Nei Telesca Barbosa (Pelotas - RS)
Essa discussão toda nos mostra a necessidade de organização da cadeia do arroz com a tentativa de solucionar todos os seus gargalos, que já estão por demais diagnosticados. Agora, teremos que enfrenta-los de frente. Dou um exemplo daqui mesmo, que agentes do setor não querem dar “o braço a torcer”: O Sr. Schmidt (que me chamou ao debate e aceitei com gosto, como já disse) insiste em dizer que o arrendamento terra e água é 15%, podendo ser em Uruguaiana e Alegrete, mas tenho dúvidas, pois a média do RS é 25%, segundo digo eu e o Consultor Cogo na Seção artigos deste site, tivemos a informação que Camaquã é 30% e Barra do Ribeiro. O Consultor Tiago Barata diz que é 21%. Portanto este é um dos problemas a serem resolvidos e não é de admirar-se que alguns estão há três anos sem pagar como foi dito. E não há o que pagar mesmo, caso for parceria, pois nessa modalidade divide-se o lucro. Se fosse o caso de arrendamento não poderia ser estabelecido em percentual e teria o pagamento de imposto de renda, Quanto ao Dr. Getúlio e os subsídios, há que se ver que em sua época plantava-se 200 mil hectares e hoje estamos na casa de 1.100 mil. Então o subsídio teve o seu papel de fomento, a hora de sair que não se soube administrar. Então, é importante pesquisar dados para não se falar a esmo. Não nos falta somente o nacionalismo, mas também a parceria plantador e proprietário, o cooperativismo de produtores, a integração produtor e indústria, as alianças mercadológicas entre os engenhos e/ou engenhos e varejo, hoje todo mundo é franco atirador ou um “salve-se quem puder”, e não digam que isto é mercado, isto é desorganização e até falta de ética. Interessante a análise do Sr. Eduardo e nos mostra a “zoeira” deste mercado, que precisa ser organizado. Dá para discordar que o varejo seja o vilão, pois ele se aproveita de uma situação que os agentes que lhe vende têm a visão da margem “para trás” ou comprar barato do produtor para vender barato. Os engenhos tem que inovar, mudar a apresentação do produto com as técnicas do marketing tirando a sua referência de preço ( o produto está no saquinho há cinquenta anos), tendo suas margens voltadas ara o consumidor.
12/08/2017 - Jose Nei Telesca Barbosa (Pelotas - RS)
Diante do bom nível deste debate, bem que poderia vir participar agentes da Federarroz, Farsul, Irga, Abiarroz, Sindarroz etc. Aproveitar a internet para crescimento geral de conhecimento dessa cadeia tão importante para o RS.
12/08/2017 - Alexandre Cunha da Rosa (São Lourenço do Sul - RS)
Altíssimo nível este debate. Ontem fiz uma postagem que infelizmente, teve alguma pane na hora de enviar. Mas, vivenciei intensamente as duas situações colocadas pelos Srs. Flávio e Eduardo. Na primeira, lembro-me, na década de 70, quando acompanhava meu pai, que se faziam os contratos de custeio no mês de junho, no BB e anexo as cédulas, já vinham os contratos de EGFs, com o preço mínimo e as opções de exercer: SOV ou COV, com ou sem opção de venda para o governo. O mais demorado era datilografar os documentos. Os fiscais iam à lavoura para saber se estava tudo a contento, se não seria necessário, novas máquinas e equipamentos, pois havia recursos para financiar, se necessário fosse. Após revivi o tempo exposto pelo Sr. Eduardo em que, atuando na área comercial, cruzei o país, várias vezes, com uma maleta de amostras e um notebook, visitando diversas redes de supermercados e varejos menores em vários estados, cada um com sua legislação tributária diferente. Era uma fila de vendedores de arroz nas salas de espera dos compradores. Hoje a barganha do varejo está ainda maior, compram com 30,60 e 90 dias de prazo e vendem avista e ainda colocam o arroz no fundo das lojas, para fazer o consumidor passar por toda loja e pelos produtos que “não rodam” até chegar às ilhas de oferta de arroz. Ainda tenho minhas planilhas, aonde o arroz chegava no Nordeste (prateleira) à R$ 1,25/kg, considerando uma margem de lucro de 20% para o varejo. Em minha opinião, o varejo é o VILÃO DO NEGÓCIO DO ARROZ, “SIM”. Acho que deveríamos promover e identificar os gargalos, desde a lavoura até o consumidor final. Mas tudo em alto nível, sem a interferência dos ESPERTOS DE PLANTÃO, que são nossos velhos conhecidos, os percebo, desde a década de 70, obviamente eles se sucedem. Alto nível como foram as colocações dos Srs. Flávio, Eduardo, José Nei. Confesso que fiquei contente ao ler posicionamentos tão lúcidos e coerentes os Srs. me fazem crer, que nem tudo está perdido, que ainda existe uma chance de organizar a cadeia do arroz, mas com boa fé, que todos ganhem o justo pelo seu trabalho e que se afastem os espertos, que normalmente se locupletam com a situação e têm em mente que o arrozeiro e fácil de se “manobrar”. Já ia esquecendo o mercado internacional está aquecido, pena que o Dólar está baixo, mas acredito que havendo reuniões com as entidades, como proposto pelo Sr José Nei, não se ache um meio de penetrar nestes mercados. Seria parte da solução. Abraços a todos.
12/08/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Sr. José Nei, meu relato é em causa própria. Tenho propriedades em Itaqui e Maçambará que são arrendadas. Se eu recebesse os 25% terra e água que o Sr. se refere eu não estaria mais advogando para complementar minha renda. Sou sincero em lhe dizer que o valor gira entre 11 a 15% fixos anuais!!! Quem recebe mais que isso é um previlegiado!!! Contratos milagrosos não são honrados. Sem rodízio arroz/pecuária/arroz pobre das terras. Insa de vermelho e capim anôni. E pelo que sei na região os que honram com suas obrigações não pagam mais que isso. Mas tem exceções. Pagar 25% terra e água concordo ser demais. Considero justo o valor de 40 sacos por quadra (terra e água) fixos independente da produção (até para dar segurança jurídica aos produtores em caso de frustraçao de safra)... Historicamente na fronteira-oeste o preço sempre foi esse... 30 sacos por quadra só a terra e 10/20 sacos por quadras pela água! Mas a gente sabe que em outras regiões do RS e SC o pessoal se aprovalece! Teria que se buscar equalizar esses valor conforme a produtividade em cada região... Abraços!!!
12/08/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Por isso mesmo que eu adorava aqueles tempos... Se plantava o necessario Sr. Jose Nei... Faltava arroz no mercado... Não tinham tantos aventureiros como tem hoje. Me perdoe a franqueza. Porque plantar sem um mínimo de certeza de que na safra irá cobrir os custos é aventura. Pagar 25% do que é colhido é aventura... Pegar CPRs a juros de 70% (nominal e embutido no preço) é loucura!!! E aumentar a área plantada no Mercosul sem ter mercado garantido para exportar é burrice !!! Incentivar a reduçao de custos para esse pessoal não passa de tolice!!! Mais dia menos dia eles se enrrabam bem enrrabado!!!

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

Todos os direitos reservados - Copyright 2017 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio