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15.02.2017 | SAFRA - por Notícias Agrícolas

Colheita do arroz inicia na fronteira oeste do RS com boa perspectiva de produção e preços ainda remuneradores

Produtor acredita em preços do arroz entre R$45,00 e R$50,00 durante a safra

Na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, a colheita da safra de arroz já teve início, com boas perspectivas para a produção. De acordo com o produtor Gilberto Pilecco, as médias de produtividade devem girar em torno de 8.300kg por hectare e os preços devem ficar entre R$45 a R$50 (para arroz de melhor qualidade) no período de safra.

Pilecco acrescenta ainda que, após a entrada da safra, os preços podem ser ainda mais remuneradores, chegando próximos aos R$60.

A Fronteira Oeste começou a produzir um pouco antes do restante do estado. A área é composta por terras mais altas, onde as alternâncias de lavoura são bastante comuns. Com isso, os produtores preparam a terra com antecipação e possuem condições de plantar 15 dias antes.

Logo, a colheita também é antecipada, devendo se intensificar por volta de 25 de setembro. Os primeiros produtores que colhem ainda conseguem preços mais altos, mas Pilecco lembra que não dá para "colher e vender" - é preciso aguardar uma maturação de 30 a 40 dias antes de empacotar.

Em questão de preços, o produtor defende que os preços atuais - que giram em torno de R$48 a R$52 - seriam remuneradores. Um piso para os preços seria R$45, mas a relação com o custo de produção depende também da produtividade alcançada. Além disso, a tecnologia para a produção de arroz é bastante cara, como ele relata.

Cerca de 70% da área plantada na Fronteira Oeste utilizou a variedade Irga 424 RI, que possui alto potencial produtivo, podendo chegar de 10 a 12 mil kg por hectare. 100% das áreas também utilizam irrigação.

A demanda do arroz, por sua vez, "segue uma tradição de evolução do mundo" e é bastante estável. Porém, na hora da compra, as indústrias preferem esperar. Neste momento, as empresas estão fora do mercado, devendo voltar apenas a partir de 15 a 20 de março.




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comentários (7)

15/02/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Quem acredita que colhendo mais tera mais lucro eh tolo... Em anos de produçao normal essa regra nao vale, pois quanto mais se produz menores os preços e os lucros empatam com os custos. Em anos que se colhe mal ou menos dai sim essa maxima vale. Porque via de regra os preços sao mais remuneradores. Mas que bom que a industria esta preocupada com os produtores estarem migrando para outras culturas. So que R$ 45 estao defasados. Se querem o produtor na atividade ano que vem 60 pila me parece justo. Se se aprovalecerem na colheita. Vao tomar ferro na entre-safra... Nao querem me ouvir vao seguir levando ferro!!!
15/02/2017 - Jonathan Staudt (Porto Alegre - RS)
Acredito que “tolice” é olhar o mercado como sendo determinado apenas por um fator: a produção. A oferta de arroz no Brasil esse ano será menos de 400 mil toneladas superior a do ano passado. Os estoques de passagem são 1,1 milhão de inferiores aos da temporada passada. Se colher 12 milhões de toneladas, contra 10,535 do ano passado (Brasil), o aumento é de 1,465 milhão. Ou seja, a oferta interna se eleva em apenas 377. O consumo é semelhante à produção. Ou seja, tem que importar mais que exportar pra recompor estoques. Isso é fundamento de mercado. O preço tende a recuar durante a colheita, mas hoje, ainda é quase 20% superior ao do mesmo período do ano passado (lembre que ano passado a colheita estava atrasada e com projeções bastante pessimistas).
Não é tolice dizer que quem produz mais terá mais rentabilidade. É usar matemática básica. O custo deste ano não será maior do que o do ano passado. Só olhar o dólar mais baixo que reduz o custo dos insumos importados e as condições climáticas que, se não foram perfeitas, com certeza muito melhores que as do ano passado. Então, se produz mais por hectare e não aumenta os custos, existe a redução no custo para se produzir um quilo de arroz. Pergunte pra quem perdeu a safra toda do ano passado se valeu de alguma coisa ver preço de arroz a R$ 50,00/saca. Então, estou entre os que acreditam num ano melhor ao produtor que no ano passado. Os problemas estão aí. O endividamento existe e preocupa. O governo terá que ter essa sensibilidade adotando medidas pra garantir algum fôlego financeiro e impedir uma enxurrada de arroz no mercado.
Para a formação de preços não vejo a oferta como a principal preocupação, mas sim, o dólar que se aproxima de R$ 3,00/saca. Isso barateia importação e dificulta exportação. Arroz dos EUA continua perto de US$ 10/saca, enquanto o nosso está acima de US$ 15.00/sc. Arroz a 60 pila, uma ilusão tão grande quanto a que TU sugerias que a soja valeria R$ 120,00 esse ano (hoje está R$ 70,00).
15/02/2017 - Fernando Moura Nasib (São Borja - RS)
Perfeita sua analise Jonathan !
16/02/2017 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
La em outubro conversamos.
16/02/2017 - Edereson Diehl ( - AC)
Realmente esta euforia de produzir mais arroz , não temos, pois 35% temos arroz, 30% gado e 35% não plantados porque seria soja, mas foi frustado pelas enchentes que não possibilitaram o plantio da Soja, fomos precavidos porque nunca acreditei em Lanina. Sds.
16/02/2017 - jairo belmonte fraga (Nova Santa Rita - RS)
seu Flavio.a maioria dos arrozeiros pode ir a R$20,00 que se matam para pegar as terras do vizinho que ta meio mal dos cobres e endividado, pagando preços que é impossível de se pagar, parece que estão tudo loucos, já vi isto e vamos voltar a ver ano que vem.
21/02/2017 - Schmidt Schmidt (Abdon Batista - SC)
ARROZ URBANO JARAGUA DO SUL R$ 40,00

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