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09.06.2016 | MERCADO - por Cleiton Evandro dos Santos - AgroDados - Planeta Arroz

Com preços internos em alta, importações vêm aumentando mês a mês

A balança comercial do arroz ainda é amplamente favorável ao Brasil, que já exportou 545 mil toneladas de arroz nestes cinco primeiros meses do ano

A evolução dos preços internos do arroz desde abril, com tendência de manter-se nesta trajetória nos próximos meses, já registra um efeito colateral. As importações de arroz estão aumentando mês a mês. Em maio, segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Secex/Mdic), o Brasil importou 72.023 toneladas, o que representa um aumento de 9,4% sobre as compras externas realizadas em abril, de 65.825 toneladas.

Assim ficou a importação brasileira mês a mês: janeiro: 34,1 mil toneladas; fevereiro 37,8 mil/t; março 53,8 mil/t; abril 65,8 mil toneladas; e maio com 72.023 toneladas.

Nos cinco meses do ano, o Brasil já importou 263.588 toneladas, sendo que o Paraguai é o grande fornecedor, com 178,5 mil toneladas, seguido da Argentina com 45,6 mil. A tendência é de que a partir de junho, com os preços do arroz no mercado interno alcançando valores ao redor e acima de 13 dólares por saca, em equivalência, por causa da retração na safra nacional, as aquisições externas aumentem, em especial nos Estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

A balança comercial do arroz ainda é amplamente favorável ao Brasil, que já exportou 545 mil toneladas de arroz nestes cinco primeiros meses do ano. As importações representam 48,4% do volume exportado, mas passo a passo vêm reduzindo a diferença. De saldo líquido, o Brasil tem 280,3 mil toneladas. No ano, o maior volume foi exportado em março: 140,8 mil toneladas, enquanto o menor volume foi em favereiro, com 74,7 mil toneladas.

Em maio, o Brasil exportou 109.799 toneladas, 10,5% a menos do que em abril. Ainda assim, o saldo foi positivo em 37.776 toneladas. Mantida a média dos últimos cinco meses, em pouco mais de 108 mil toneladas exportadas, o ano civil poderá alcançar um volume de 1,3 milhão de toneladas embarcadas nos portos brasileiros. Mantida a média de importação mensal dos cinco primeiros meses do ano, o Brasil poderia alcançar quase 650 mil toneladas de compras.

No entanto, a tendência é de aumento. A Conab estima um déficit na balança comercial do arroz de 100 mil toneladas para o ano comercial (março de 2016 até fevereiro de 2017), com a exportação de 1,1 milhão de toneladas e a importação de 1,2 milhão.

Os países que mais importaram arroz do Brasil em 2016 foram o Senegal (127,6 mil/t), Nicarágua (77,1 m/t), Venezuela (66,3 m/t), Estados Unidos (44,9 m/t) e Cuba (44,8 mil toneladas).




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comentários (28)

09/06/2016 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Vamos fazer algumas considerações:
1) O arroz diz a reportagem em junho vai custar U$ 13.00 (pela cotação de hoje R$ 3,399) o arroz tem que custar R$ 44,187;
2) O cepea informou cotação de ontem 08/06/2016 de R$ 45,18;
3) O custo de produção segundo o IRGA é de R$ 44,71 segundo o próprio site do planeta arroz;
4) Somos conscientes de que houve quebra e da situação falimentar de toda a cadeia, portanto, JUSTO O AUMENTO DOS PREÇOS, mais aumentos justos e não abusivos como estão fazendo.....LAMENTÁVEL !!!!
09/06/2016 - jarbas milbradt (restinga seca - RS)
Seu Antonio, o senhor só pode estar brincando em dizer que o preço esta abusivo.

Abusivo era o que nos pagavam nos outros anos.

Sempre trabalhando no vermelho, isso sim era lamentável.

Infelizmente vcs só valorizam o arroz quando o produtor não tem o produto.
09/06/2016 - Miguel Barbosa (Barra do Ribeiro - RS)
Carissimos. Aumentos abusivos? Se, como ressaltado, metade do ano se foi e o preço de custo recém foi ultrapassado em 1 real/sc? Quem trabalharia metade do ano no vermelho? Quantos já venderam todo seu arroz com prejuízo até aqui? Arroxar o produtor na colheita pode? Sds
09/06/2016 - LAURO LEAL DA SILVA (Paraíso do Sul - RS)
Pessoal, as observações do Sr. Antônio Paulo levam a que se faça uma
observação sobre a área da OFTALMOLOGIA. Creio que a expressão a
seguir não existe, mais se existisse seria SINDROME ÓTICA APICAL, que é aquela em que, gauchescamente, o INDIO SÓ VÊ PARA CIMA, para BAIXO
apresenta uma deficiência visual tremenda!!!! De acordo com a medicina campeira, este problema pode ser resolvido tomando chá de uma ERVA MUI
CONHECIDA nos pagos, a velha e boa SEMANCOL. É para já e a visão clareia,
dá para ver tudo, PARA BAIXO, PARA CIMA e até de REVESGUEIO.
10/06/2016 - Alberto Oliveira (Rio de Janeiro - RJ)
O que impressiona, embora o mercado esteja reagindo apontando para preços superiores a 70,00/fardo atualmente, existam empresas que devem estar nadando em dinheiro pois semana passada negociavam a 61,00 e esta semana falem em 64,00/cif/rj, como caso da marca Blue Soft (Arrozeira Lineu Pinzon).
Onde está a mágica ?
10/06/2016 - Diego Silva (pelotas - RS)
Para bom entendedor ... Arroz já valeu mais de u$20,00 dentro do Brasil ainda no século 20, seguimos exportando e ninguém deixou de comer, este ano temos que fazer média de 50,00 e para isso precisamos vender a mais que isso, ano que vem vai ser a mesma coisa mais o aumento de custos para gente sobreviver, população vai ter que comer arroz com preço reajustado não temos mais como nos endividar para o povo comer quase de graça e a indústria enriquecer, vamos dividir um pouco isso, porque só a gente no prejuízo ???
10/06/2016 - antonio carlos garcia rodrigues (camaqua - RS)
Sr. Alberto, aqui na minha Cidade tinha uma Industria de 300 mil fardos Mês...Hoje é so um monte de Sucata enferrujando, Quebrada e devendo para Produtores.....Explicado a Mágica.??.......Abraço...
10/06/2016 - Inácio Chagas (Bento Gonçalves - RS)
Permissão senhores! Só uma consideração, estive em Blumenau SC esta semana. Lá fui almoçar em um grande shopping da cidade, no restaurante me foi servida uma porção de arroz com no minimo 50% de quebrados. Fiquei assombrado com tamanho desrespeito!!
Na minha conclusão: Começa a faltar arroz no Brazil.
11/06/2016 - Miguel Barbosa (Barra do Ribeiro - RS)
Sr. Alberto, apenas para somar na sua observação: a empresa referida é séria e tem tradição no mercado. Por possuir grande capacidade de armazenagem, talvez consiga carregar estoque dos períodos de baixo preço. Curiosamente, é uma das empresas que está melhor remunerando o produtor no momento. Em algum momento isso chegará na ponta final. Sds
11/06/2016 - jose leopoldo prates soares (são lourenço do sul - RS)
Colegas arrozeiros penso q nao e so a industria que esta esmagando o produtor pois o governo e as instituiçoes de credito estao colocando o pé no pescoço com pouca fiscalizaçao atraso na liberaçao dos recursos acesso restrito ao credito logistica nenhuma importaçoes sem nenhum controle e muito mais entao todas estas coisas fazem com que o produtor tenha que ofertar seu produto e assim fprçar o mercado para baixo e a recuperaçao deste venha quando o produdo ja nao esta na mao do produtor rural e sim no produtor empresa este muitos nem plantam arroz
12/06/2016 - flavio evandro schmidt (santa maria - RS)
Eu vivia dizendo aqui que soh iriam ficar as grandes... Olha jah comecei a repensar isso... Vai ser um salvesse quem puder daqui pra frente... Se cuidem com os milagreiros... Eh preferivel perder uns dois ou tres pilas do que tomar um calote... Seu Antonio Paulo eh uma pessoa coerente e sabe o que fala... Conhece o mercado lah pra cima... A quebradeira vai ser em cascata!!! Olho vivo e plantam soja... 100 pila e sem risco de calote!!!
13/06/2016 - Eduardo Farias (Camaquã - RS)
Senhores, algumas informações do mercado na ponta. Maranhão, Pará, Piauí e Ceará já começam a pintar os primeiros pedidos com preços no fardo de R$ 78,00/R$ 80,00. Ainda existem marcas principalmente de SC vendendo arroz em torno de R$ 8 a R$ 9,00 mais barato. Bahia com grande dificuldade ainda de repasse e RJ mercado muito complicado. Fardo acima de R$ 73,00 e várias marcas trabalhando com preços R$ 7,00 mais barato. Não esta fácil, mais se mantivermos o discurso verdadeiro de quebra de safra e transparência nos negócios como é minha politica comercial, tenho certeza de preços firmes até a próxima safra....é uma pena que muitas empresas ainda ofertam a preços baixos. ... seria coerente que informassem no cepea, o preço do mercado fora de casa e não o que gostariam de pagar no produto depositado. Assim teríamos uma situação mais clara aos olhos do varejo...
13/06/2016 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Perfeito Sr. Eduardo..... mais se prepare, pois o senhor como eu não é produtor e é muito provável que levará muitas vaias, pois defende o lado verdadeiro do mercado na ponta.....com exceção de poucos como o Sr. Flávio que fala com propriedade, estas suas informações vão servir de pavio para que os baderneiros de plantão comessem a dizer, que estamos ganhando muito, roubando o produtor, etc......mal sabem que um frete para o NE custa aproximadamente 13 reais de caminhão, tem mais comissão, ICMS, CDO, FUNRURAL, FINANCEIRO, EMBALAGEM, etc.....Também enfrento direto essas situações e concordo que as informações que passou são a verdade no mercado. Parabéns !!!! Gostaria de ouvir só comentários benéficos a cadeia do arroz e não como postou um comentarista de Paraíso do Sul, ALIAS É POR ISSO QUE A CADEIRA DO ARROZ É TÃO POBRE.....ESTAMOS EM UM ESPAÇO PARA COLOCARMOS AS INFORMAÇÕES DO LADO VENDEDOR, E DO LADO PRODUTOR E VEM UM FANFARRÃO DIZENDO MEIA DUZIA DE ASNEIRAS....MODERADOR DO PLANETA ARROZ, POR FAVOR, NÃO DEIXE QUE ESTE TIPO DE MENSAGEM FAÇA AINDA MAIS CHACOTA DE NOSSA CADEIA ORIZÍCOLA......Aliás mais uma pérola do Sr. Diego Silva, que como todo bom comediante, mais uma vez veio com suas idéias mirabolantes....antes queria arroz a R$ 40,00, depois subiu para R$ 50,00 e agora quer arroz ao dólar de hoje a R$ 70,00..... o senhor não quer acertar a mosca né Diego, quer acertar o fiofó da mosca né !!!!! LAMENTÁVEL MAIS UMA VEZ.....SÓ COMENTÁRIOS QUE AGREGUEM POR FAVOR !!!!
13/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
Caro seu Antonio Paulo, gostas de provocar os produtores sempre dizendo que o arroz casca não pode subir por que a ponta não responde e não aceita aumentos na mesma velocidade dos prejuízos de quem cultiva o grão, nos acha chorões e mal educados, mas devo lembra-lo que suas postagens são sempre direcionadas ao lado fornecedor de matéria prima a qual sua empresa depende, portanto quando nos brindar com seus comentários seja educado e pense duas vezes antes de direcionar adjetivos pejorativos a essa classe de lutadores que não se entregam nem abaixo de raios.
Respeite e será respeitado.
14/06/2016 - Antonio Paulo (Três Cachoeiras - RS)
Vamos fazer o seguinte prezado Carlos de Camaquã. Quando eu ver postagens que não falem mais mal das industrias que segundo leio frequentemente, roubam os produtores com a tal de tabela orelhana e do tal cartel que peço por gentileza que digam quem são, eu prometo que nunca mais falo nada de ruim....Alias minhas postagens não são mal educadas, e sim direcionadas as informações e noticias que eu leio e sou sempre duramente criticado. A proposito, o senhor que é muito educado o que faria se visse num espaço como esse uma resposta ao comentário que fiz apenas informativo, colocando números do próprio site, falando expressões tipo SEMANCOL?
14/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
II- Caro seu Antonio Paulo industrial de Três Cachoeiras, não sou tão educado assim, mas faço força para manter a compostura (as vezes não consigo ). Neste fórum cedido democraticamente por Planeta Arroz em que opiniões são expostas abertamente, cabe ao meu ver por parte dos comentaristas contumazes e de plantão externarem seus pontos de vistas independente se produtores, industriais, representantes, comerciantes, corretores e até mesmo varejistas e consumidores, expressarem-se de forma coerente e sem abusos verbais, para o bem da cadeia da orizícola como sr mesmo diz, portanto seu Antonio, conflitos mesmo a distância não levam a lugar nenhum.
Quando a industria enxergar o produtor como aliado e não meramente como fornecedor de matéria prima flutuante e conseguir demover o varejo a assimilar os reajustes necessários aos custos de produção e industrialização, tenho certeza que as relações entre os elos cadeia serão bem mais estreitadas.
Quanto a expressão SEMANCOL, é considerada gíria, não sendo substantivo e nem adjetivo de forma que o potencial ofensivo é praticamente inócuo e de interpretação abstrata. não tome por ofensa, pois nem no vocabulário português existe.
14/06/2016 - Diego Silva (pelotas - RS)
Quem é vivo sempre aparece ... olho vivo pessoal !!!! Aqueles ali de cima que diziam que arroz a 50,00 era loucura, etc... Estão se remoendo com a língua bem mordida, 52,00 , 53,00 em mostardas 50,00 para pgto parcelado, eu sempre disse 50,00 era pra ser preço mínimo, com a quebra não cobre mais custos, não adianta, arroz tem que ir a u$16,00 para Mercosul sobreviver, que gritem, berrem, criem tabelas mas não tem arroz
15/06/2016 - Eduardo Farias (Camaquã - RS)
Sr. Diego ou Sr. Carlos, por favor, peço que gentilmente nos posicionem então o real custo do arroz dentro da lavoura para a atual safra. O IRGA fala em R$ 44,71, mais sabemos que houve quebra de aproximadamente 16% da safra. Em conversas com alguns produtores que conheço, colheram 179 sacas por hectare e também houve quem colheu 140 sacas devido a plantio fora de época. Na conta de vocês, qual o real custo de produção para esta safra e porque o IRGA passaria dados que não são os verdadeiros? Obrigado.
15/06/2016 - Diego Silva (pelotas - RS)
Caríssimo Eduardo, o IRGA divulga o custo médio de todas regiões, ou seja, pega tudo e divide pela produtividade do RS, como temos diversas áreas no RS (1.000.000 há) temos diversos tipos de produtividades, uns mais afetados pelo El niño outros menos ...devemos ter custos distintos entre produtores acredito que tenha produtor com custo de até 60,00 pois plantou, perdeu tudo, plantou de novo e perdeu de novo, teve que ter um terceiro plantio fora de época ...
De um modo geral acredito em 6.850,00/há de custo, saber o custo do saco depende da produtividade, considerando a produtividade média do RS o real custo da em torno de r$48,92 por isso que digo que 50,00 tinha que ser preço mínimo, isso explica um pouco porque é parcelamento é novo parcelamento de banco e depois prorrogado o parcelamento, logo, renegociado a prorrogação e assim vamos empurrando com a barriga, pois não temos renda, preço de venda não cobre custo
15/06/2016 - Diego Silva (pelotas - RS)
Sr. Eduardo, respondendo mais claramente, custo varia conforme a produtividade de cada produtor, média do RS vai ser 140, então custo para essa safra : 48,92 aquele produtor que colheu 100 scs/ha(tem muitos)tem um custo de 68,50 por saco , coisa é feia ...
15/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
III - Caro conterrâneo Eduardo Farias, a questão do custo de produção foi bem explicitada pelo Diego, portanto vou abordar o tema por outra ótica.
É inegável que o nosso Instituto, o IRGA, possui e divulga uma planilha de custos por ha atualizada, porém o que falta ao órgão é um acompanhamento por parte de seus escritórios regionais das lavouras, digamos sob sua jurisdição, pois grande parte dos produtores não possui o hábito de procurarem o Instituto para sanar suas dúvidas e informar prejuízos, ficando nesse ínterim um descompasso entre o que realmente acontece nas lavouras e que o Instituto imagina que aconteça. Embora a presteza que seus técnicos atendam as solicitações de assistência quando requisitados seja bem razoável, portanto veja bem, muitas informações não chegam a ser contabilizadas e como consequência tendem a ser divulgadas erroneamente.
A realidade do campo é vivida dia a dia, o que é pela manhã pode não ser a tarde.
16/06/2016 - MARCO ANDRE RECCO ( - SC)
Bom dia caro colegas, todos suas reivindicações sao verdadeiras, porem oque me preocupa é uma visao mais global, nossos grãos (soja,milho, arroz e trigo) subindo dia a dia, acarretando um custo maior na mesa de nossa população, que cada vez esta mais miseravel sofrendo com a falta de oportunidades e assistencia de nosso governo em saude , educação e etc. soja e milho em alta , otimo produtor remunerado, mas consequentemente o kilo da carne será mais caro correto? o mesmo produtor que vende asoja 100,00/ sc e o milho a 60,00/sc (exemplo) ira pagar o kilo da carne a 40,00 ao inves de 18 a 20,00 como era antes. Um breve raciocínio logico. Plantamso arroz a muito tempo e há 15 anos atras negociamos nosso arroz a 22,00/sc com custo de 9,00 (terra propria), hoje vendemos a 45 - 48 com custo de 44,00. Ai penso comigo, o segredo nao esta no preço vendido e sim no custo de produção, ora temos que pressionar o governo entao pois nosso custo de produção gira em torno de oleo diesel (petrobras) , insumos (multinacionais) , mao de obra (mais cara pois o custo de vida do trabalhador fica mais caro devido ao aumentos internos, ciclo vicioso) , maquinas agricola carissimas (impostos altissimos) ... estamos num ciclo vicioso criado por nosso governo , estamos ficand parecidos com venezuela, e mercadorias com alto custo hoej so geram mais impostos, meu medo e daqui um pouco estarmos vendendo a 65,00/sc a o custo tiver beirando os 60,00 , a população cada vez mais miseravel sem acesso a alimentação e o produtor reinvindicando ainda reajustes e Empresas falindo. ACREDITO QUE NOSSO PRINCIPAL INIMIGO E O GOVERNO
27/06/2016 - Bud Fox (Porto Alegre - RS)
Imagine se todos os comerciantes, os prestadores de serviços, os médicos, dentistas, enfim todos os profissionais liberais, todas as pessoas que tivessem algum negocio fossem culpar o governos pelo seu fracasso ??? O que falta é capacidade de administração do agricultor. Ao invés de morarem no campo, moram na cidade e gostam de andar desfilando de Hliux SRV, se vc ir em qualquer bordel de qualquer cidade, adivinhe quem é o melhor cliente delas ??? viajar para o exterior só eles querem fazer.... Por isso, esse tipo de agricultor está quebrado e ai ficam sonhando, pois é a ultima saída para eles. De manhã sonham com R$ 50,00 a tarde com 55,00 e na semana que vem tem que ser R$ 70,00. Sinceramente, vendão suas caminhonetas e suas casas e invistam em seus negócios, diminuem custos de produção e aumentem a produtividade ai vcs vão começarão a ganhar dinheiro sem falar em cartel e tabela orelhana e juros de bancos. Vão trabalhar de sol a sol, e esqueçam a TETA do governo,, quem sabe assim vcs se endireitarão. Ou se acham que algumas industria ganham muito dinheiro, então invistam em uma industria, coloque seu dinheiro lá. Produza, rebole na frente dos mercadista. Não consegue ganhar dinheiro jogando semente na terra, acha que vão conseguir ganhar dinheiro com uma industria de arroz ????? Quebram no terceiro Mês de atividade.
28/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
IV - Caro Bud Fox, se tu acreditas que o governo não influi na vida dos produtores, que tal o amigo montar uma indústria de beneficiamento de arroz na VENEZUELA ?
28/06/2016 - Bud Fox (Porto Alegre - RS)
Caro Carlos ... o senhor sabe ler ? consegue raciocinar ? consegue ler o que está escrito ? Se não entendeu lei novamente !
28/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
V - Caro Bud Fox, embora não sejamos privilegiados, sendo cultos industriais, alguns de nós produtores, aprendemos a ler e escrever ( para sua informação se não percebeu ainda éste e o meu caso, rsrsrs ) quanto a raciocinar ( de vez em quando consigo, rsrsrs ) agora quanto a entender os seus textos aí temos problemas, rsrsrs. Como moras na capital do estado, acredita-se que estejas distante da realidade da maioria das lavouras dos produtores, haja visto que generalizaste afirmando,que possem Hilux SRV top para passear e não trabalhar e que são contumazes gastadores em bordeis, e mais; deveriam vender suas moradias, morar no campo ( talvez barracas ou galpões ) e parar de viajar para o exterior. Sem querer ofender, meu jovem, tu ta mais por fora da realidade produtiva que casca de ovo.
28/06/2016 - Bud Fox (Porto Alegre - RS)
Me parece que, no minimo, o Sr. viu seu retrato neste texto .rsrsrs. Só faltou o Wisky 18 anos .....
28/06/2016 - carlos nelson azambuja (camaquâ - RS)
VI - Bem que eu gostaria de viver neste contexto, meu jovem, rsrsrs, na minha últíma viajem ao exterior, Jaguarão/Rio Branco, juntei minhas moedinhas, e consegui comprar 1/2 l de Vat 69, rsrsrs. ( Obs, fui de ônibus ) rsrsrs.

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