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04.12.2019 | EXPORTAÇÃO | artigo inédito

Exportações de arroz alavancam em novembro e importações despencam

por Marco Aurélio Marques Tavares - diretor de Mercados da Federarroz e agropecuarista

As exportações brasileiras de arroz, em novembro, alcançaram 130,5 mil toneladas(base casca), o terceiro melhor desempenho mensal no ano agrícola (março a novembro de 2019) e que totalizou 972 mil toneladas no período. Destaques para os volumes exportados: 26 mil T para Venezuela (arroz em casca); 4 mil T para o Peru (arroz beneficiado); 2 mil T para os Estados Unidos (beneficiado e 36,6 mil T de Quebrados) e 1,7 Mil T para a Arábia Saudita (arroz beneficiado). Os embarques de arroz em casca totalizaram 26,3 mil T: o arroz beneficiado 37,8 mil T e o arroz quebrado 65,7 mil toneladas.

Entre dezembro e Janeiro, dentre outras operações, deverão embarcar para a Venezuela mais 60 toneladas de arroz em casca e 20 mil toneladas para Costa Rica e também, 30 mil toneladas de beneficiado para o Iraque.

O Brasil cada vez mais vai se consolidando como forte fornecedor do cereal para o mercado externo, favorecido pela qualidade do grão aqui produzido, pela forte alta do dólar que deu mais competitividade ao produto brasileiro no concorrido mercado mundial, que apresenta , demanda ativa e com preços atualmente firmes, com as cotações alcançando ontem na CBOT US$ 12,51(ou o U$ 13,65/saca 50 Kg ou R$ 56,82 equivalente casca). As vendas externas além de reduzir os estoques internos acabam se tornando uma variável positiva e fundamental na precificação do produto interno.

As importações no mês despencaram alcançando apenas 65,3 mil toneladas que correspondem a apenas 2,2 dias de consumo no Brasil e no período de março a novembro totalizaram 815,5 mil toneladas ou a média de apenas 27,7 dias do consumo nacional (ou apenas 10% do consumo no período, o que tem ocorrido historicamente).

Faltando ainda três meses para finalizar o ano agrícola, o Superávit da Balança Comercial voltou a subir e alcançou 157 mil toneladas, mesmo com estoques mais ajustados, quebra de safra, sérias dificuldades no setor produtivo, o Brasil, e principalmente o Rio Grande do Sul, continuou protagonista no seleto mercado exportador mundial e requisito fundamental para sustentar a atividade produtiva.




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