Macoppi
Assine 5

cadastre-se

Na Planeta Arroz os usuários cadastrados têm muitas vantagens. Faça o seu cadastro grátis.

cadastre-se agora
Assine 6
Safras

rss

Na Planeta Arroz você pode conferir as últimas novidades através de Feeds RSS. Confira:

notícias
artigos
Agrotendencias

notícias

15.07.2011 | CRéDITO - por Federarroz

Governo anuncia regras do pacote de renegociação de dívidas

Federarroz comemora medidas e já repassa as instruções aos produtores

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira, 14 de julho, a prorrogação de operações de custeio, investimento e Empréstimo do Governo Federal (EGF) para os rizicultores com dificuldades de comercializar a safra 2010/11. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), João Carlos Vaz, destaca que a prorrogação de dívidas reforça as medidas de apoio à comercialização.

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) repassou cópia do voto do CMN às superintendências de bancos privados e públicos no Rio Grande do Sul e às associações de arrozeiros municipais, para procederem a renegociação. Renato Rocha, presidente da Federarroz, diz que as medidas aprovadas são melhores do que anunciado no início da semana pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi. “Com o pacote de comercialização e a recomposição de dívidas, os preços no mercado tendem a se recuperar mais rapidamente e refletir positivamente também para todos os produtores. A prioridade, agora, é repactuar o passivo dos arrozeiros e discutir medidas estruturais do setor para as próximas safras”, destacou Rocha.

Nesta sexta-feira (15/7), o presidente da Federarroz falou por telefone com João Carlos Vaz, secretário de Política Agrícola do MAPA, e agradeceu o empenho pela aprovação das medidas. Segundo o dirigente arrozeiro, há 90 dias os produtores gaúchos não tinham qualquer perspectiva de pagar integralmente as contas deste ano e não sabiam como preparar a safra 2011/12. “Agora, há uma definição. Sabemos como pagar as contas e a nova safra virá sob um novo ânimo”, argumenta.

Renato Rocha destacou três medidas não estavam previstas inicialmente:  A parcela de 2011, dos investimentos na linha do PSI, passará a vencer um ano após o final do contrato. Na previsão anterior, teria vencimento acumulado com a parcela de 2012. No caso do EGF velho (2009/10), o produtor pagará 50% do valor devido no ano corrente e o restante será diluído em duas parcelas de 25% para 2012 e 2013. A previsão anterior era de pagar os 50% remanescentes em 2012. Por fim, houve a prorrogação dos custeios com vencimento em 2011, por mais um ano.

Agora, os produtores devem aguardar os bancos adotarem as medidas do pacote e operacionalizarem as normas internas com orientações as superintendências e agências no interior, o que deve acontecer ao longo dos próximos dias. Até lá a Federarroz sugere que os produtores não façam nenhum acerto de operações envolvendo custeio, investimento, EGF e recibo de depósito.

O dirigente alerta aos produtores que adesão integral às prorrogações poderá limitar o acesso a novos recursos, portanto, quanto menos prorrogar melhor será para o futuro da atividade e do produtor. Ou seja, as medidas são fundamentais, mas dirigidas àqueles com maiores dificuldades.

“São vitórias importantes, que mostram que o governo é sensível às demandas do setor, que não teria como quitar as dívidas de outra forma, diante das perdas de produção da safra 2009/2010 e grande defasagem dos preços internos sobre o custo de produção da safra atual”, frisou.

Resumo das medidas do CMN:

Custeio 2010/11:  Dividido em cinco parcelas, 20% ao ano. O primeiro pagamento acontece em 2011 e último em 2015.

Custeio de safras anteriores (prorrogado): Parcela adiada para um ano após o vencimento de  2011, portanto em 2012.

Investimento 2011: Vencimento adiado para até 100% da parcela de 2011, para um ano após o final do contrato. Válido também para a linha do investimento PSI.

EGF 2009/10: Dividido em três pagamentos anuais. O primeiro em 2011 no valor equivalente a 50% do contrato. A segunda e a terceira parcela vencem em 2012 e 2013, no volume equivalente a 25% do contrato.




Enviar notícia para um amigo

comentários (3)

18/07/2011 - antonio abbadie (jaguari - RS)
ja e alguma coisa pelo menos da pra respira so esperamos precos se nao nao adianta nada!
19/07/2011 - Produtor Arroz (Uruguaiana - RS)
“O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), João Carlos Vaz, destaca que a prorrogação de dívidas reforça as medidas de apoio à comercialização”.
ISTO QUER DIZER QUE AS MEDIDAS DE APOIO A COMERCIALIZAÇÃO NÃO ATINGIRAM SEU OBJETIVO, OU SEJA, FALHARAM, O DINHEIRO DISPONIBILIZADO PARA PEP E PEPRO FICOU TODO NAS MÃO DA INDÚSTRIAS, AGORA O GOVERNO AGORA PRECISA PRORROGAR DÍVIDAS PARA O SETOR NÃO ENTRAR EM COLAPSO. E PIOR, SEM GARANTIA DE PREÇOS JUSTOS PARA OS PRODUTORES HONRAREM ESTAS PRORROGAÇÕES!
“O dirigente alerta aos produtores que adesão integral às prorrogações poderá limitar o acesso a novos recursos, portanto, quanto menos prorrogar melhor será para o futuro da atividade e do produtor. Ou seja, as medidas são fundamentais, mas dirigidas àqueles com maiores dificuldades”.
ISSO É UMA PIADA, SE PRORROGAR DIMINUI O CRÉDITO PARA PRÓXIMA SAFRA OU CORRE O RISCO DE NEM PODER TIRAR O CUSTEIO, FAZENDO COM QUE O PRODUTOR BUSQUE CRÉDITO EM PARTICULARES COM JUROS MAIS ALTOS O QUE GERA UM MAIOR CUSTO PARA A LAVOURA E UM MAIOR RISCO JÁ QUE NÃO HÁ GARANTIAS DE PREÇO PARA AS PRÓXIMAS SAFRAS, SEM FALAR NO AUMENTO DOS FERTILIZANTES, COMO A URÉIA QUE AUMENTOU APROXIMADAMENTE 40%, NOS SALÁRIO QUE IRÃO SUBIR E O GOVERNO MANTEVE O PREÇO MÍNIMO DE R$ 25,80 NO PLANO SAFRA 2011/2012 (A INFLAÇÃO SOBE E O PREÇO MÍMIMODO ARROZ NÃO SOBE). ESTAS PRORROGAÇÕES SÃO UMA ILUSÃO PARA OS PRODUTORES, SE NÃO TIVERMOS UM PREÇO QUE NOS PROPORCIONE RENDA VAMOS PAGAR MAIS JUROS E PIORAR A NOSSA SITUAÇÃO!
“São vitórias importantes, que mostram que o governo é sensível às demandas do setor, que não teria como quitar as dívidas de outra forma, diante das perdas de produção da safra 2009/2010 e grande defasagem dos preços internos sobre o custo de produção da safra atual”, frisou
MOSTRA A INCONPETÊNCIA DO GOVERNO EM RESOLVER O PROBLEMA ANTECIPADAMENTE, POIS NÓS ESTAVAMOS ALERTANDO DO PREÇO DESDA A ABERTURA DA COLHEITA NO INÍCIO DO ANO!
19/07/2011 - Eduardo CS (guaiba - RS)
pois bem cada vez mais ficamos vulneraveis as industrias estao sabendo que estamos sobrecarregados de contas com vencimentos quase sempre juntos mais oferta em determinado mes do ano e dai deitam e rolam e botam o preço que querem pois e ano que vem vamos estar aqui novamente pois sem preço compativel a realidade dos custos nao temos renda e sem renda nao tem como honrar compromisos isso e so analgesico pra doente nao e remedio pra cura.

Deixe o seu comentário.
Para isso, é necessário estar logado.

esqueci minha senha enviar

Se você é um novo usuário, faça o seu cadastro gratuitamente.

busca no site

buscar
Todos os direitos reservados - Copyright 2014 - Planeta Arroz

Desenvolvido por dzestudio